{"id":1682,"date":"2025-06-20T13:43:09","date_gmt":"2025-06-20T16:43:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/?p=1682"},"modified":"2025-06-20T13:43:09","modified_gmt":"2025-06-20T16:43:09","slug":"resenha-em-capsula-vi-imperialismo-e-empresa-estatal-no-capitalismo-dependente-brasileiro-1956-1998","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/2025\/06\/20\/resenha-em-capsula-vi-imperialismo-e-empresa-estatal-no-capitalismo-dependente-brasileiro-1956-1998\/","title":{"rendered":"Resenha em c\u00e1psula (VI): Imperialismo e empresa estatal no capitalismo dependente brasileiro: (1956-1998)"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por:<\/strong> Leonardo Dias Nunes<\/p>\n<p>O livro <em>Imperialismo e empresa estatal no capitalismo dependente brasileiro: (1956-1998)<\/em> foi publicado no ano de 2023 e \u00e9 o resultado da pesquisa de doutorado de Carlos Henrique Lopes Rodrigues. Trata-se de um trabalho que analisa a a\u00e7\u00e3o do imperialismo norte-americano e suas rela\u00e7\u00f5es com as metamorfoses do desenvolvimento capitalista no Brasil na segunda metade do s\u00e9culo XX. Diferentemente de conhecidas interpreta\u00e7\u00f5es, Rodrigues demonstra que o neoliberalismo no Brasil n\u00e3o foi tardio, pois iniciou-se no princ\u00edpio da d\u00e9cada de 1980, momento em que a economia brasileira se adequava \u00e0 nova conjuntura do imperialismo, caracterizada pela transi\u00e7\u00e3o para a internacionaliza\u00e7\u00e3o financeira. O autor afirma que a sociedade brasileira caminha \u00e0 incivilidade ou \u00e0 barb\u00e1rie, consequ\u00eancia l\u00f3gica de um processo de dilapida\u00e7\u00e3o da estrutura industrial nacional. Com incisivas afirma\u00e7\u00f5es, a obra traz a necess\u00e1ria cr\u00edtica de um processo hist\u00f3rico de subordina\u00e7\u00e3o nacional e a corajosa esperan\u00e7a na constru\u00e7\u00e3o de um mundo al\u00e9m do capital e do capitalismo. Por fim, Rodrigues contribui para uma maior compreens\u00e3o dessa sociedade cujo Estado nacional orientou a a\u00e7\u00e3o de suas empresas estatais de acordo com os interesses das empresas multinacionais que se instalaram no Brasil durante o processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o produtiva e, posteriormente, de acordo com os interesses do capital internacional no processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n<p>RODRIGUES, Carlos Henrique Lopes. <em>Imperialismo e empresa estatal no capitalismo dependente brasileiro (1956-1998)<\/em>. 1. ed. \u2013 S\u00e3o Paulo: Alameda, 2023.<\/p>\n<p>*Esta <em>Resenha em C\u00e1psula<\/em> foi escrita a partir da resenha publicada pelo autor na <a href=\"https:\/\/medium.com\/mundorama\/resenha-do-livro-imperialismo-e-empresa-estatal-no-capitalismo-dependente-brasileiro-1956-1998-9cb748d8c610\">Revista Mundorama<\/a>. A vers\u00e3o em ingl\u00eas foi publicada na <a href=\"https:\/\/marxandphilosophy.org.uk\/reviews\/22179_imperialismo-e-empresa-estatal-no-capitalismo-dependente-brasileiro-1956-1998-by-carlos-henrique-lopes-rodrigues-reviewed-by-leonardo-dias-nunes\/\">Marx and Philosophy Review of Books<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Resenha em c\u00e1psula (VI): Imperialismo e empresa estatal no capitalismo dependente brasileiro: (1956-1998).<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":680,"featured_media":1685,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[571],"tags":[142,91,232],"class_list":["post-1682","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-resenha-em-capsula","tag-desenvolvimento-economico","tag-economia-brasileira","tag-neoliberalismo"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-content\/uploads\/sites\/183\/2025\/06\/Capa-Imperialismo-e-empresa-estatal-1.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/680"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1682"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1682\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1684,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1682\/revisions\/1684"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1685"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/sobreeconomia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}