{"id":2284,"date":"2014-02-11T15:15:01","date_gmt":"2014-02-11T18:15:01","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/synbiobrasil\/?p=2284"},"modified":"2014-02-11T15:15:01","modified_gmt":"2014-02-11T18:15:01","slug":"faqs-da-bioengenharia-introducao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/2014\/02\/11\/faqs-da-bioengenharia-introducao\/","title":{"rendered":"FAQs da Bioengenharia &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/unnamed.png\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2308 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/unnamed.png\" alt=\"FAQ da Bioengenharia 1\" width=\"500\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/unnamed.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/unnamed-300x180.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/unnamed-200x120.png 200w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Preocupados com os novos amantes da biologia sint\u00e9tica, estamos procurando materiais de introdu\u00e7\u00e3o no assunto e encontramos algumas coisas interessantes! \ud83d\ude42<\/p>\n<p>Por isso vamos colocar uma sequ\u00eancia de posts explicativos, partindo de uma vis\u00e3o geral e seguindo por perguntas mais espec\u00edficas. \u00c9 um pequeno tutorial-FAQ sobre alguns fundamentos que quando entendidos ajudam bastante a entender algumas de nossas discuss\u00f5es e outros posts deste blog. Serve para ajudar principalmente quem n\u00e3o \u00e9 da \u00e1rea de biol\u00f3gicas ou quem ainda n\u00e3o se aprofundou muito neste assunto! Se continuarem com d\u00favidas, perguntem t\u00e1?!<\/p>\n<p>Lembrem-se de ativar as legendas dos v\u00eddeos, caso necessitem! Todos possuem legendas originais em ingl\u00eas e alguns em portugu\u00eas. Voc\u00ea pode coloc\u00e1-las traduzidas quando s\u00f3 houver em ingl\u00eas (n\u00e3o muito recomendado, rs). Nos v\u00eddeos do JOVE existe a op\u00e7\u00e3o de colocar os textos em portugu\u00eas. Se voc\u00ea n\u00e3o sabia que o YouTube fazia isso por voc\u00ea, d\u00e1 uma olhada\u00a0<a href=\"https:\/\/support.google.com\/youtube\/answer\/100078?hl=pt-BR\">aqui<\/a>\u00a0(dica: barrinha inferior do v\u00eddeo).<\/p>\n<p>Antes de mais nada, voc\u00ea sabe o que s\u00e3o e quais as rela\u00e7\u00f5es entre nossas principais mol\u00e9culas org\u00e2nicas (DNA, RNA e prote\u00ednas), certo? Se sua resposta \u00e9 n\u00e3o, assista um desses v\u00eddeos!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=h3b9ArupXZg\">[youtube_sc url=&#8221;http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=h3b9ArupXZg#t=0&#8243;]<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=h3b9ArupXZg\">[youtube_sc url=&#8221;http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=tMr9XH64rtM&#8221;]<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Indo al\u00e9m da Estrutura\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">OK, agora vamos al\u00e9m desses conceitos b\u00e1sicos dos v\u00eddeos. Mais que entender a estrutura e a din\u00e2mica dessas biom\u00f3leculas, como os cientistas a alteram? Em linhas gerais, como se faz para modificar geneticamente um organismo?<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-2645\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-620x666.jpg\" alt=\"320\" width=\"620\" height=\"666\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-620x666.jpg 620w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-279x300.jpg 279w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-954x1024.jpg 954w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-768x825.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-300x322.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320-186x200.jpg 186w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2014\/02\/320.jpg 1409w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vamos l\u00e1! Primeiro pegamos um pedacinho codificante de DNA (gene) de outro organismo que tenha certa caracter\u00edstica que desejamos. Para isso, extra\u00edmos o DNA e depois multiplicamos s\u00f3 esse peda\u00e7o que nos interessa atrav\u00e9s de uma t\u00e9cnica chamada PCR (afinal, a efici\u00eancia das transforma\u00e7\u00f5es \u00e9 pequena e quanto mais material melhor). Precisamos tamb\u00e9m extrair e abrir os plasm\u00eddeos (DNA circular) do organismo escolhido para receber este gene e assim receber as novas caracter\u00edsticas (j\u00e1 que\u00a0o plasm\u00eddeo \u00e9 nosso principal ve\u00edculo de introdu\u00e7\u00e3o dos genes nas c\u00e9lulas). Para abrir estes plasm\u00eddeos usamos enzimas de restri\u00e7\u00e3o que cortam as mol\u00e9culas de DNA em lugares espec\u00edficos e chamamos isso de digest\u00e3o. Depois que tivermos v\u00e1rios plasm\u00eddeos e genes, podemos grud\u00e1-los com a ajuda de enzimas de liga\u00e7\u00e3o.\u00a0E ent\u00e3o, para saber se nosso novo plasm\u00eddeo deu certo usamos uma t\u00e9cnica de separa\u00e7\u00e3o por carga e tamanho de mol\u00e9cula, a eletroforese em gel. Nela, as mol\u00e9culas se acumulam em certas posi\u00e7\u00f5es que nos dizem seus tamanhos (mergulhadas em um pol\u00edmero)\u00a0e assim podemos identificar aquelas que correspondem ao que estimamos. Al\u00e9m disso, fazemos testes com a t\u00e9cnica PCR e o sequenciamento gen\u00e9tico. Se os testes disserem que tudo que fizemos deu certo, recuperamos o material e colocamos nossos novos plasm\u00eddeos nos organismos, geralmente utilizando choque t\u00e9rmico ou el\u00e9trico. Esse passo, introdu\u00e7\u00e3o de plasm\u00eddeos, \u00e9 a chamada transforma\u00e7\u00e3o. Mas para selecionarmos somente aqueles organismos que realmente foram transformados usamos antibi\u00f3ticos que matam as c\u00e9lulas que n\u00e3o ganharam os nossos novos plasm\u00eddeos, j\u00e1 que n\u00e3o possuem os genes de resist\u00eancia que foram colocados neles. E no final, cada c\u00e9lula que sobreviveu se multiplicar\u00e1, formando col\u00f4nias de organismos geneticamente modificados. Agora d\u00e1 uma olhada no esquema de novo e v\u00ea se entendeu at\u00e9 aqui!<\/p>\n<p>Por Otto Heringer e Viviane Siratuti.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Preocupados com os novos amantes da biologia sint\u00e9tica, estamos procurando materiais de introdu\u00e7\u00e3o no assunto e encontramos algumas coisas interessantes! \ud83d\ude42 Por isso vamos colocar uma sequ\u00eancia de posts explicativos, partindo de uma vis\u00e3o geral e seguindo por perguntas mais espec\u00edficas. \u00c9 um pequeno tutorial-FAQ sobre alguns fundamentos que quando entendidos ajudam bastante a entender [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":507,"featured_media":2286,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[2,12,13,16,20],"tags":[124,125,188,206,218,219,404,445,486,504,509],"class_list":["post-2284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alguns-fundamentos-basicos","category-faqs-alguns-fundamentos-basicos","category-geral","category-introducao-a-biologia-sintetica","category-pcr","tag-choque-eletrico","tag-choque-termico","tag-dna","tag-eletroforese","tag-enzimas-de-ligacao","tag-enzimas-de-restricao","tag-pcr","tag-proteinas","tag-rna","tag-selecao","tag-sequenciamento-genetico"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-content\/uploads\/sites\/246\/2013\/12\/01.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/507"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2284"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2284\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2286"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/synbiobrasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}