{"id":1471,"date":"2022-05-23T18:33:00","date_gmt":"2022-05-23T21:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/?p=1471"},"modified":"2022-06-07T18:33:41","modified_gmt":"2022-06-07T21:33:41","slug":"mulheres-na-universidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/2022\/05\/23\/mulheres-na-universidade\/","title":{"rendered":"Mulheres na universidade"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify\"><b><i>Muito bem, agora j\u00e1 pode\u2026<\/i><\/b><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 Imagine uma mo\u00e7a ou uma menina que fez algo pela primeira vez e algu\u00e9m lhe diz a seguinte frase que come\u00e7a com \u201cmuito bem, agora voc\u00ea j\u00e1 pode\u2026\u201d, aposto que voc\u00ea terminou a frase em sua mente. Pois bem, hoje vamos falar sobre, o que de fato, elas podem fazer.\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Cyntia Almeida, Gian Carlo Guadagnin e Gildo Girotto J\u00fanior.<\/span><\/i><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><b>E o primeiro diploma \u2014 feminino \u2014 vai para?!<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Primeiramente precisamos conhecer alguns dados hist\u00f3ricos para que nossas contas possam ser feitas e possamos chegarmos a conclus\u00e3o de quanto tempo demorou para que o ensino superior tivesse sua primeira aluna.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>A primeira universidade fundada no mundo todo \u00e9 Universidade de Al-zhar, no Cairo, no ano de 998. Por\u00e9m na concep\u00e7\u00e3o moderna o Ensino Superior surge na It\u00e1lia, durante a Idade M\u00e9dia, com a funda\u00e7\u00e3o da Universidade de Bolonha, cujo o ano de funda\u00e7\u00e3o data em 1088, seguida pela famosa Universidade de Stanford, onde as aulas tiveram in\u00edcio em meados de 1096. No entanto, ao realizarmos uma pesquisa r\u00e1pida, o diploma de uma das primeiras mulheres com acesso ao ensino superior data de 1678, quase 600 anos ap\u00f3s a funda\u00e7\u00e3o dessa modalidade de ensino, na modernidade.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Algo um tanto quanto bizarro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Quem foi essa mulher? Elena Lucrezia Coronaro Psicopia. Filha de um nobre venezuelano, a menina teve acesso a uma biblioteca extremamente rica e a tutores. Com o aux\u00edlio de seu tutor, Carlo Rinaldini, Psicopia recebe seu diploma de filosofia, aos 32 anos, pela Universidade P\u00e1dua (seu primeiro pedido de diploma havia sido para teologia, mas fora negado).<\/span><span style=\"font-weight: 400\">2<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>A caminho das \u00cdndias? Rei, nobres, livros e direitos (alguns)<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>O ensino superior, pode ser considerado um nobre que chega ao Brasil, juntamente com a fam\u00edlia real, o Rei D. Jo\u00e3o VI, Carlota Joaquina e a corte, mais do que pessoas desembarcaram no porto do Rio de Janeiro em meados de 1808, fugindo de Napole\u00e3o Bonaparte, pois, com a chegada da realeza, o pa\u00eds recebia n\u00e3o apenas a corte portuguesa, mas tamb\u00e9m uma enorme quantidade de livros e a &#8220;cultura europ\u00e9ia&#8221;, todos vindos da Europa, onde a Universidade j\u00e1 existia h\u00e1 pelo menos 800 anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Embora ele tenha chegado no come\u00e7o do s\u00e9culo XIX, as mulheres s\u00f3 passaram a ter acesso a esse \u201cnobre\u201d ap\u00f3s o decreto 7.247 de 19 de abril de 1879. No entanto, a primeira dama brasileira a receber seu diploma n\u00e3o estava na \u2018P\u00e1tria amada, Brasil\u2019. Maria Augusta Generoso Estrela, se formou em medicina em 1882, por\u00e9m, nos Estados Unidos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>N\u00e3o muito depois disso, no estado da Bahia, em 1887, Rita Lobato Velho Lopes, recebeu seu diploma em medicina, na Faculdade de Medicina da Bahia, assim se tornando a primeira mulher a ter um certificado de conclus\u00e3o do Ensino Superior no Brasil.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Pode parecer que a partir desse momento as mulheres teriam um espa\u00e7o mais expressivo no universo do ensino superior brasileiro, mas, n\u00e3o foi bem assim. Em 1920 a mulher tinha, sim, o contato com um t\u00edtulo de nobreza, mas era o de \u201crainha do lar\u201d, ou seja, 40 anos depois da primeira brasileira formada e a universidade ainda n\u00e3o era um lugar visto \u201cpara mulheres\u201d. As mo\u00e7as eram ensinadas exclusivamente para o casamento. Um fato que demonstra isso \u00e9 que em 1931 no 2\u00ba Congresso internacional de feministas, um dos pedidos debatidos era moradia feminina na Casa do Estudante do Brasil (atualmente Universidade Federal do Rio de Janeiro), j\u00e1 que o estatuto da institui\u00e7\u00e3o garantia moradia apenas para homens.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">3<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><b>Muito bem, j\u00e1 pode fazer o que?<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Desde ent\u00e3o as mulheres t\u00eam, dia ap\u00f3s dia, conseguido estabelecer mais contato com o meio acad\u00eamico, a pesquisa e o desenvolvimento. Recebendo pr\u00eamios e men\u00e7\u00f5es honrosas. Nos \u00faltimos 100 anos esse ambiente vem deixando de ser algo pertencente apenas a homens e passando (realmente e n\u00e3o s\u00f3 no papel) a ser um lugar para todos e todas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Algumas dessas incr\u00edveis pesquisadoras foram e s\u00e3o respons\u00e1veis por pesquisas das mais diversas, desde o coador\u00a0 de caf\u00e9 (que por sinal uma das marcas mais famosas carrega o seu nome, Melitta Bentz) at\u00e9 pesquisas espaciais, que contribu\u00edram para viagens \u00e0 Lua.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Talvez uma das mais citadas mulheres na ci\u00eancia seja Marie Curie, diplomada em f\u00edsica e matem\u00e1tica, respons\u00e1vel por identificar a emiss\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o penetrante do T\u00f3rio e por realizar, em sua tese de doutorado, um estudo sobre a radia\u00e7\u00e3o de Ur\u00e2nio.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">4<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Trabalhando em parceria com seu marido, Pierre Curie, ambos descobriram dois novos elementos: Pol\u00f4nio e R\u00e1dio. Com essa descoberta ela ganhou o primeiro Pr\u00eamio Nobel (que inicialmente teria apenas o nome de Pierre), em F\u00edsica. Ap\u00f3s a morte de Pierre, Marie se dedicou \u00e0 pesquisa que era do casal, assumiu um assento na Universidade de Sorbonne, na Fran\u00e7a, se tornando a primeira mulher a dar aulas para o ensino superior e, pouco depois, foi condecorada com seu segundo Pr\u00eamio Nobel, desta vez em Qu\u00edmica.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">5<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Al\u00e9m de Curie, outros nomes importantes, como Katherine Johnson, que trabalhou durante 35 anos na NASA, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">National Aeronautics and Space Administration<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, (sim, aquela importante ag\u00eancia espacial que voc\u00ea v\u00ea nos filmes). Conhecida por ser uma excelente matem\u00e1tica, a mesma ganhou uma vaga na \u00e1rea de desenvolvimento da miss\u00e3o Apollo 11, a primeira nave espacial a pousar na Lua.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">6<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>E em uma fase em que ter seringas s\u00e3o t\u00e3o importantes, que tal falarmos de <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Letitia Mumford Geer? Ela foi a mulher que patenteou a primeira seringa para aplica\u00e7\u00e3o de medica\u00e7\u00f5es, com uso de apenas uma m\u00e3o, e por meio de um pist\u00e3o. O modelo desenvolvido por Geer, \u00e9 a \u201cmusa inspiradora\u201d das seringas atuais (imagine como seria nossa vida em um momento de pandemia e vacina\u00e7\u00e3o sem essa importante inven\u00e7\u00e3o).<\/span><span style=\"font-weight: 400\">7<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>E por falar em medicamentos, por que n\u00e3o citar a Gertrude B. Ellion? Respons\u00e1vel por medicamentos como o 6-mercaptopurina, usado no tratamento de leucemia, antivirais,que atuam no combate a infec\u00e7\u00f5es causadas por herpes, al\u00e9m de inova\u00e7\u00f5es farmac\u00eauticas que ajudaram no transplante de rim. Ela tamb\u00e9m \u00e9 uma ganhadora do Nobel, nesse caso o de Fisiologia e Medicina, com a descoberta sobre \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">os princ\u00edpios chaves de tratamentos com base medicamentosa<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u201d.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">8<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Apesar desse grande avan\u00e7o,\u00a0 de terem alcan\u00e7ado seu espa\u00e7o na \u00e1rea acad\u00eamica e na pesquisa, de terem tornado-se maioria nas universidades brasileiras, como aponta o Education at Glance, divulgado pela <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), em 2019, as mulheres ainda tinham dificuldades em conseguir um emprego, ou mesmo um sal\u00e1rio como equiparado aos homens nos mesmos cargos.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> O que se percebe ainda, \u00e9 uma heran\u00e7a de uma \u00e9poca de preconceitos e patriarcado imorais. \u00c9 triste dizer que ainda lutamos contra algo que n\u00e3o deveria existir, mas, ao mesmo tempo, \u00e9 grandioso perceber o quanto os desafios vem sendo (ainda que a passos lentos) vencidos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><i>\u00a0 \u00a0 <\/i>Portanto, frases como a p\u00e9rola que inicia este texto precisam deixar de ser direcionadas a um g\u00eanero espec\u00edfico. Afinal, digamos: \u201cmuito bem, voc\u00ea j\u00e1 pode fazer absolutamente tudo o que quiser\u201d, do cuidar de seu filho a descobrir um novo mundo.<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">1 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">VICHESSI, Beatriz. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Qual a Universidade mais antiga do Mundo?.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> Nova Escola. Outubro, 2001. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/novaescola.org.br\/conteudo\/1568\/qual-e-a-universidade-mais-antiga-do-mundo#:~:text=Na%20concep%C3%A7%C3%A3o%20moderna%2C%20a%20universidade,no%20Cairo%2C%20ganha%20o%20t%C3%ADtulo\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/novaescola.org.br\/conteudo\/1568\/qual-e-a-universidade-mais-antiga-do-mundo#:~:text=Na%20concep%C3%A7%C3%A3o%20moderna%2C%20a%20universidade,no%20Cairo%2C%20ganha%20o%20t%C3%ADtulo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">2 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">FINDLEN, Paula. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Elena Lucrezia Cornaro Piscopia (1646-1684): The First Woman in the World to Earn a University Degree<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (review). Renaissance Quarterly. Renaissance Society of America. Vol. 61. n. 3. 2008. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/muse.jhu.edu\/article\/250828\/summary?casa_token=-ToJhMe3a2kAAAAA:Nx6nQJupDBcf-dub-PDX4nQ9Wt3GEq6C2NLA5TfB5iyQUF-G9Deh007K7Pk0leMWIUmzmPwB\"><span style=\"font-weight: 400\">h<\/span><span style=\"font-weight: 400\">ttps:\/\/muse.jhu.edu\/article\/250828\/summary?casa_token=-ToJhMe3a2kAAAAA:Nx6nQJupDBcf-dub-PDX4nQ9Wt3GEq6C2NLA5TfB5iyQUF-G9Deh007K7Pk0leMWIUmzmPwB<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">3 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">MOTTA, D\u00e9bora. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Pesquisa analisa a trajet\u00f3ria de inser\u00e7\u00e3o das mulheres no ensino superior. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">FAPERJ. 2014. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.faperj.br\/?id=2748.2.6\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.faperj.br\/?id=2748.2.6<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">4 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">MARTINS, Roberto. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">As primeiras investiga\u00e7\u00f5es de Marie Curie sobre radioatividade. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Grupo de Hist\u00f3ria, Teoria e Ensino de Ci\u00eancias. USP. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.ghtc.usp.br\/server\/pdf\/curie-a1.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.ghtc.usp.br\/server\/pdf\/curie-a1.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">5 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">CARVALHO, Diana. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Marie Curie: uma das mulheres mais importantes da ci\u00eancia. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">ECOA UOL. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/amp-stories\/fizeram-historia-marie-curie\/index.htm\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/amp-stories\/fizeram-historia-marie-curie\/index.htm<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">6 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">GAZZCONECTA. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">5 inven\u00e7\u00f5es feitas por mulheres que mudaram a hist\u00f3ria da inova\u00e7\u00e3o. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Gazeta do Povo.<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/gazz-conecta\/invencoes-feitas-por-mulheres-que-mudaram-a-historia-da-inovacao\/\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/gazz-conecta\/invencoes-feitas-por-mulheres-que-mudaram-a-historia-da-inovacao\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">7 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">FABIANO, Cau\u00ea. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Veja 10 mulheres inventoras que revolucionaram o mundo. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Ci\u00eancia e Sa\u00fade. G1. 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2015\/03\/veja-10-mulheres-inventoras-que-revolucionaram-o-mundo.html\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2015\/03\/veja-10-mulheres-inventoras-que-revolucionaram-o-mundo.html<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">8 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">RODRIGUEZ, Margarita. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a011 tecnologias extraordin\u00e1rias criadas por mulheres. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">BBC News. 2016. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2016\/03\/160302_dia_da_mulher_inventoras_rb\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2016\/03\/160302_dia_da_mulher_inventoras_rb<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">9 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">BBC. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Mulheres s\u00e3o maioria nas universidades brasileiras, mas tem dificuldades em encontrar emprego. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Economia. G1. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/2019\/09\/10\/mulheres-sao-maioria-nas-universidades-brasileiras-mas-tem-mais-dificuldades-em-encontrar-emprego.ghtml\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/2019\/09\/10\/mulheres-sao-maioria-nas-universidades-brasileiras-mas-tem-mais-dificuldades-em-encontrar-emprego.ghtm<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito bem, agora j\u00e1 pode\u2026 \u00a0 \u00a0 Imagine uma mo\u00e7a ou uma menina que fez algo pela primeira vez e algu\u00e9m lhe diz a seguinte frase que come\u00e7a com \u201cmuito bem, agora voc\u00ea j\u00e1 pode\u2026\u201d, aposto que voc\u00ea terminou a frase em sua mente. 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Pois bem, hoje vamos falar sobre, o que de fato, elas podem fazer.\u00a0<\/span><\/i><\/p><p style=\"text-align: right;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Cyntia Almeida, Gian Carlo Guadagnin e Gildo Girotto J\u00fanior.<\/span><\/i><\/p><h2><b>E o primeiro diploma \u2014 feminino \u2014 vai para?!<\/b><\/h2><p><span style=\"font-weight: 400;\">Primeiramente precisamos conhecer alguns dados hist\u00f3ricos para que nossas contas possam ser feitas e possamos chegarmos a conclus\u00e3o de quanto tempo demorou para que o ensino superior tivesse sua primeira aluna.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira universidade fundada no mundo todo \u00e9 Universidade de Al-zhar, no Cairo, no ano de 998. Por\u00e9m na concep\u00e7\u00e3o moderna o Ensino Superior surge na It\u00e1lia, durante a Idade M\u00e9dia, com a funda\u00e7\u00e3o da Universidade de Bolonha, cujo o ano de funda\u00e7\u00e3o data em 1088, seguida pela famosa Universidade de Stanford, onde as aulas tiveram in\u00edcio em meados de 1096. No entanto, ao realizarmos uma pesquisa r\u00e1pida, o diploma de uma das primeiras mulheres com acesso ao ensino superior data de 1678, quase 600 anos ap\u00f3s a funda\u00e7\u00e3o dessa modalidade de ensino, na modernidade.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Algo um tanto quanto bizarro.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Quem foi essa mulher? Elena Lucrezia Coronaro Psicopia. Filha de um nobre venezuelano, a menina teve acesso a uma biblioteca extremamente rica e a tutores. Com o aux\u00edlio de seu tutor, Carlo Rinaldini, Psicopia recebe seu diploma de filosofia, aos 32 anos, pela Universidade P\u00e1dua (seu primeiro pedido de diploma havia sido para teologia, mas fora negado).<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><\/p><h3><b>A caminho das \u00cdndias? Rei, nobres, livros e direitos (alguns)<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">O ensino superior, pode ser considerado um nobre que chega ao Brasil, juntamente com a fam\u00edlia real, o Rei D. Jo\u00e3o VI, Carlota Joaquina e a corte, mais do que pessoas desembarcaram no porto do Rio de Janeiro em meados de 1808, fugindo de Napole\u00e3o Bonaparte, pois, com a chegada da realeza, o pa\u00eds recebia n\u00e3o apenas a corte portuguesa, mas tamb\u00e9m uma enorme quantidade de livros e a \"cultura europ\u00e9ia\", todos vindos da Europa, onde a Universidade j\u00e1 existia h\u00e1 pelo menos 800 anos.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora ele tenha chegado no come\u00e7o do s\u00e9culo XIX, as mulheres s\u00f3 passaram a ter acesso a esse \u201cnobre\u201d ap\u00f3s o decreto 7.247 de 19 de abril de 1879. No entanto, a primeira dama brasileira a receber seu diploma n\u00e3o estava na \u2018P\u00e1tria amada, Brasil\u2019. Maria Augusta Generoso Estrela, se formou em medicina em 1882, por\u00e9m, nos Estados Unidos.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o muito depois disso, no estado da Bahia, em 1887, Rita Lobato Velho Lopes, recebeu seu diploma em medicina, na Faculdade de Medicina da Bahia, assim se tornando a primeira mulher a ter um certificado de conclus\u00e3o do Ensino Superior no Brasil.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode parecer que a partir desse momento as mulheres teriam um espa\u00e7o mais expressivo no universo do ensino superior brasileiro, mas, n\u00e3o foi bem assim. Em 1920 a mulher tinha, sim, o contato com um t\u00edtulo de nobreza, mas era o de \u201crainha do lar\u201d, ou seja, 40 anos depois da primeira brasileira formada e a universidade ainda n\u00e3o era um lugar visto \u201cpara mulheres\u201d. As mo\u00e7as eram ensinadas exclusivamente para o casamento. Um fato que demonstra isso \u00e9 que em 1931 no 2\u00ba Congresso internacional de feministas, um dos pedidos debatidos era moradia feminina na Casa do Estudante do Brasil (atualmente Universidade Federal do Rio de Janeiro), j\u00e1 que o estatuto da institui\u00e7\u00e3o garantia moradia apenas para homens.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><\/p><h3><b>Muito bem, j\u00e1 pode fazer o que?<\/b><\/h3><p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde ent\u00e3o as mulheres t\u00eam, dia ap\u00f3s dia, conseguido estabelecer mais contato com o meio acad\u00eamico, a pesquisa e o desenvolvimento. Recebendo pr\u00eamios e men\u00e7\u00f5es honrosas. Nos \u00faltimos 100 anos esse ambiente vem deixando de ser algo pertencente apenas a homens e passando (realmente e n\u00e3o s\u00f3 no papel) a ser um lugar para todos e todas.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Algumas dessas incr\u00edveis pesquisadoras foram e s\u00e3o respons\u00e1veis por pesquisas das mais diversas, desde o coador\u00a0 de caf\u00e9 (que por sinal uma das marcas mais famosas carrega o seu nome, Melitta Bentz) at\u00e9 pesquisas espaciais, que contribu\u00edram para viagens \u00e0 Lua.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Talvez uma das mais citadas mulheres na ci\u00eancia seja Marie Curie, diplomada em f\u00edsica e matem\u00e1tica, respons\u00e1vel por identificar a emiss\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o penetrante do T\u00f3rio e por realizar, em sua tese de doutorado, um estudo sobre a radia\u00e7\u00e3o de Ur\u00e2nio.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">4<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Trabalhando em parceria com seu marido, Pierre Curie, ambos descobriram dois novos elementos: Pol\u00f4nio e R\u00e1dio. Com essa descoberta ela ganhou o primeiro Pr\u00eamio Nobel (que inicialmente teria apenas o nome de Pierre), em F\u00edsica. Ap\u00f3s a morte de Pierre, Marie se dedicou \u00e0 pesquisa que era do casal, assumiu um assento na Universidade de Sorbonne, na Fran\u00e7a, se tornando a primeira mulher a dar aulas para o ensino superior e, pouco depois, foi condecorada com seu segundo Pr\u00eamio Nobel, desta vez em Qu\u00edmica.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">5<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de Curie, outros nomes importantes, como Katherine Johnson, que trabalhou durante 35 anos na NASA, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">National Aeronautics and Space Administration<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, (sim, aquela importante ag\u00eancia espacial que voc\u00ea v\u00ea nos filmes). Conhecida por ser uma excelente matem\u00e1tica, a mesma ganhou uma vaga na \u00e1rea de desenvolvimento da miss\u00e3o Apollo 11, a primeira nave espacial a pousar na Lua.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">6<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">E em uma fase em que ter seringas s\u00e3o t\u00e3o importantes, que tal falarmos de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Letitia Mumford Geer? Ela foi a mulher que patenteou a primeira seringa para aplica\u00e7\u00e3o de medica\u00e7\u00f5es, com uso de apenas uma m\u00e3o, e por meio de um pist\u00e3o. O modelo desenvolvido por Geer, \u00e9 a \u201cmusa inspiradora\u201d das seringas atuais (imagine como seria nossa vida em um momento de pandemia e vacina\u00e7\u00e3o sem essa importante inven\u00e7\u00e3o).<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">7<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">E por falar em medicamentos, por que n\u00e3o citar a Gertrude B. Ellion? Respons\u00e1vel por medicamentos como o 6-mercaptopurina, usado no tratamento de leucemia, antivirais,que atuam no combate a infec\u00e7\u00f5es causadas por herpes, al\u00e9m de inova\u00e7\u00f5es farmac\u00eauticas que ajudaram no transplante de rim. Ela tamb\u00e9m \u00e9 uma ganhadora do Nobel, nesse caso o de Fisiologia e Medicina, com a descoberta sobre \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">os princ\u00edpios chaves de tratamentos com base medicamentosa<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">8<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar desse grande avan\u00e7o,\u00a0 de terem alcan\u00e7ado seu espa\u00e7o na \u00e1rea acad\u00eamica e na pesquisa, de terem tornado-se maioria nas universidades brasileiras, como aponta o Education at Glance, divulgado pela <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), em 2019, as mulheres ainda tinham dificuldades em conseguir um emprego, ou mesmo um sal\u00e1rio como equiparado aos homens nos mesmos cargos.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O que se percebe ainda, \u00e9 uma heran\u00e7a de uma \u00e9poca de preconceitos e patriarcado imorais. \u00c9 triste dizer que ainda lutamos contra algo que n\u00e3o deveria existir, mas, ao mesmo tempo, \u00e9 grandioso perceber o quanto os desafios vem sendo (ainda que a passos lentos) vencidos.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Portanto, frases como a p\u00e9rola que inicia este texto precisam deixar de ser direcionadas a um g\u00eanero espec\u00edfico. Afinal, digamos: \u201cmuito bem, voc\u00ea j\u00e1 pode fazer absolutamente tudo o que quiser\u201d, do cuidar de seu filho a descobrir um novo mundo.<\/span><\/p><h4><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/h4><p><span style=\"font-weight: 400;\">1 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">VICHESSI, Beatriz. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Qual a Universidade mais antiga do Mundo?.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Nova Escola. Outubro, 2001. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/novaescola.org.br\/conteudo\/1568\/qual-e-a-universidade-mais-antiga-do-mundo#:~:text=Na%20concep%C3%A7%C3%A3o%20moderna%2C%20a%20universidade,no%20Cairo%2C%20ganha%20o%20t%C3%ADtulo\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/novaescola.org.br\/conteudo\/1568\/qual-e-a-universidade-mais-antiga-do-mundo#:~:text=Na%20concep%C3%A7%C3%A3o%20moderna%2C%20a%20universidade,no%20Cairo%2C%20ganha%20o%20t%C3%ADtulo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">2 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">FINDLEN, Paula. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Elena Lucrezia Cornaro Piscopia (1646-1684): The First Woman in the World to Earn a University Degree<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (review). Renaissance Quarterly. Renaissance Society of America. Vol. 61. n. 3. 2008. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/muse.jhu.edu\/article\/250828\/summary?casa_token=-ToJhMe3a2kAAAAA:Nx6nQJupDBcf-dub-PDX4nQ9Wt3GEq6C2NLA5TfB5iyQUF-G9Deh007K7Pk0leMWIUmzmPwB\"><span style=\"font-weight: 400;\">h<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ttps:\/\/muse.jhu.edu\/article\/250828\/summary?casa_token=-ToJhMe3a2kAAAAA:Nx6nQJupDBcf-dub-PDX4nQ9Wt3GEq6C2NLA5TfB5iyQUF-G9Deh007K7Pk0leMWIUmzmPwB<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">3 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">MOTTA, D\u00e9bora. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pesquisa analisa a trajet\u00f3ria de inser\u00e7\u00e3o das mulheres no ensino superior. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">FAPERJ. 2014. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.faperj.br\/?id=2748.2.6\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.faperj.br\/?id=2748.2.6<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">4 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">MARTINS, Roberto. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">As primeiras investiga\u00e7\u00f5es de Marie Curie sobre radioatividade. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Grupo de Hist\u00f3ria, Teoria e Ensino de Ci\u00eancias. USP. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.ghtc.usp.br\/server\/pdf\/curie-a1.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.ghtc.usp.br\/server\/pdf\/curie-a1.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">5 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">CARVALHO, Diana. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Marie Curie: uma das mulheres mais importantes da ci\u00eancia. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">ECOA UOL. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/amp-stories\/fizeram-historia-marie-curie\/index.htm\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/amp-stories\/fizeram-historia-marie-curie\/index.htm<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">6 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">GAZZCONECTA. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">5 inven\u00e7\u00f5es feitas por mulheres que mudaram a hist\u00f3ria da inova\u00e7\u00e3o. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Gazeta do Povo.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/gazz-conecta\/invencoes-feitas-por-mulheres-que-mudaram-a-historia-da-inovacao\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/gazz-conecta\/invencoes-feitas-por-mulheres-que-mudaram-a-historia-da-inovacao\/<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">7 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">FABIANO, Cau\u00ea. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Veja 10 mulheres inventoras que revolucionaram o mundo. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Ci\u00eancia e Sa\u00fade. G1. 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2015\/03\/veja-10-mulheres-inventoras-que-revolucionaram-o-mundo.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2015\/03\/veja-10-mulheres-inventoras-que-revolucionaram-o-mundo.html<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">8 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">RODRIGUEZ, Margarita. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a011 tecnologias extraordin\u00e1rias criadas por mulheres. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">BBC News. 2016. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2016\/03\/160302_dia_da_mulher_inventoras_rb\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2016\/03\/160302_dia_da_mulher_inventoras_rb<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">9 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">BBC. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mulheres s\u00e3o maioria nas universidades brasileiras, mas tem dificuldades em encontrar emprego. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Economia. G1. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/2019\/09\/10\/mulheres-sao-maioria-nas-universidades-brasileiras-mas-tem-mais-dificuldades-em-encontrar-emprego.ghtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/2019\/09\/10\/mulheres-sao-maioria-nas-universidades-brasileiras-mas-tem-mais-dificuldades-em-encontrar-emprego.ghtm<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&gt;<\/span><\/p><p><br \/><br \/><\/p>","_et_gb_content_width":"","inline_featured_image":false,"editor_plus_copied_stylings":"{}","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-1471","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-https-www-blogs-unicamp-br-salav-textos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Mulheres na universidade - Sala V<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/2022\/05\/23\/mulheres-na-universidade\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Mulheres na universidade - Sala V\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Muito bem, agora j\u00e1 pode\u2026 \u00a0 \u00a0 Imagine uma mo\u00e7a ou uma menina que fez algo pela primeira vez e algu\u00e9m lhe diz a seguinte frase que come\u00e7a com \u201cmuito bem, agora voc\u00ea j\u00e1 pode\u2026\u201d, aposto que voc\u00ea terminou a frase em sua mente. 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