{"id":1258,"date":"2025-08-20T12:59:19","date_gmt":"2025-08-20T15:59:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258"},"modified":"2026-01-16T17:22:57","modified_gmt":"2026-01-16T20:22:57","slug":"o-que-nos-ensina-a-corrosao-do-titanic-sobre-impactos-ambientais-no-fundo-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/2025\/08\/20\/o-que-nos-ensina-a-corrosao-do-titanic-sobre-impactos-ambientais-no-fundo-do-mar\/","title":{"rendered":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" eplus-wrapper\"><em>Por Laura Cristina<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">No fundo dos oceanos, milh\u00f5es de navios naufragados repousam em sil\u00eancio, de transatl\u00e2nticos famosos como o <a href=\"https:\/\/manchetempo.uff.br\/?p=1017&amp;hl=pt-BR\">Titanic<\/a> a incont\u00e1veis cargueiros e navios de guerra. Longe de serem apenas rel\u00edquias hist\u00f3ricas ou meros pontos de interesse para mergulhadores, esses gigantes adormecidos representam uma amea\u00e7a ambiental crescente, funcionando como verdadeiras bombas ecol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Mesmo um naufr\u00e1gio famoso como do Titanic, que repousa no Atl\u00e2ntico Norte desde 1912, embora n\u00e3o seja uma grande amea\u00e7a de vazamento de \u00f3leo no padr\u00e3o dos navios modernos, sua estrutura de a\u00e7o est\u00e1 se desintegrando. Essa corros\u00e3o libera ferro na \u00e1gua, alterando a qu\u00edmica local e permitindo o crescimento de bact\u00e9rias espec\u00edficas que absorvem o metal. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"is-style-default wp-block-media-text is-stacked-on-mobile eplus-wrapper\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"763\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-763x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1260 size-full\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-763x1024.jpg 763w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-223x300.jpg 223w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-768x1031.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-500x671.jpg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25-800x1074.jpg 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Jornal-Titanic-Laura-Ago25.jpg 840w\" sizes=\"(max-width: 763px) 100vw, 763px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\" eplus-wrapper\">Manchete anunciando naufr\u00e1gio do Titanic ap\u00f3s colis\u00e3o com iceberg, em 1912. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Fonte: Arquivo The New York Times.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O estudo do Titanic ajuda os cientistas a entenderem como os materiais se comportam em \u00e1guas profundas ao longo de um s\u00e9culo, fornecendo dados cruciais para prever o que acontecer\u00e1 com outros naufr\u00e1gios mais recentes e, potencialmente, mais poluidores. A trag\u00e9dia levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.navcen.uscg.gov\/international-ice-patrol-about-us\">Patrulha Internacional do Gelo<\/a>, que monitora icebergs no Atl\u00e2ntico Norte e a busca pelos destro\u00e7os e o estudo do naufr\u00e1gio tamb\u00e9m impulsionaram avan\u00e7os na <a href=\"https:\/\/www.navcen.uscg.gov\/international-ice-patrol-about-us\">tecnologia de sonar<\/a> e na oceanografia, al\u00e9m dos prot\u00f3tipos e estudos recentes sobre o sat\u00e9lite <a href=\"https:\/\/oceanexplorer.noaa.gov\/explainers\/mapping.html\">SWOT<\/a>, permitindo um mapeamento mais preciso do fundo do oceano, com dados visuais e sonoros em alta resolu\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, pesquisadores da Universidade de Dalhousie (Canad\u00e1) e da Universidade de Sevilha (Espanha) descobriram uma nova <a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/9079-species-rust-eating-bacteria-destroying-titanic.html\">bact\u00e9ria capaz de consumir \u00f3xidos de ferro,<\/a> a qual foi chamada de <em>Halomonas titanicae<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A&nbsp; preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o conte\u00fado desses naufr\u00e1gios, como os navios da Primeira e Segunda Guerras Mundiais, que afundaram carregados com milh\u00f5es de litros de combust\u00edvel e \u00f3leos pesados. Um vazamento desses pode cobrir vastas extens\u00f5es de \u00e1gua, sufocando peixes e aves marinhas, contaminando praias e destruindo habitats delicados como os recifes de coral e mangues. De acordo com o <a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/journals\/marine-science\/articles\/10.3389\/fmars.2022.1017136\/full\">estudo realizado<\/a> pela microbiologista belga Josefien Van Landuyt em 2022, h\u00e1 aproximadamente 20 milh\u00f5es de toneladas de produtos petrol\u00edferos nos oceanos do mundo como consequ\u00eancia dos naufr\u00e1gios das Primeira e Segunda Guerras Mundiais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">N\u00e3o apenas o combust\u00edvel, mas a pr\u00f3pria estrutura dos navios, as tintas usadas (muitas delas com compostos t\u00f3xicos) e as cargas que transportavam s\u00e3o fontes de polui\u00e7\u00e3o. Metais pesados como merc\u00fario, ars\u00eanio, cobre e c\u00e1dmio se desprendem lentamente, contaminando a \u00e1gua e os sedimentos do fundo do mar. Esses metais n\u00e3o desaparecem; eles se acumulam na cadeia alimentar marinha, ou seja, s\u00e3o absorvidos por pequenos organismos que servem de alimento para peixes maiores. No topo dessa cadeia est\u00e3o os seres humanos. Al\u00e9m disso, muitos navios militares afundaram com muni\u00e7\u00f5es, explosivos e at\u00e9 armas qu\u00edmicas. Com a corros\u00e3o natural ao longo das d\u00e9cadas, h\u00e1 um risco real de que esses materiais perigosos sejam liberados, com consequ\u00eancias ainda desconhecidas e devastadoras para o ambiente marinho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><a href=\"https:\/\/iucn.org\/resources\/issues-brief\/marine-pollution-sunken-vessels\">An\u00e1lises feitas pela Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN)<\/a> avaliam mais de 8.500, entre 3 milh\u00f5es de naufr\u00e1gios, como altamente poluentes, visto a libera\u00e7\u00e3o de mais de 20 bilh\u00f5es de poluentes, em sua maioria \u00f3leos de combust\u00edveis pesados.<br><strong><br><\/strong>Felizmente, nem todo naufr\u00e1gio \u00e9 uma m\u00e1 not\u00edcia para o oceano. Em muitos casos, especialmente em \u00e1reas onde o fundo do mar \u00e9 plano e arenoso, a estrutura de um navio afundado intencional e n\u00e3o intencionalmente pode se transformar em um <a href=\"https:\/\/www.bioicos.org.br\/post\/recifes-artificiais-uma-solucao-para-a-pressao-antropica-em-recifes-naturais\">recife artificial<\/a>. Ele oferece um novo habitat, com fendas e esconderijos que atraem diversidade de vida marinha. Peixes encontram abrigo, corais e esponjas se fixam nas superf\u00edcies met\u00e1licas e formam col\u00f4nias coloridas, e toda uma comunidade biol\u00f3gica floresce ao redor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\" wp-block-heading eplus-wrapper\">Monitoramento e solu\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O desafio global para fiscalizar e solucionar os naufr\u00e1gios \u00e9 imenso. Com a quantidade estimada de milh\u00f5es de naufr\u00e1gios no fundo dos oceanos, muitos deles ainda n\u00e3o mapeados, o tempo est\u00e1 correndo. O bi\u00f3logo marinho Maur\u00edcio Carvalho, estimou <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/geral\/audio\/2023-06\/catalogo-apresenta-quase-tres-mil-casos-de-naufragios-no-brasil\">cerca de quase 3 mil naufr\u00e1gios no Brasil<\/a>. A corros\u00e3o natural, acelerada pelo aquecimento das \u00e1guas, aumenta o risco de novos vazamentos. Remover esses destro\u00e7os \u00e9 uma tarefa extremamente cara, complexa e, muitas vezes, invi\u00e1vel, al\u00e9m de envolver quest\u00f5es legais e culturais intr\u00ednsecas.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\" wp-block-media-text is-stacked-on-mobile eplus-wrapper\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1259 size-full\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-768x430.jpg 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-1536x860.jpg 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-500x280.jpg 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-800x448.jpg 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25-1280x717.jpg 1280w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg 1582w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\" eplus-wrapper\">Destro\u00e7os do Titanic nas profundezas do Atl\u00e2ntico, tomado por microrganismos. Cr\u00e9dito: NOAA\/Science Photo Library<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><br>Para enfrentar essa amea\u00e7a, a tecnologia se torna uma aliada essencial. Sondas e sonares s\u00e3o usados para mapear o fundo do mar e localizar novos naufr\u00e1gios. Rob\u00f4s submarinos, equipados com c\u00e2meras de alta resolu\u00e7\u00e3o e sensores, inspecionam os destro\u00e7os de perto, procuram por sinais de corros\u00e3o e vazamentos vis\u00edveis, e coletam amostras de \u00e1gua e sedimentos para an\u00e1lise qu\u00edmica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Sensores de qualidade da \u00e1gua s\u00e3o implantados para detectar a presen\u00e7a de \u00f3leo ou metais pesados em tempo real, alertando as autoridades sobre qualquer anormalidade. Na superf\u00edcie, sat\u00e9lites e drones com tecnologia de radar avan\u00e7ada podem identificar manchas de \u00f3leo, mesmo em vasta extens\u00e3o, enquanto modelos computacionais preveem a trajet\u00f3ria e o impacto de um poss\u00edvel vazamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A combina\u00e7\u00e3o dessas tecnologias permite um monitoramento mais eficaz e uma resposta mais r\u00e1pida a poss\u00edveis desastres. \u00c9 crucial que a comunidade cient\u00edfica, governos e organiza\u00e7\u00f5es trabalhem juntos para mapear esses fantasmas submersos, desenvolver novas estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o e garantir que o legado do passado n\u00e3o comprometa o futuro dos oceanos. Afinal, a sa\u00fade dos mares est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 sa\u00fade do planeta e \u00e0 sobreviv\u00eancia de todo tipo de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><strong><em>O Blog Um Oceano tem parceria com a Rede&nbsp;<a href=\"https:\/\/ressoaoceano.eco.br\/\">Ressoa Oceano<\/a><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image \">\n<figure class=\"aligncenter eplus-wrapper\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-300x300.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-796\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-300x300.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-1024x1024.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-150x150.png 150w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-768x768.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-1536x1536.png 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-500x500.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-800x800.png 800w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo-1280x1280.png 1280w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2023\/12\/ressoa_vert_cor_circulo.png 1800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><strong>LEIA MAIS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/geral\/audio\/2023-06\/catalogo-apresenta-quase-tres-mil-casos-de-naufragios-no-brasil\"><strong>Cat\u00e1logo apresenta quase tr\u00eas mil casos de naufr\u00e1gios no Brasil<\/strong><\/a>, Radio Ag\u00eancia, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><a href=\"https:\/\/www.naufragiosdobrasil.com.br\/estatistica.htm\"><strong>Estat\u00edsticas dos Naufr\u00e1gios no Brasil<\/strong><br><\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/2675-2824072.23074\"><strong>Historical shipwrecks in international waters contribute to coastal pollution<\/strong><\/a><strong>. <\/strong>Brief Communication, Ocean Coast. Res. 72, 2024.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Laura Cristina No fundo dos oceanos, milh\u00f5es de navios naufragados repousam em sil\u00eancio, de transatl\u00e2nticos famosos como o Titanic a incont\u00e1veis cargueiros e navios de guerra. Longe de serem apenas rel\u00edquias hist\u00f3ricas ou meros pontos de interesse para mergulhadores, esses gigantes adormecidos representam uma amea\u00e7a ambiental crescente, funcionando como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":1259,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"_eb_attr":"","editor_plus_copied_stylings":"{}","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[27,166,53,167],"class_list":["post-1258","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia-em-gotas","tag-decada-do-oceano","tag-naufragio","tag-poluicao","tag-titanic"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Por Laura Cristina No fundo dos oceanos, milh\u00f5es de navios naufragados repousam em sil\u00eancio, de transatl\u00e2nticos famosos como o Titanic a incont\u00e1veis cargueiros e navios de guerra. Longe de serem apenas rel\u00edquias hist\u00f3ricas ou meros pontos de interesse para mergulhadores, esses gigantes adormecidos representam uma amea\u00e7a ambiental crescente, funcionando como [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Um Oceano\" \/>\n<meta property=\"article:author\" content=\"Facebook.com\/germanabarata\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-08-20T15:59:19+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-16T20:22:57+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1582\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"886\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Germana Barata\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@germanabarata\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Germana Barata\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\"},\"author\":{\"name\":\"Germana Barata\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27\"},\"headline\":\"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar?\",\"datePublished\":\"2025-08-20T15:59:19+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-16T20:22:57+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\"},\"wordCount\":1069,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg\",\"keywords\":[\"D\u00e9cada do Oceano\",\"Naufr\u00e1gio\",\"Polui\u00e7\u00e3o\",\"Titanic\"],\"articleSection\":[\"Ci\u00eancia em Gotas\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\",\"url\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\",\"name\":\"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg\",\"datePublished\":\"2025-08-20T15:59:19+00:00\",\"dateModified\":\"2026-01-16T20:22:57+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg\",\"width\":1582,\"height\":886,\"caption\":\"Destro\u00e7os do Titanic nas profundezas do Atl\u00e2ntico, tomado por microrganismos. Cr\u00e9dito: NOAA\/Science Photo Library\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/\",\"name\":\"Um Oceano\",\"description\":\"Grupo de pesquisa dedicado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre o oceano\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27\",\"name\":\"Germana Barata\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6548dba24c9244380c966203353908d52def20a003e712e22c3213e04d5880a1?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6548dba24c9244380c966203353908d52def20a003e712e22c3213e04d5880a1?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Germana Barata\"},\"description\":\"Jornalista de ci\u00eancia, mestre e doutora em hist\u00f3ria social. \u00c9 pesquisadora do Laborat\u00f3rio de Estudos Avan\u00e7ados em Jornalismo (Labjor) do N\u00facleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri) da Unicamp e editora dos blogs Ci\u00eancia em Revista e Um Oceano.\",\"sameAs\":[\"Facebook.com\/germanabarata\",\"https:\/\/x.com\/germanabarata\"],\"url\":\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/author\/germana\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano","og_description":"Por Laura Cristina No fundo dos oceanos, milh\u00f5es de navios naufragados repousam em sil\u00eancio, de transatl\u00e2nticos famosos como o Titanic a incont\u00e1veis cargueiros e navios de guerra. Longe de serem apenas rel\u00edquias hist\u00f3ricas ou meros pontos de interesse para mergulhadores, esses gigantes adormecidos representam uma amea\u00e7a ambiental crescente, funcionando como [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258","og_site_name":"Um Oceano","article_author":"Facebook.com\/germanabarata","article_published_time":"2025-08-20T15:59:19+00:00","article_modified_time":"2026-01-16T20:22:57+00:00","og_image":[{"width":1582,"height":886,"url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Germana Barata","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@germanabarata","twitter_misc":{"Escrito por":"Germana Barata","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258"},"author":{"name":"Germana Barata","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27"},"headline":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar?","datePublished":"2025-08-20T15:59:19+00:00","dateModified":"2026-01-16T20:22:57+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258"},"wordCount":1069,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg","keywords":["D\u00e9cada do Oceano","Naufr\u00e1gio","Polui\u00e7\u00e3o","Titanic"],"articleSection":["Ci\u00eancia em Gotas"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258","url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258","name":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar? - Um Oceano","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg","datePublished":"2025-08-20T15:59:19+00:00","dateModified":"2026-01-16T20:22:57+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#primaryimage","url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/285\/2025\/08\/Naufragio-Laura-ago25.jpg","width":1582,"height":886,"caption":"Destro\u00e7os do Titanic nas profundezas do Atl\u00e2ntico, tomado por microrganismos. Cr\u00e9dito: NOAA\/Science Photo Library"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=1258#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O que nos ensina a corros\u00e3o do Titanic sobre impactos ambientais no fundo do mar?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#website","url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/","name":"Um Oceano","description":"Grupo de pesquisa dedicado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre o oceano","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/78af47ae2b0891e4e8f586caeb57fc27","name":"Germana Barata","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6548dba24c9244380c966203353908d52def20a003e712e22c3213e04d5880a1?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6548dba24c9244380c966203353908d52def20a003e712e22c3213e04d5880a1?s=96&d=mm&r=g","caption":"Germana Barata"},"description":"Jornalista de ci\u00eancia, mestre e doutora em hist\u00f3ria social. \u00c9 pesquisadora do Laborat\u00f3rio de Estudos Avan\u00e7ados em Jornalismo (Labjor) do N\u00facleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri) da Unicamp e editora dos blogs Ci\u00eancia em Revista e Um Oceano.","sameAs":["Facebook.com\/germanabarata","https:\/\/x.com\/germanabarata"],"url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/author\/germana\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1258","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1258"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1258\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1330,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1258\/revisions\/1330"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1259"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}