Deu no G1: Proporção entre machos e fêmeas influi mais em extinção do que ambiente

Os autores do estudo concluíram que os modelos científicos atualmente utilizados para prever a extinção das espécies são imperfeitos, pois não dão importância suficiente ao fator proporção entre machos e fêmeas.

Isso parece que funciona também em padrões de migração humana. Afinal, a maioria dos solteiros que eu conheço, a primeira pergunta que fazem quando você viaja para outra cidade ou país é: “Tem muita mulher?” E a segunda é: “são bonitas?”. Isso não passa de uma sondagem que muitas vezes influencia a decisão do solteiro caso ele tenha que se mudar e escolher onde morar.
Isso que estou falando agora não é um dado, é uma suposição partindo dos meus amigos solteiros (não eu porque já sou comprometido e não quero problemas com a patroa), mas acho que acontece isso sim.
Parece que desde insetos até nós, a proporção entre machos e fêmeas importa sim.
Só um errinho na notícia: “Resultados indicam que espécies estão mais ameaçadas do que antes se pensava.” Não tem nada disso. Só descobriram mais uma variável importante que deve ser analisada, que é a proporção macho/fêmea. A ameaça não aumentou, aumentou a nossa compreensão sobre o processo.