{"id":2721,"date":"2025-12-02T14:30:29","date_gmt":"2025-12-02T17:30:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/?p=2721"},"modified":"2025-12-02T14:30:31","modified_gmt":"2025-12-02T17:30:31","slug":"e-natural-nao-faz-mal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/salav\/2025\/12\/02\/e-natural-nao-faz-mal\/","title":{"rendered":"&#8220;\u00c9 natural, n\u00e3o faz mal&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Texto escrito por Cyntia Almeida.<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Quem nunca escutou a frase \u201ctoma um chazinho que melhora\u201d ou \u201cconhe\u00e7o algu\u00e9m que usou tal tratamento natrural\u201d, s\u00e3o di\u00e1logos muito comuns no nosso cotidiano, mas ser\u00e1 que os medicamentos naturais n\u00e3o apresentam perigos? O fato de ser algo natural garante 100% de seguran\u00e7a?\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As plantas medicinais s\u00e3o usadas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cdesde que o mundo \u00e9 mundo\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, como diria o ditado, todos j\u00e1 vimos algu\u00e9m recomendar, fazer uso ou n\u00f3s mesmos consumimos, muitas vezes sem procurar saber se os benef\u00edcios s\u00e3o reais ou se o uso deste apresenta algum tipo de risco.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos \u00faltimos anos a ideia de evitar o consumo de qu\u00edmica ou ent\u00e3o que algo faz mal por ter \u201cqu\u00edmica\u201d, \u00e9 algo que tem incentivado muito o uso de produtos naturais ou de shakes que n\u00e3o apresentam a temida \u201cqu\u00edmica\u201d. Para desenvolver esse texto primeiro precisamos combater essa ideia, \u00e9 importante saber que tudo, absolutamente tudo, o que consumimos possui qu\u00edmica, isso inclui as plantas ou os tratamentos naturais, todos eles possuem compostos qu\u00edmicos, que v\u00e3o reagir de alguma maneira no organismo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Cerca de 80% da popula\u00e7\u00e3o mundial faz uso de tratamentos com plantas medicinais, devido ao baixo custo e o f\u00e1cil acesso, afinal est\u00e1 no quintal ou na casa de um conhecido. Al\u00e9m disso, os saberes populares refor\u00e7am o uso das mesmas, sendo estes carregados de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No Brasil as plantas medicinais apresentam a mesma miscigena\u00e7\u00e3o que a popula\u00e7\u00e3o, segundo a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria, as ervas conhecidas no pa\u00eds s\u00e3o resultados da mistura cultural que existe na sociedade, envolvendo desde as plantas conhecida pelos \u00edndios que j\u00e1 estavam aqui na chegada dos portugueses, passando pelo conhecimento europeu que vem junto com a coloniza\u00e7\u00e3o, incluindo o conhecimento africano oriundo do per\u00edodo escravocrata brasileiro, e assim por diante, e aumentando conforme novos conhecimentos v\u00e3o chegando ao territ\u00f3rio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Planta \u00e9 rem\u00e9dio?<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo a Anvisa, Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria, sim, existem plantas medicinais, e essas s\u00e3o tradicionalmente usadas como tratamentos de determinadas doen\u00e7as ou para aliviar sintomas espec\u00edficos, algo que a ag\u00eancia ressalta \u00e9 que para o uso dessas plantas \u00e9 preciso conhecer a mesma e saber como cultiv\u00e1-la, al\u00e9m da maneira correta de colher e a quantidade apropriada para uso, j\u00e1 que o uso excessivo pode apresentar riscos \u00e0 sa\u00fade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m do uso conhecido pelo cultura popular, que \u00e9 passado ao longo dos anos, as\u00a0 plantas medicinais passaram a ser usadas no desenvolvimento de medicamentos pelas ind\u00fastrias farmac\u00eauticas, no momento que essa erva passa por um tratamento industrial, esse produto, feito com mat\u00e9ria prima natural e sem apresentar subst\u00e2ncias que sejam diferentes do insumo, passa a ser chamado de medicamento fitoter\u00e1pico. Esse processo apresenta benef\u00edcios para o consumidor, garantindo que a planta tenha sido cultivada como deveria, impedindo contamina\u00e7\u00e3o no medicamento e assegurando o uso da dosagem correta.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Perigos escondidos.<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar de serem naturais, quando n\u00e3o cultivadas e tratadas da maneira correta as plantas medicinais podem apresentar alguns riscos para a sa\u00fade. As doen\u00e7as geradas pelo consumo de ervas alimentares e medicamentosas , conhecidas popularmente como \u201cintoxica\u00e7\u00e3o alimentar&#8221;, ocorrem devido \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias, parasitas, toxicidade, metais pesados, al\u00e9m dos perigos que j\u00e1 conhecemos como o uso excessivo de agrot\u00f3xicos e dos temidos produtos qu\u00edmicos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assim como as plantas aliment\u00edcias, as ervas medicinais est\u00e3o sujeitas a ataques de fungos e parasitas (organismos que dependem de outros para sobreviver, assim retirando nutrientes do hospedeiro e o prejudicando). No entanto, segundo a Embrapa, os produtos usados no combate a essas visitas indesejadas no plantio de alimentos n\u00e3o podem ser usados no medicinal, pois a concentra\u00e7\u00e3o dessas subst\u00e2ncias, quando se trata de rem\u00e9dios, pode gerar grandes riscos a sa\u00fade de quem os consumir, ou seja, a toxicidade dessa prote\u00e7\u00e3o \u00e9 maior para esse caso.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Outro perigo enfrentado por essas ervas \u00e9 o plantio inapropriado, onde a mesma n\u00e3o consegue se desenvolver corretamente, devido a falta de nutrientes no solo, clima inadequado ou o trato que ela necessita, esses fatores afetam o desenvolvimento e consequentemente seu desempenho. Al\u00e9m desses riscos, existe a amea\u00e7a do solo estar contaminado com metais pesados, no cotidiano o ser humano deve consumir uma determinada quantia desses compostos, por\u00e9m, quando consumidos em excesso os mesmos oferecem riscos \u00e0 sa\u00fade, pois prejudicam o transporte de nutrientes pelo organismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Existem ainda os riscos da contamina\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, que podem acontecer antes da colheita, devido a \u00e1gua contaminada com bact\u00e9rias, adubos que s\u00e3o produzidos de maneira inadequadas ou uso de mat\u00e9rias inapropriadas para enriquecer o terreno, sendo que estes podem estar contaminadas por microorganismo patog\u00eanicos (expelidos pelas fezes). O poss\u00edvel cont\u00e1gio tamb\u00e9m ocorre ap\u00f3s a colheita por meio da m\u00e1 manipula\u00e7\u00e3o humana, que engloba a limpeza mal feita, transporte e embalagens sujas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A secagem da planta se feita de maneira incorreta, tamb\u00e9m acaba por prejudicar o consumo das mesmas, pois gera perda da qualidade do produto,\u00a0 ao apresentar uma porcentagem alta de umidade permite o desenvolvimento de microorganismo. Quando realizada de modo inadequado para determinados tipos de ervas ocorre a danifica\u00e7\u00e3o dos componentes qu\u00edmicos, al\u00e9m da cor, sabor e odor.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Nem tudo est\u00e1 perdido.<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos \u00faltimos anos foram desenvolvidos m\u00e9todos de controle de pragas para essas plantas com o uso de pesticidas naturais, outro fator que pode ser explorado para evitar e dissemina\u00e7\u00e3o de parasitas \u00e9 o plantio espa\u00e7ado, onde cada muda possui seu espa\u00e7o, irriga\u00e7\u00e3o e fertiliza\u00e7\u00e3o, o que diminui as chances de contamina\u00e7\u00e3o. Para o plantio seguro e livre de altera\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de metais pesados, o terreno deve ser analisado ou ent\u00e3o a planta pode ser cultivada em vasos, fazendo uso de terra apropriada para o plantio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Uso de \u00e1gua com o devido tratamento e sem contaminantes, nesse caso vale ressaltar que \u00e9 necess\u00e1ria uma boa pol\u00edtica de saneamento b\u00e1sico para garantir que todos tenham acesso a \u00e1gua tratada. Outro fator que deve ser levado a s\u00e9rio e realizado da maneira correta \u00e9 a compostagem dos adubos, evitando assim a presen\u00e7a de microorganismos indesejados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Quanto mais pesquisas, seguras, testadas e aprovadas pelos \u00f3rg\u00e3os regulamentares sobre plantas medicinais, maior ser\u00e1 o acesso confi\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o a esses tratamentos de f\u00e1cil acesso.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assim, as plantas medicinais podem ser usadas, por\u00e9m de maneira cautelosa, com quantias que ir\u00e3o garantir tratamento e n\u00e3o intoxica\u00e7\u00e3o, com ervas cultivadas de modo correto e sem riscos de contamina\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias:\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">FIRMO, W. et al. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Contexto hist\u00f3rico , uso popular e concep\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre plantas medicinais. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Caderno de Pesquisa. V. 18. n. especial. 2011. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"http:\/\/www.periodicoseletronicos.ufma.br\/index.php\/cadernosdepesquisa\/article\/view\/746\/2578\"><span style=\"font-weight: 400\">http:\/\/www.periodicoseletronicos.ufma.br\/index.php\/cadernosdepesquisa\/article\/view\/746\/2578<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">MOREIRA, T. SALGADO, H. PIETRO, R. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">O Brasil no contexto de controle de qualidade de plantas medicinais. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Revista Brasileira de Farmacologia. Julho. 2010. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbfar\/a\/Jff79JxJ8RktS6ryT7WDXHj\/?format=pdf&amp;lang=pt\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbfar\/a\/Jff79JxJ8RktS6ryT7WDXHj\/?format=pdf&amp;lang=pt<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">CARVALHO, L. COSTA, J. CARNELOSSI, M. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Qualidade em plantas medicinais<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Embrapa. Dezembro. 2010. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/bitstream\/doc\/884897\/1\/doc162.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/bitstream\/doc\/884897\/1\/doc162.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Anvisa. Resolu\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada &#8211; RDC. N. 26. Maio. 2014. Dispon\u00edvel em: &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/anvisa\/2014\/rdc0026_13_05_2014.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/anvisa\/2014\/rdc0026_13_05_2014.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Anvisa. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Medicamentos fitoter\u00e1picos e plantas medicinais. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Outubro. 2020. Dispon\u00edvel em : &lt;<\/span><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/fitoterapicos\"><span style=\"font-weight: 400\">h<\/span><span style=\"font-weight: 400\">ttps:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/medicamentos\/fitoterapicos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">&gt;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto escrito por Cyntia Almeida. &nbsp; Quem nunca escutou a frase \u201ctoma um chazinho que melhora\u201d ou \u201cconhe\u00e7o algu\u00e9m que usou tal tratamento natrural\u201d, s\u00e3o di\u00e1logos muito comuns no nosso cotidiano, mas ser\u00e1 que os medicamentos naturais n\u00e3o apresentam perigos? 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