cow1.jpgEste é o RNAm, seu radar do IgNobel

Afinal nós já havíamos comentado antes sobre o trabalho que ganhou o IgNobel este ano, que constatou que vacas que recebem um nome dão mais leite. Para ler o post original, clique aqui.

Lá você vai encontrar divagações sobre porque exatamente dar um nome ao bicho faz ele produzir mais leite, e comentários abalizados como este: “Sendo assim um fazendeiro que tenha 5.000 cabeças de gado vai gastar uma graninha fazendo crachás pra fazer as vacas se sentirem melhor.”

Se bem que, na área de “bovinologia” eu acho que o trabalho das vacas magnéticas merecia mais o premio IgNobel. Ele é fantástico!

Com, isso iniciamos uma série de posts sobre o IgNobel deste ano. Nada muito rebuscado, só vamos tentar extrair o máximo de piadas e também algo de útil deste lado bravatesco da ciência.

Algo de útil sim. Porque o objetivo desse prêmio não é denegrir e mandar as pesquisas para o brejo, mas sim provocar pesquisadores e publico. E funciona!

Bom, o post da vaca estava pronto. Bom pra mim, porque sobra espaço pra mandar um salve pro pessoal da fazenda Santa Xurupita:

Mandá um salve pá Mimosa da Xurupita

Mandá um salve pá Estrela da Xurupita

Mandá um salve pá, …pá, …pá…

Mandá um salve pá Morena da Xurupita

Mandá um salve pu Zebu da Xurupita

Aliás, falando em Zebu, será que boi com nome também dá mais leite?

Bom… talvez seja melhor deixar essa dúvida pra lá, seria um experimento muito bizarro mesmo para um IgNobel.

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