{"id":1353,"date":"2022-05-15T22:41:41","date_gmt":"2022-05-16T01:41:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/?p=1353"},"modified":"2022-05-15T22:49:57","modified_gmt":"2022-05-16T01:49:57","slug":"vacinas-parte-2-vacinas-o-que-sao-e-como-funcionam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/2022\/05\/15\/vacinas-parte-2-vacinas-o-que-sao-e-como-funcionam\/","title":{"rendered":"Vacinas Parte 2: Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ?"},"content":{"rendered":"<h1>Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ?<\/h1>\n<h2 id=\"viewer-3vie2\" class=\"_3qMKZ _1j-51 _1FoOD _78FBa b+iTF iWv3d public-DraftStyleDefault-block-depth0 fixed-tab-size public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"_2PHJq public-DraftStyleDefault-ltr\"><strong>Parte 2: As vacinas e voc\u00ea.<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 N\u00e3o \u00e9 porque \u00e9 gr\u00e1tis que devemos aceitar qualquer coisa, certo? \u00c9 preciso certificarmos que estamos diante de um produto de qualidade. Pois bem, com os an\u00fancios recentes de empresas produtoras de uma poss\u00edvel vacina contra o novo coronav\u00edrus, como a Pfizer e SINOVAC (produtora da CoronaVac) algumas informa\u00e7\u00f5es e desinforma\u00e7\u00f5es t\u00eam surgido. \u00c9 preciso, portanto, compreender como de fato funciona essa forma de preven\u00e7\u00e3o, quais s\u00e3o os protocolos para a produ\u00e7\u00e3o de vacinas e por que precisamos sair do campo de estigmas e estere\u00f3tipos sobre seu desenvolvimento. Nesta s\u00e9rie de textos buscamos trazer dados e discuss\u00f5es que nos auxiliem a entender um pouco mais sobre o assunto e evitando assim doses de desinforma\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-weight: 400\"> Gian Carlo Guadagnin, Cynthia Almeida e Gildo Girotto J\u00fanior<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>De onde e quando.<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Nossa ci\u00eancia, ou nosso hist\u00f3rico de ci\u00eancia \u00e9, por domina\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia, muito ocidentalizado. Da\u00ed decorre, por exemplo, o desconhecimento sobre a medicina oriental e a sua desvaloriza\u00e7\u00e3o. Os primeiros ind\u00edcios de uma utiliza\u00e7\u00e3o corporal de v\u00edrus atenuados, base de boa parte das vacinas, datam do combate \u00e0 var\u00edola, na regi\u00e3o da atual China, no s\u00e9culo 10, ou seja, h\u00e1 mil anos!\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 A aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o era como fazemos hoje. Na \u00e9poca, as cascas de feridas da infec\u00e7\u00e3o eram trituradas e o p\u00f3 produzido (contendo o v\u00edrus morto) era aspirado pelas pessoas. Este processo espalhava partes do v\u00edrus morto pelo corpo ativando o sistema imunol\u00f3gico. A forma de aplica\u00e7\u00e3o \u201cmoderna\u201d, s\u00f3 surgiria em 1798 com o cientista ingl\u00eas Edward Jenner que, por rumores de que trabalhadores do campo n\u00e3o pegavam a var\u00edola humana por j\u00e1 terem pego a var\u00edola bovina (que \u00e9 menos agressiva ao corpo humano), injetou ambos os v\u00edrus em um garoto de oito anos e constatou que a informa\u00e7\u00e3o apresentava alguma consist\u00eancia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 A segunda gera\u00e7\u00e3o de vacinas come\u00e7ou em 1881 com o cientista franc\u00eas Louis Pasteur, com o desenvolvimento de medica\u00e7\u00e3o para a c\u00f3lera avi\u00e1ria e o carb\u00fanculo. Conhecendo os estudos de Jenner, Pasteur cunhou o termo \u201cvacina\u201d em homenagem ao ingl\u00eas, derivando o nome da var\u00edola bovina, que em latim \u00e9 chamada de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Variolae <\/span><\/i><b><i>Vaccinae<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Com o amplo desenvolvimento da medicina, da biologia e da qu\u00edmica nos s\u00e9culos 19 e 20, as vacinas passaram a ser produzidas em massa, sendo fundamentais para combater in\u00fameras doen\u00e7as no mundo todo. A var\u00edola, por exemplo, foi declarada erradicada no mundo em 1980.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>O que \u00e9 uma vacina e quais os tipos de vacina.<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 As vacinas s\u00e3o produtos biol\u00f3gicos que promovem o desenvolvimento do que chamamos de mem\u00f3ria imunol\u00f3gica ativa, por meio da intera\u00e7\u00e3o do organismo com os agentes causadores de doen\u00e7as (v\u00edrus e bact\u00e9rias) mortos, enfraquecidos ou fragmentados ativando a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos (os nossos agentes de prote\u00e7\u00e3o). Esses \u201cagentes\u201d atuar\u00e3o futuramente contra o invasor biol\u00f3gico ativo caso o indiv\u00edduo seja infectado pela doen\u00e7a no futuro. E o melhor, os materiais biol\u00f3gicos da vacina s\u00e3o intensamente testados para n\u00e3o causarem rea\u00e7\u00f5es adversas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 A imuniza\u00e7\u00e3o ativa promovida pela vacina \u00e9 semelhante a de quando o indiv\u00edduo contrai a doen\u00e7a naturalmente, com a diferen\u00e7a de que a vacina n\u00e3o vai causar problemas uma vez que o causador da doen\u00e7a (pat\u00f3geno) est\u00e1 morto, desativado ou o que injeta \u00e9 apenas um fragmento. Quer dizer, ele apenas servir\u00e1 de alerta, ou de demonstra\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas para o organismo estar preparado para atuar no caso de uma infec\u00e7\u00e3o real.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #ff0000\"><i><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Ah, mas eu ouvi dizer que uma pessoa tomou vacina e passou mal&#8221;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Existem casos que no desenvolvimento da imunidade o corpo possa ter sintomas leves da doen\u00e7a, mas isso n\u00e3o gera riscos a sa\u00fade de quem tomou. VOU REPETIR MAIS UMA VEZ: VACINAS S\u00c3O TESTADAS PARA N\u00c3O CAUSAREM RISCOS. Por exemplo, o artigo publicado no dia 17\/11\/2020, na revista <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">The Lancet, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">traz os resultados da vacina CoronaVac (desenvolvida pela chinesa Sinovac) mostrando efici\u00eancia de 97% enquanto a Pfizer divulgou no mesmo dia uma efici\u00eancia de 95% para seu produto com efeitos colaterais em apenas 2 a 3,8% dos pacientes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 As ressalvas s\u00e3o para quem apresenta alguma rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica \u00e0 subst\u00e2ncia da vacina ou a uma doen\u00e7a espec\u00edfica. Nesse caso, \u00e9 importante lembrarmos da responsabilidade social na chamada imunidade de rebanho, ou seja, aqueles que n\u00e3o apresentam rea\u00e7\u00f5es (a grande maioria) precisam tomar a vacina para diminuir a probabilidade de dissemina\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus ou bact\u00e9rias, protegendo a si mesmo e \u00e0 quem n\u00e3o pode tomar a subst\u00e2ncia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #ff0000\"><i><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Mas eu li que t\u00eam mais de um tipo de vacina, e uma delas pode fazer mal&#8221;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Bom, \u00e9 importante saber que s\u00e3o tr\u00eas os principais tipos de vacina: as de agentes atenuados (ou seja, vivos mas incapazes de causar a doen\u00e7a), as de agentes inativados e as de subunidades (prote\u00ednas, partes ou fragmentos, quando \u00e9 imposs\u00edvel utilizar o pat\u00f3geno todo). E que tamb\u00e9m existem diferentes formas de entrada no nosso corpo. Sobre os tipos de vacina voc\u00ea pode consultar esse texto <a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/vacinas-de-onde-vem-e-para-onde-vao\/&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1652666508118079&amp;usg=AOvVaw2bi7TkMthhXvmYcn5Fv70q\">aqui.<\/a> Mas, independentemente do tipo, as vacinas t\u00eam se mostrado bastante eficientes na prote\u00e7\u00e3o \u00e0 v\u00e1rias doen\u00e7as. Um caso especial \u00e9 o da poliomielite, ou paralisia infantil, erradicada no Brasil em 1989, mas que corre o risco de voltar com o crescimento do movimento anti-vacina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #ff0000\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Ah mas ser\u00e1 que d\u00e1 pra confiar na vacina chinesa?\u201d<\/span><\/i><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Quem produz as vacinas? Como ter certeza que seguem um m\u00e9todo rigoroso de testes e de preparo? Estas quest\u00f5es juntamente com informa\u00e7\u00f5es desconexas que circulam por a\u00ed podem causar certo receio. No entanto, as vacinas s\u00e3o desenvolvidas segundo um c\u00f3digo de pr\u00e1ticas internacionais r\u00edgido, que regula a produ\u00e7\u00e3o de insumos para a sa\u00fade em todos os pa\u00edses, da Est\u00f4nia ao Brasil, da Alemanha \u00e0 \u00cdndia. Mas que protocolos s\u00e3o esses?<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>Como uma vacina \u00e9 produzida (protocolos)<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Bom, ningu\u00e9m sai por a\u00ed enfiando inje\u00e7\u00e3o nos outros. Para que um paciente receba uma vacina, ela passa por um processo longo e delicado da produ\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 S\u00e3o necess\u00e1rias m\u00faltiplas instala\u00e7\u00f5es e equipes, etapas de valida\u00e7\u00e3o de metodologias e equipamentos sendo, de fato, bastante trabalhoso. Todo o processo \u00e9 regido pelas normas de Boas Pr\u00e1ticas de Fabrica\u00e7\u00e3o (BPF), de laborat\u00f3rio (BPL), cl\u00ednicas (BPC) e outras, que atuam como os instrumentos b\u00e1sicos e essenciais para inova\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de artefatos biol\u00f3gicos de qualquer tipo, e que garantem que os produto final \u00e9 eficaz, efetivo e seguro.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>Passo a passo.<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 O processo de produ\u00e7\u00e3o de vacinas, comumente consiste em cinco passos:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 1- Identifica\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">: O agente pat\u00f3geno \u00e9 identificado em laborat\u00f3rio e s\u00e3o pesquisadas as poss\u00edveis estrat\u00e9gias de combate. Essa fase pode ser r\u00e1pida ou demorada, dependendo da urg\u00eancia e necessidade do produto, da complexidade do material e do risco biol\u00f3gico do pat\u00f3geno. Pode levar anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 2- Ant\u00edgeno:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> S\u00e3o estudados os ant\u00edgenos, a subst\u00e2ncia do pat\u00f3geno que desencadeia a resposta imunol\u00f3gica no corpo. O agente da vacina \u00e9 produzido com base nas respostas obtidas para as rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas previstas no estudo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 3- Fase pr\u00e9-cl\u00ednica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">: a efic\u00e1cia e a efici\u00eancia, bem como a seguran\u00e7a e\u00a0 efeitos contr\u00e1rios s\u00e3o testados em c\u00e9lulas (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">in vitro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">), e em cobaias (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">in vivo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">), como camundongos. Duram normalmente cerca de dois anos e permitem que modifica\u00e7\u00f5es e ajustes sejam feitos se necess\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a04- Fase cl\u00ednica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">: \u00c9 subdividido em tr\u00eas etapas. Testes durante poucos meses, de forma aleat\u00f3ria, com indiv\u00edduos selecionados; Testes em uma popula\u00e7\u00e3o-alvo, ou seja, mais propensa \u00e0 doen\u00e7a, ou j\u00e1 infectada, composta por um n\u00famero maior de pessoas e testes com milhares de pessoas, propensas ou n\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 5- Produ\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">: \u00c9 s\u00f3 depois da apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados e da confirma\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a nos padr\u00f5es internacionais e r\u00edgidos para medicamentos, feitos pela OMS e pelas ag\u00eancias e institutos regulat\u00f3rios dos pa\u00edses interessados, que a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do medicamento come\u00e7a a ocorrer. Essa avalia\u00e7\u00e3o internacional tamb\u00e9m \u00e9 realizada por comit\u00eas independentes, compostos por m\u00e9dicos, farmac\u00eauticos, qu\u00edmicos e bio-seguran\u00e7as, estat\u00edsticos e bi\u00f3logos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Todos esses fatores determinam a rapidez de uma vacina. Por exemplo, o HIV \u00e9 uma crise mundial desde os anos 1980, mas at\u00e9 hoje n\u00e3o se conseguiu uma vacina segura e efetivamente eficaz contra o v\u00edrus por causa de suas forma de atua\u00e7\u00e3o e complexidade. Por outro lado, vacinas contra a gripe e, por exemplo, a para a atual pandemia do novo coronav\u00edrus, s\u00e3o desenvolvidas com maior rapidez, por conhecermos o pat\u00f3geno e por causa da urg\u00eancia do controle da doen\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>Quem faz o que?<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Ainda, depois de todo esse processo, que garante a seguran\u00e7a de vacinas inglesas, americanas, chinesas e etc, ainda h\u00e1 um longo e burocr\u00e1tico processo de compra, libera\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o. S\u00e3o diferentes exig\u00eancias de organiza\u00e7\u00f5es a n\u00edvel mundial, como a OMS e a n\u00edvel Nacional como a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA) no Brasil. Ainda, para aumentar a credibilidade, s\u00e3o criados comit\u00eas independentes de valida\u00e7\u00e3o como o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Global Advisory Committee on Vaccine Safety<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> ou Comit\u00ea Consultivo Global sobre Seguran\u00e7a de Vacinas. Ou seja, um conjunto de especialistas \u00e9 convidado a fazer a avalia\u00e7\u00e3o dos estudos e testes realizados e essas pessoas n\u00e3o tem qualquer rela\u00e7\u00e3o com quem de fato est\u00e1 desenvolvendo a vacina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 No Brasil, a ANVISA atua auxiliando o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade que \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela regulamenta\u00e7\u00e3o e, ainda, as vacinas que s\u00e3o propostas ou interessam ao pa\u00eds passam pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Sa\u00fade) e, ap\u00f3s libera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o enviadas para os Estados. \u00c9 tanta gente olhando, que \u00e9 at\u00e9 estranho achar que est\u00e3o todos em um compl\u00f4 para injetar uma uma subst\u00e2ncia que vai nos prejudicar, n\u00e3o \u00e9?<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>Mas&#8230;<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Muitos outras falas ou fal\u00e1cias ainda precisam ser esclarecidas, n\u00f3s sabemos<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #ff0000\"><i><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Ah mas o governo est\u00e1 distribuindo vacinas diferentes pros ricos e pros pobres&#8221;<br \/>\n<\/span><\/i><\/span><span style=\"color: #ff0000\"><i><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;As vacinas s\u00e3o formas do governo de controlar a popula\u00e7\u00e3o&#8221;<br \/>\n&#8220;As vacinas causam doen\u00e7as ou s\u00edndromes&#8221;<br \/>\n\u201cEssa vacina est\u00e1 saindo muito r\u00e1pido, deve ser de baixa qualidade\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Talvez voc\u00ea j\u00e1 tenha escutado ou lido frases como essa e \u00e9 preciso buscar esclarecimentos a esse respeito e buscaremos fazer isso em textos futuros, tratando tamb\u00e9m de como funciona a distribui\u00e7\u00e3o de vacinas no pa\u00eds, sobre o Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m sobre esse absurdo movimento anti-vacina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Antes disso, devemos enfatizar que as vacinas s\u00e3o um meio eficiente para o controle e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 uma s\u00e9rie de doen\u00e7as, com sua import\u00e2ncia n\u00e3o se restringindo ao individual, mas garantindo a seguran\u00e7a sanit\u00e1ria de toda a popula\u00e7\u00e3o. Se um indiv\u00edduo n\u00e3o \u00e9 vacinado ele pode contrair a doen\u00e7a e infectar mais pessoas que tamb\u00e9m n\u00e3o foram, ou que n\u00e3o podem ser, imunizadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Lembra quando falamos da var\u00edola l\u00e1 no come\u00e7o? Pois ent\u00e3o, no s\u00e9culo 20 ela matou mais de 300 milh\u00f5es de pessoas antes de ser erradicada, quer dizer controlada (o v\u00edrus n\u00e3o desapareceu do mundo, ele apenas n\u00e3o \u00e9 capaz de infectar as pessoas que est\u00e3o protegidas), pela vacina\u00e7\u00e3o. Isso s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao comprometimento global e a ado\u00e7\u00e3o de protocolos e medidas que garantem um dia a dia saud\u00e1vel e seguro para n\u00f3s, e para o futuro.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Por isso, lembre-se de manter sua vacina\u00e7\u00e3o em dia e contribuir para que o mundo esteja livre de muitas doen\u00e7as potencialmente mortais. No Brasil a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita e universal, e, com o perd\u00e3o do trocadilho, nesse caso \u201cde gra\u00e7a, at\u00e9 inje\u00e7\u00e3o na testa\u201d.<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><b>Refer\u00eancias<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400\">Yanjun Zhang, Gang Zeng,<\/span><\/a> <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400\">Hongxing Pan, Prof Changgui Li<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400\">Yaling Hu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400\">Kai Chu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, Safety, tolerability, and immunogenicity of an inactivated SARS-CoV-2 vaccine in healthy adults aged 18\u201359 years: a randomised, double-blind, placebo-controlled, phase 1\/2 clinical trial. The Lancet Infectuous Diseases. Dispon\u00edvel em: <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/action\/showPdf?pii=S1473-3099%2820%2930843-4\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.thelancet.com\/action\/showPdf?pii=S1473-3099%2820%2930843-4<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Fiocruz: Vacinas: as origens, a import\u00e2ncia e os novos debates sobre seu uso. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.bio.fiocruz.br\/index.php\/br\/noticias\/1263-vacinas-as-origens-a-importancia-e-os-novos-debates-sobre-seu-uso?showall=1&amp;limitstart=\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.bio.fiocruz.br\/index.php\/br\/noticias\/1263-vacinas-as-origens-a-importancia-e-os-novos-debates-sobre-seu-uso?showall=1&amp;limitstart=<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Akira Homma; Reinaldo de Menezes Martins; Maria da Luz Fernandes Leal; Marcos da Silva Freire; Artur Roberto Couto. Atualiza\u00e7\u00e3o em vacinas, imuniza\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Ci\u00eanc. sa\u00fade coletiva vol.16 no.2 Dispon\u00edvel em:<\/span><b>\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232011000200008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232011000200008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Eduardo Fonseca Pinto, Nubia Estela Matta<\/span><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Alda Maria da Cruz. Vacinas: progressos e novos desafios para o controle de doen\u00e7as imunopreven\u00edveis, Acta Biol. Col\u00f4mbia. Dispon\u00edvel em:<br \/>\n<\/span><a href=\"http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0120-548X2011000300014\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0120-548X2011000300014<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Brasil. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Resolu\u00e7\u00e3o RDC n\u00ba 4<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, de 10 de fevereiro de 2009. Bras\u00edlia: Anvisa; 2009.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ? Parte 2: As vacinas e voc\u00ea. \u00a0 \u00a0 N\u00e3o \u00e9 porque \u00e9 gr\u00e1tis que devemos aceitar qualquer coisa, certo? \u00c9 preciso certificarmos que estamos diante de um produto de qualidade. 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Pois bem, com os an\u00fancios recentes de empresas produtoras de uma poss\u00edvel vacina contra o novo coronav\u00edrus, como a Pfizer e SINOVAC (produtora da CoronaVac) algumas informa\u00e7\u00f5es e desinforma\u00e7\u00f5es t\u00eam surgido. \u00c9 preciso, portanto, compreender como de fato funciona essa forma de preven\u00e7\u00e3o, quais s\u00e3o os protocolos para a produ\u00e7\u00e3o de vacinas e por que precisamos sair do campo de estigmas e estere\u00f3tipos sobre seu desenvolvimento. Nesta s\u00e9rie de textos buscamos trazer dados e discuss\u00f5es que nos auxiliem a entender um pouco mais sobre o assunto e evitando assim doses de desinforma\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\"> Gian Carlo Guadagnin, Cynthia Almeida e Gildo Girotto J\u00fanior<\/span><\/p><h3><b>De onde e quando.<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa ci\u00eancia, ou nosso hist\u00f3rico de ci\u00eancia \u00e9, por domina\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia, muito ocidentalizado. Da\u00ed decorre, por exemplo, o desconhecimento sobre a medicina oriental e a sua desvaloriza\u00e7\u00e3o. Os primeiros ind\u00edcios de uma utiliza\u00e7\u00e3o corporal de v\u00edrus atenuados, base de boa parte das vacinas, datam do combate \u00e0 var\u00edola, na regi\u00e3o da atual China, no s\u00e9culo 10, ou seja, h\u00e1 mil anos!\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o era como fazemos hoje. Na \u00e9poca, as cascas de feridas da infec\u00e7\u00e3o eram trituradas e o p\u00f3 produzido (contendo o v\u00edrus morto) era aspirado pelas pessoas. Este processo espalhava partes do v\u00edrus morto pelo corpo ativando o sistema imunol\u00f3gico. A forma de aplica\u00e7\u00e3o \u201cmoderna\u201d, s\u00f3 surgiria em 1798 com o cientista ingl\u00eas Edward Jenner que, por rumores de que trabalhadores do campo n\u00e3o pegavam a var\u00edola humana por j\u00e1 terem pego a var\u00edola bovina (que \u00e9 menos agressiva ao corpo humano), injetou ambos os v\u00edrus em um garoto de oito anos e constatou que a informa\u00e7\u00e3o apresentava alguma consist\u00eancia.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A segunda gera\u00e7\u00e3o de vacinas come\u00e7ou em 1881 com o cientista franc\u00eas Louis Pasteur, com o desenvolvimento de medica\u00e7\u00e3o para a c\u00f3lera avi\u00e1ria e o carb\u00fanculo. Conhecendo os estudos de Jenner, Pasteur cunhou o termo \u201cvacina\u201d em homenagem ao ingl\u00eas, derivando o nome da var\u00edola bovina, que em latim \u00e9 chamada de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Variolae <\/span><\/i><b><i>Vaccinae<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o amplo desenvolvimento da medicina, da biologia e da qu\u00edmica nos s\u00e9culos 19 e 20, as vacinas passaram a ser produzidas em massa, sendo fundamentais para combater in\u00fameras doen\u00e7as no mundo todo. A var\u00edola, por exemplo, foi declarada erradicada no mundo em 1980.<\/span><\/p><h3><b>O que \u00e9 uma vacina e quais os tipos de vacina.<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">As vacinas s\u00e3o produtos biol\u00f3gicos que promovem o desenvolvimento do que chamamos de mem\u00f3ria imunol\u00f3gica ativa, por meio da intera\u00e7\u00e3o do organismo com os agentes causadores de doen\u00e7as (v\u00edrus e bact\u00e9rias) mortos, enfraquecidos ou fragmentados ativando a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos (os nossos agentes de prote\u00e7\u00e3o). Esses \u201cagentes\u201d atuar\u00e3o futuramente contra o invasor biol\u00f3gico ativo caso o indiv\u00edduo seja infectado pela doen\u00e7a no futuro. E o melhor, os materiais biol\u00f3gicos da vacina s\u00e3o intensamente testados para n\u00e3o causarem rea\u00e7\u00f5es adversas.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A imuniza\u00e7\u00e3o ativa promovida pela vacina \u00e9 semelhante a de quando o indiv\u00edduo contrai a doen\u00e7a naturalmente, com a diferen\u00e7a de que a vacina n\u00e3o vai causar problemas uma vez que o causador da doen\u00e7a (pat\u00f3geno) est\u00e1 morto, desativado ou o que injeta \u00e9 apenas um fragmento. Quer dizer, ele apenas servir\u00e1 de alerta, ou de demonstra\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas para o organismo estar preparado para atuar no caso de uma infec\u00e7\u00e3o real.\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\"Ah, mas eu ouvi dizer que uma pessoa tomou vacina e passou mal\"<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Existem casos que no desenvolvimento da imunidade o corpo possa ter sintomas leves da doen\u00e7a, mas isso n\u00e3o gera riscos a sa\u00fade de quem tomou. VOU REPETIR MAIS UMA VEZ: VACINAS S\u00c3O TESTADAS PARA N\u00c3O CAUSAREM RISCOS. Por exemplo, o artigo publicado no dia 17\/11\/2020, na revista <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Lancet, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">traz os resultados da vacina CoronaVac (desenvolvida pela chinesa Sinovac) mostrando efici\u00eancia de 97% enquanto a Pfizer divulgou no mesmo dia uma efici\u00eancia de 95% para seu produto com efeitos colaterais em apenas 2 a 3,8% dos pacientes.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">As ressalvas s\u00e3o para quem apresenta alguma rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica \u00e0 subst\u00e2ncia da vacina ou a uma doen\u00e7a espec\u00edfica. Nesse caso, \u00e9 importante lembrarmos da responsabilidade social na chamada imunidade de rebanho, ou seja, aqueles que n\u00e3o apresentam rea\u00e7\u00f5es (a grande maioria) precisam tomar a vacina para diminuir a probabilidade de dissemina\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus ou bact\u00e9rias, protegendo a si mesmo e \u00e0 quem n\u00e3o pode tomar a subst\u00e2ncia.<\/span><\/p><p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\"Mas eu li que t\u00eam mais de um tipo de vacina, e uma delas pode fazer mal\"<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Bom, \u00e9 importante saber que s\u00e3o tr\u00eas os principais tipos de vacina: as de agentes atenuados (ou seja, vivos mas incapazes de causar a doen\u00e7a), as de agentes inativados e as de subunidades (prote\u00ednas, partes ou fragmentos, quando \u00e9 imposs\u00edvel utilizar o pat\u00f3geno todo). E que tamb\u00e9m existem diferentes formas de entrada no nosso corpo. Sobre os tipos de vacina voc\u00ea pode consultar esse texto aqui. Mas, independentemente do tipo, as vacinas t\u00eam se mostrado bastante eficientes na prote\u00e7\u00e3o \u00e0 v\u00e1rias doen\u00e7as. Um caso especial \u00e9 o da poliomielite, ou paralisia infantil, erradicada no Brasil em 1989, mas que corre o risco de voltar com o crescimento do movimento anti-vacina.\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Ah mas ser\u00e1 que d\u00e1 pra confiar na vacina chinesa?\u201d<\/span><\/i><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Quem produz as vacinas? Como ter certeza que seguem um m\u00e9todo rigoroso de testes e de preparo? Estas quest\u00f5es juntamente com informa\u00e7\u00f5es desconexas que circulam por a\u00ed podem causar certo receio. No entanto, as vacinas s\u00e3o desenvolvidas segundo um c\u00f3digo de pr\u00e1ticas internacionais r\u00edgido, que regula a produ\u00e7\u00e3o de insumos para a sa\u00fade em todos os pa\u00edses, da Est\u00f4nia ao Brasil, da Alemanha \u00e0 \u00cdndia. Mas que protocolos s\u00e3o esses?<\/span><\/p><h3><b>Como uma vacina \u00e9 produzida (protocolos)<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">Bom, ningu\u00e9m sai por a\u00ed enfiando inje\u00e7\u00e3o nos outros. Para que um paciente receba uma vacina, ela passa por um processo longo e delicado da produ\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o necess\u00e1rias m\u00faltiplas instala\u00e7\u00f5es e equipes, etapas de valida\u00e7\u00e3o de metodologias e equipamentos sendo, de fato, bastante trabalhoso. Todo o processo \u00e9 regido pelas normas de Boas Pr\u00e1ticas de Fabrica\u00e7\u00e3o (BPF), de laborat\u00f3rio (BPL), cl\u00ednicas (BPC) e outras, que atuam como os instrumentos b\u00e1sicos e essenciais para inova\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de artefatos biol\u00f3gicos de qualquer tipo, e que garantem que os produto final \u00e9 eficaz, efetivo e seguro.\u00a0<\/span><\/p><h3><b>Passo a passo.<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">O processo de produ\u00e7\u00e3o de vacinas, comumente consiste em cinco passos:<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">1- Identifica\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: O agente pat\u00f3geno \u00e9 identificado em laborat\u00f3rio e s\u00e3o pesquisadas as poss\u00edveis estrat\u00e9gias de combate. Essa fase pode ser r\u00e1pida ou demorada, dependendo da urg\u00eancia e necessidade do produto, da complexidade do material e do risco biol\u00f3gico do pat\u00f3geno. Pode levar anos.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">2- Ant\u00edgeno:<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> S\u00e3o estudados os ant\u00edgenos, a subst\u00e2ncia do pat\u00f3geno que desencadeia a resposta imunol\u00f3gica no corpo. O agente da vacina \u00e9 produzido com base nas respostas obtidas para as rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas previstas no estudo.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">3- Fase pr\u00e9-cl\u00ednica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: a efic\u00e1cia e a efici\u00eancia, bem como a seguran\u00e7a e\u00a0 efeitos contr\u00e1rios s\u00e3o testados em c\u00e9lulas (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">in vitro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">), e em cobaias (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">in vivo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">), como camundongos. Duram normalmente cerca de dois anos e permitem que modifica\u00e7\u00f5es e ajustes sejam feitos se necess\u00e1rio.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">4- Fase cl\u00ednica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: \u00c9 subdividido em tr\u00eas etapas. Testes durante poucos meses, de forma aleat\u00f3ria, com indiv\u00edduos selecionados; Testes em uma popula\u00e7\u00e3o-alvo, ou seja, mais propensa \u00e0 doen\u00e7a, ou j\u00e1 infectada, composta por um n\u00famero maior de pessoas e testes com milhares de pessoas, propensas ou n\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">5- Produ\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: \u00c9 s\u00f3 depois da apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados e da confirma\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a nos padr\u00f5es internacionais e r\u00edgidos para medicamentos, feitos pela OMS e pelas ag\u00eancias e institutos regulat\u00f3rios dos pa\u00edses interessados, que a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do medicamento come\u00e7a a ocorrer. Essa avalia\u00e7\u00e3o internacional tamb\u00e9m \u00e9 realizada por comit\u00eas independentes, compostos por m\u00e9dicos, farmac\u00eauticos, qu\u00edmicos e bio-seguran\u00e7as, estat\u00edsticos e bi\u00f3logos.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Todos esses fatores determinam a rapidez de uma vacina. Por exemplo, o HIV \u00e9 uma crise mundial desde os anos 1980, mas at\u00e9 hoje n\u00e3o se conseguiu uma vacina segura e efetivamente eficaz contra o v\u00edrus por causa de suas forma de atua\u00e7\u00e3o e complexidade. Por outro lado, vacinas contra a gripe e, por exemplo, a para a atual pandemia do novo coronav\u00edrus, s\u00e3o desenvolvidas com maior rapidez, por conhecermos o pat\u00f3geno e por causa da urg\u00eancia do controle da doen\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><h3><b>Quem faz o que?<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda, depois de todo esse processo, que garante a seguran\u00e7a de vacinas inglesas, americanas, chinesas e etc, ainda h\u00e1 um longo e burocr\u00e1tico processo de compra, libera\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o. S\u00e3o diferentes exig\u00eancias de organiza\u00e7\u00f5es a n\u00edvel mundial, como a OMS e a n\u00edvel Nacional como a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA) no Brasil. Ainda, para aumentar a credibilidade, s\u00e3o criados comit\u00eas independentes de valida\u00e7\u00e3o como o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Global Advisory Committee on Vaccine Safety<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> ou Comit\u00ea Consultivo Global sobre Seguran\u00e7a de Vacinas. Ou seja, um conjunto de especialistas \u00e9 convidado a fazer a avalia\u00e7\u00e3o dos estudos e testes realizados e essas pessoas n\u00e3o tem qualquer rela\u00e7\u00e3o com quem de fato est\u00e1 desenvolvendo a vacina.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0No Brasil, a ANVISA atua auxiliando o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade que \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela regulamenta\u00e7\u00e3o e, ainda, as vacinas que s\u00e3o propostas ou interessam ao pa\u00eds passam pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Sa\u00fade) e, ap\u00f3s libera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o enviadas para os Estados. \u00c9 tanta gente olhando, que \u00e9 at\u00e9 estranho achar que est\u00e3o todos em um compl\u00f4 para injetar uma uma subst\u00e2ncia que vai nos prejudicar, n\u00e3o \u00e9?<\/span><\/p><h3><b>Mas...<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitos outras falas ou fal\u00e1cias ainda precisam ser esclarecidas, n\u00f3s sabemos. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\"<\/span><\/i><\/p><p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Ah mas o governo est\u00e1 distribuindo vacinas diferentes pros ricos e pros pobres\" <br \/><\/span><\/i><\/span><span style=\"color: #ff0000;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\"As vacinas s\u00e3o formas do governo de controlar a popula\u00e7\u00e3o\" <br \/>\"As vacinas causam doen\u00e7as ou s\u00edndromes\" <br \/>\u201cEssa vacina est\u00e1 saindo muito r\u00e1pido, deve ser de baixa qualidade\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Talvez voc\u00ea j\u00e1 tenha escutado ou lido frases como essa e \u00e9 preciso buscar esclarecimentos a esse respeito e buscaremos fazer isso em textos futuros, tratando tamb\u00e9m de como funciona a distribui\u00e7\u00e3o de vacinas no pa\u00eds, sobre o Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m sobre esse absurdo movimento anti-vacina.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes disso, devemos enfatizar que as vacinas s\u00e3o um meio eficiente para o controle e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 uma s\u00e9rie de doen\u00e7as, com sua import\u00e2ncia n\u00e3o se restringindo ao individual, mas garantindo a seguran\u00e7a sanit\u00e1ria de toda a popula\u00e7\u00e3o. Se um indiv\u00edduo n\u00e3o \u00e9 vacinado ele pode contrair a doen\u00e7a e infectar mais pessoas que tamb\u00e9m n\u00e3o foram, ou que n\u00e3o podem ser, imunizadas.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembra quando falamos da var\u00edola l\u00e1 no come\u00e7o? Pois ent\u00e3o, no s\u00e9culo 20 ela matou mais de 300 milh\u00f5es de pessoas antes de ser erradicada, quer dizer controlada (o v\u00edrus n\u00e3o desapareceu do mundo, ele apenas n\u00e3o \u00e9 capaz de infectar as pessoas que est\u00e3o protegidas), pela vacina\u00e7\u00e3o. Isso s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao comprometimento global e a ado\u00e7\u00e3o de protocolos e medidas que garantem um dia a dia saud\u00e1vel e seguro para n\u00f3s, e para o futuro.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Por isso, lembre-se de manter sua vacina\u00e7\u00e3o em dia e contribuir para que o mundo esteja livre de muitas doen\u00e7as potencialmente mortais. No Brasil a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita e universal, e, com o perd\u00e3o do trocadilho, nesse caso \u201cde gra\u00e7a, at\u00e9 inje\u00e7\u00e3o na testa\u201d.<\/span><\/p><h4><b>Refer\u00eancias<\/b><\/h4><p><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400;\">Yanjun Zhang, Gang Zeng,<\/span><\/a> <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400;\">Hongxing Pan, Prof Changgui Li<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400;\">Yaling Hu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(20)30843-4\/fulltext\"><span style=\"font-weight: 400;\">Kai Chu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, Safety, tolerability, and immunogenicity of an inactivated SARS-CoV-2 vaccine in healthy adults aged 18\u201359 years: a randomised, double-blind, placebo-controlled, phase 1\/2 clinical trial. The Lancet Infectuous Diseases. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/action\/showPdf?pii=S1473-3099%2820%2930843-4\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.thelancet.com\/action\/showPdf?pii=S1473-3099%2820%2930843-4<\/span><\/a><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Fiocruz: Vacinas: as origens, a import\u00e2ncia e os novos debates sobre seu uso. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/www.bio.fiocruz.br\/index.php\/br\/noticias\/1263-vacinas-as-origens-a-importancia-e-os-novos-debates-sobre-seu-uso?showall=1&amp;limitstart=\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.bio.fiocruz.br\/index.php\/br\/noticias\/1263-vacinas-as-origens-a-importancia-e-os-novos-debates-sobre-seu-uso?showall=1&amp;limitstart=<\/span><\/a><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Akira Homma; Reinaldo de Menezes Martins; Maria da Luz Fernandes Leal; Marcos da Silva Freire; Artur Roberto Couto. Atualiza\u00e7\u00e3o em vacinas, imuniza\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Ci\u00eanc. sa\u00fade coletiva vol.16 no.2 Dispon\u00edvel em:<\/span><b>\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232011000200008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232011000200008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt<\/span><\/a><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Eduardo Fonseca Pinto, Nubia Estela Matta<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Alda Maria da Cruz. Vacinas: progressos e novos desafios para o controle de doen\u00e7as imunopreven\u00edveis, Acta Biol. Col\u00f4mbia. Dispon\u00edvel em:\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0120-548X2011000300014\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0120-548X2011000300014<\/span><\/a><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Brasil. Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Resolu\u00e7\u00e3o RDC n\u00ba 4<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, de 10 de fevereiro de 2009. Bras\u00edlia: Anvisa; 2009.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>","_et_gb_content_width":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-1353","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-https-www-blogs-unicamp-br-salav-textos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Vacinas Parte 2: Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ? - Sala V<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/2022\/05\/15\/vacinas-parte-2-vacinas-o-que-sao-e-como-funcionam\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Vacinas Parte 2: Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ? - Sala V\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Vacinas: O que s\u00e3o e como funcionam ? 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