{"id":478,"date":"2022-06-06T11:48:24","date_gmt":"2022-06-06T14:48:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/?p=478"},"modified":"2024-01-24T17:55:44","modified_gmt":"2024-01-24T20:55:44","slug":"__trashed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/2022\/06\/06\/__trashed\/","title":{"rendered":"Bact\u00e9rias com alto potencial de degrada\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo podem minimizar impacto no ambiente"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-left eplus-wrapper\"><strong><span style=\"color: #000000\">As bact\u00e9rias descritas usam petr\u00f3leo como fonte de carbono e energia. Achado contribui para ampliar os conhecimentos sobre o mecanismo da biorremedia\u00e7\u00e3o, eficaz em desastres ambientais<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">Pesquisa realizada pr\u00f3ximo ao porto de petr\u00f3leo da cidade de Karachi, no Paquist\u00e3o, identificou quatro esp\u00e9cies de bact\u00e9rias habitando corpos de peixes. Os pesquisadores da Kohat University of Science and Technology demonstraram que o grupo de bact\u00e9rias <em>Bacillus<\/em> \u00e9 o candidato com o maior potencial para a degrada\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e, consequentemente, para o processo de biorremedia\u00e7\u00e3o devido a sua alta adaptabilidade em condi\u00e7\u00f5es extremas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized eplus-wrapper\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/umoceano\/wp-content\/uploads\/sites\/278\/2022\/06\/img9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-497\" width=\"794\" height=\"611\" \/><figcaption><sub>Porto de Karachi foi palco do pior desastre ambiental na regi\u00e3o em acidente do petroleiro Tasman Spirit em 2003, com o despejo de 35.000 toneladas de petr\u00f3leo bruto. &#8211; Foto: <em>Pakistan Council of Scientific and Industrial Research<\/em> (PCSIR)<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">Outros dois estudos da d\u00e9cada passada descritos por pesquisadores da Kuwait University demonstraram achados semelhantes no Golfo Ar\u00e1bico onde havia bact\u00e9rias degradadoras de derivados de petr\u00f3leo associadas a peixes. O talento das bact\u00e9rias na obten\u00e7\u00e3o de energia atrav\u00e9s desses compostos \u00e9 resultado da grande diversidade metab\u00f3lica que possuem. Tamanha versatilidade somada ao fato de tolerarem condi\u00e7\u00f5es ambientais desfavor\u00e1veis para outros organismos, assume um papel chave no processo da biorremedia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">No estudo, cientistas identificaram diferentes grupos de bact\u00e9rias habitando 11 esp\u00e9cies de peixes contaminados com petr\u00f3leo. Os peixes apresentaram bact\u00e9rias na pele, br\u00e2nquias e v\u00edsceras, por\u00e9m cada esp\u00e9cie continha os microrganismos em diferentes membros. Sardinhas, por exemplo, apresentaram maior quantidade de bact\u00e9rias no intestino, no peixe dourado elas se concentraram na superf\u00edcie da pele.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\"><strong>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo amea\u00e7a os ecossistemas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">A produ\u00e7\u00e3o mundial de petr\u00f3leo alcan\u00e7ou a m\u00e9dia de <a href=\"https:\/\/www.eia.gov\/international\/data\/world\/petroleum-and-other-liquids\/annual-petroleum-and-other-liquids-production?pd=5&amp;p=0000000000000000000000000000000000vg&amp;u=0&amp;f=A&amp;v=mapbubble&amp;a=-&amp;i=none&amp;vo=value&amp;&amp;t=C&amp;g=00000000000000000000000000000000000000000000000001&amp;l=249-ruvvvvvfvtvnvv1vrvvvvfvvvvvvfvvvou20evvvvvvvvvvnvvvs0008&amp;s=94694400000&amp;e=1640995200000\">77 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por dia<\/a>, no ano passado. O pl\u00e1stico, que utiliza o petr\u00f3leo como fonte de mat\u00e9ria-prima,&nbsp; alcan\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o mundial de <a href=\"http:\/\/google.com\/url?q=https:\/\/plasticseurope.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Plastics-the-Facts-2021-web-final.pdf&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1653359937183113&amp;usg=AOvVaw2ne1dW27eBoQJRg9ofhUHJ\">367 milh\u00f5es de toneladas em 2020<\/a>. Ambos, representam uma grande amea\u00e7a aos ecossistemas marinhos. Dentre os mecanismos de contamina\u00e7\u00e3o acidental, o mais cr\u00edtico ocorre atrav\u00e9s do transporte mar\u00edtimo. S\u00e3o milhares de navios transportando toneladas desses compostos sob o maior ecossistema da Terra. Apenas em 2021 cerca de 10 mil toneladas de \u00f3leo vazaram no meio ambiente, segundo informa\u00e7\u00f5es da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Polui\u00e7\u00e3o de Propriet\u00e1rios de Petroleiros (ITOPF, na sigla em ingl\u00eas), dos quais cerca de 52.8 milh\u00f5es de barris foram parar no oceano, de acordo com o grupo SkyTruth.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">Infelizmente, a hist\u00f3ria de desastres ambientais envolvendo derivados de petr\u00f3leo acompanha o desenvolvimento desta ind\u00fastria. No Brasil, o registro mais antigo foi relatado na d\u00e9cada de 1960 pr\u00f3ximo \u00e0 Ilha de Trindade (ES). De l\u00e1 pra c\u00e1, outros acidentes envolvendo petr\u00f3leo foram registrados <a href=\"https:\/\/cetesb.sp.gov.br\/emergencias-quimicas\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2013\/12\/Principais-Acidentes-Brasil-.pdf\">(saiba mais)<\/a>. A explos\u00e3o do navio chileno Vicu\u00f1a no Porto de Paranagu\u00e1 (PR) em novembro de 2004 foi o desastre de maior como\u00e7\u00e3o e impacto ambiental, no entanto, foi superado pelo que ficou conhecido como a pior trag\u00e9dia ambiental por vazamento de petr\u00f3leo da hist\u00f3ria do Brasil, ocorrido no litoral do Nordeste em 2019.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image eplus-wrapper\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01_pe_ng_leo_malafaia_1.webp?w=1190&amp;h=794\" alt=\"Crian\u00e7a saindo do mar ap\u00f3s ajudar a remover manchas de \u00f3leo na praia de Itapuama em Cabo de Santo Agostinho, PE. Cr\u00e9ditos - L\u00e9o Malafaia, Folha PE \/ National Geographic Brasil\" \/><figcaption><sub>Crian\u00e7a saindo do mar ap\u00f3s ajudar a remover manchas de \u00f3leo na praia de Itapuama em Cabo de Santo Agostinho, PE. Cr\u00e9ditos &#8211; L\u00e9o Malafaia, Folha PE \/ National Geographic Brasil<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\" style=\"font-size:25px\"><strong>Biorremedia\u00e7\u00e3o como v\u00e1lvula de escape<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">Se, por um lado, houve um aumento de desastres ambientais com petr\u00f3leo nas \u00faltimas d\u00e9cadas, por outro multiplicaram-se estudos apontando para alternativas sustent\u00e1veis, que podem mitigar os impactos danosos na natureza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">Dentre eles, est\u00e3o os estudos com microrganismos capazes de degradar hidrocarbonetos do petr\u00f3leo como as arqueas, bact\u00e9rias e fungos, presentes no solo e em \u00e1guas subterr\u00e2neas. Segundo o estudo desenvolvido no Paquist\u00e3o e publicado na <em>Brazilian Journal of Biology<\/em>, as bact\u00e9rias com esse potencial s\u00e3o mais comumente encontradas em associa\u00e7\u00e3o a outros organismos, do que bact\u00e9rias planct\u00f4nicas de vida livre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">As bact\u00e9rias descritas nesse estudo foram isoladas de 11 esp\u00e9cies de peixes coletados do Porto paquistan\u00eas, e atrav\u00e9s de sequenciamento do gene 16S RNAr dos isolados bacterianos os pesquisadores identificaram os g\u00eaneros&nbsp; Bacillus e Pseudomonas. Ambos j\u00e1 tinham sido descritos em estudos anteriores envolvendo contamina\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em ecossistema marinho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\">Dentre as esp\u00e9cies identificadas, os pesquisadores caracterizaram aquela com maior potencial degradador. Ap\u00f3s 10 dias de incuba\u00e7\u00e3o, a&nbsp; esp\u00e9cie <em>&nbsp;B. velezensis<\/em> apresentou o maior crescimento, e foi considerada chave na biodegrada\u00e7\u00e3o de 26 componentes do \u00f3leo de motor usado e um componente do petr\u00f3leo bruto. Os resultados, apesar de otimistas, divergem do obtido por outros estudos, o que sugere a necessidade de mais pesquisas para apontar o potencial de degrada\u00e7\u00e3o dessa esp\u00e9cie bacteriana e de enzimas envolvidas no processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><em>&#8220;Nossos resultados divergem dos estudos anteriores, pois relataram degrada\u00e7\u00e3o mais baixa do \u00f3leo de motor usado do que o petr\u00f3leo bruto pela bact\u00e9ria Bacillus. Pode ser devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do hidrocarboneto, condi\u00e7\u00f5es de cultivo e esp\u00e9cies de bact\u00e9rias.&#8221; (apontam os autores)<\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"size-large is-style-default wp-block-image eplus-wrapper\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/c\/cf\/Bacillus_megaterium_DSM-90_cells.jpg\/640px-Bacillus_megaterium_DSM-90_cells.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"236\" \/><figcaption><sub>Bact\u00e9rias do g\u00eanero Bacillus s\u00e3o amplamente exploradas pelo setor agr\u00edcola e industrial, em processos como a fitorremedia\u00e7\u00e3o e biorremedia\u00e7\u00e3o<\/sub><em><sub>.<\/sub><\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">Os pesquisadores concordam, no entanto, que as bact\u00e9rias s\u00e3o microrganismos de enorme import\u00e2ncia e potencial. Elas habitam a Terra h\u00e1 bilh\u00f5es de anos e possibilitaram que a vida se diversificasse nos mais variados ambientes. Para um microrganismo que resistiu h\u00e1 tantos desastres e extin\u00e7\u00f5es, fica a quest\u00e3o se resistir\u00e1 aos desastres ambientais causados por serem humanos e se ser\u00e3o capazes de salvar outras vidas. Se as bact\u00e9rias s\u00e3o hero\u00ednas dessa hist\u00f3ria, n\u00e3o sabemos. Ainda \u00e9 preciso entender os efeitos a longo prazo. Por exemplo, conforme aumentar a quantidade de poluentes e res\u00edduos no oceano, haver\u00e1 tamb\u00e9m aumento das popula\u00e7\u00f5es dessas bact\u00e9rias? Mas quais ser\u00e3o os impactos no ecossistema?<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">Por ora, a biorremedia\u00e7\u00e3o se mostra uma t\u00e9cnica sustent\u00e1vel promissora na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. Al\u00e9m de n\u00e3o causar danos ao meio ambiente, possui baixo custo quando comparado a t\u00e9cnicas convencionais. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\" style=\"font-style:normal;font-weight:400\">Enquanto avan\u00e7am as pesquisas com bact\u00e9rias que degradam derivados de petr\u00f3leo, seguimos com solu\u00e7\u00f5es que parecem mais f\u00e1ceis. Elas esbarram, no entanto, na urgente necessidade de mudar a l\u00f3gica de consumo e h\u00e1bitos da sociedade, na cadeia produtiva e em pol\u00edticas p\u00fablicas que reduzam a disponibilidade de produtos do petr\u00f3leo como \u00f3leo, combust\u00edveis e pl\u00e1sticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color eplus-wrapper\"><em>&#8220;Esta pequisa confirmou que as bact\u00e9rias degradadoras de \u00f3leo que residem em peixes do oceano \u00cdndico t\u00eam o potencial de degradar o \u00f3leo que pode precisar de mais estudos para fins de biorremedia\u00e7\u00e3o no futuro.&#8221;<\/em> (destacam os autores)<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><strong>Leia o artigo completo em:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">ULLAH, S. et al. (2022). <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/1519-6984.244703\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/1519-6984.244703\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Biodegradation of petroleum by bacteria isolated from fishes of Indian Ocean<\/a>. Brazilian Journal of Biology, 82. doi: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/1519-6984.244703\" target=\"_blank\">10.1590\/1519-6984.244703<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns eplus-wrapper is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-columns eplus-wrapper is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column has-black-color has-text-color has-background eplus-wrapper is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"background-color:#f0fffc\">\n<p class=\"has-text-align-left eplus-wrapper\"><strong>    Para saber mais:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>BONDIOLI, C.H.S; PERES, F.V; RABELO, J.S;&nbsp; OLIVEIRA, L.C; PASCHOALINI, V.U (2019). <a href=\"https:\/\/www.io.usp.br\/index.php\/oceanos\/textos\/antartida\/1135-xxix-biorremediacao-como-alternativa-no-impacto-ambiental-causado-pela-ocupacao-humana-na-antartida.html\">Biorremedia\u00e7\u00e3o como alternativa no impacto ambiental causado pela ocupa\u00e7\u00e3o humana na Ant\u00e1rtida<\/a>. IO-USP.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>CAIRES, Luanne (2018). <a href=\"https:\/\/www.comciencia.br\/microrganismos-sao-alternativa-sustentavel-para-recuperacao-de-areas-contaminadas\/\">Microrganismos s\u00e3o alternativa sustent\u00e1vel para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas contaminadas<\/a>. <em>ComCi\u00eancia<\/em>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>UCH\u00d4A, Victor (2019). <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-50399607\">Biorremedia\u00e7\u00e3o: os m\u00e9todos naturais que podem ajudar a recuperar \u00e1reas manchadas pelo petr\u00f3leo<\/a>. BBC<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>FALCONERY, Lucas (2020). <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ce\/ceara\/noticia\/2020\/08\/28\/estudo-analisa-como-bacterias-do-mangue-cearense-podem-decompor-residuos-de-petroleo-cru-no-mar.ghtml\">Estudo analisa como bact\u00e9rias do mangue cearense podem decompor res\u00edduos de petr\u00f3leo cru no mar<\/a>. G1.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><li>SIMIONATO, Let\u00edcia (2022). <a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/business\/producao-de-petroleo-da-opep-aumentara-quase-27-milhoes-de-barris-dia-diz-doe\/\">Produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo da Opep aumentar\u00e1 quase 2,7 milh\u00f5es de barris\/dia, diz DoE<\/a>. CNN.<\/li><\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As bact\u00e9rias descritas usam petr\u00f3leo como fonte de carbono e energia. 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