{"id":194,"date":"2011-05-22T11:35:35","date_gmt":"2011-05-22T14:35:35","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/universofisico\/2011\/05\/ketchup_venenosos_e_planetas_s\/"},"modified":"2011-05-22T11:35:35","modified_gmt":"2011-05-22T14:35:35","slug":"ketchup_venenosos_e_planetas_s","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/2011\/05\/22\/ketchup_venenosos_e_planetas_s\/","title":{"rendered":"Ketchup venenosos e planetas solit\u00e1rios, em uma gal\u00e1xia muito, muito sim\u00e9trica &#8211; destaques da semana"},"content":{"rendered":"<p><font face=\"georgia\"><b><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/presadecobra1.jpg\" \/><\/p>\n<p>Veneno de cobra flui feito ketchup<\/b><br \/>Sempre imaginei que as presas de cobra injetassem veneno na gente do mesmo jeito que uma agulha de seringa m\u00e9dica injeta uma vacina. Isso \u00e9 verdade para algumas esp\u00e9cies. A maioria das cobras venenosas, por\u00e9m, n\u00e3o injetam seu veneno. Em vez disso, o veneno escorre por um sulco em suas presas (foto acima). Em <\/font><font face=\"georgia\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/prl.aps.org\/abstract\/PRL\/v106\/i19\/e198103\" rel=\"noopener noreferrer\">um novo estudo<\/a>, <\/font><font face=\"georgia\">f\u00edsicos desvendaram a din\u00e2mica desse processo. Eles descobriram que, assim como a ketchup, o veneno \u00e9 um fluido chamado n\u00e3o-newtoniano: sua viscosidade diminui quanto mais r\u00e1pido se mexe. \u00c9 por isso que temos de chacoalhar ou espremer a embalagem de ketchup para o condimento sair, e \u00e9 tamb\u00e9m por isso que o veneno da cobra n\u00e3o pinga antes da hora da picada. Quando a cobre morde sua presa, o veneno escorre para o interior da v\u00edtima, sempre pelo sulco, devido \u00e0 diferen\u00e7a de tens\u00e3o superficial do l\u00edquido dentro e fora do sulco. (Fonte: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/80beats\/2011\/05\/19\/snake-venom-with-ketchup-like-viscosity-oozes-into-prey\/#more-29091\" rel=\"noopener noreferrer\">80 Beats<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.insidescience.org\/research\/venom-tears\" rel=\"noopener noreferrer\">ISNS<\/a>; Imagem: Leo van Hemmem e Bruce Young)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/planetasolitario.jpg\" \/><\/p>\n<p><b>Mundos Vagamundos <\/b><br \/>Vasculhando o espa\u00e7o entre 50 milh\u00f5es de estrelas perto do centro de nossa gal\u00e1xia, um grupo de astr\u00f4nomos observou dez planetas vagando livres, leves e soltos pelo espa\u00e7o interestelar. Eles n\u00e3o viram os planetas diretamente, mas os detectaram por uma t\u00e9cnica chamada de micro-lente gravitacional. A massa de uma planeta&nbsp; funciona como uma lente, distorcendo a luz de uma estrela distante que por acaso passe justamente atr\u00e1s dele. Das centenas de eventos de microlente observados, dez duraram menos de dois dias, o implica que foram gerados por corpos com uma massa parecida com a de J\u00fapiter. Por uma an\u00e1lise estat\u00edstica, os astr\u00f4nomos estimaram que esses planetas solit\u00e1rios podem ser at\u00e9 duas vezes mais comuns que os planetas orbitando estrelas. Seriam 400 bilh\u00f5es deles s\u00f3 na Via L\u00e1ctea. Sua exist\u00eancia j\u00e1 havia sido prevista por simula\u00e7\u00f5es computacionais do nascimento de sistemas planet\u00e1rios, nos quais a intera\u00e7\u00e3o gravitacional entre os planetas em forma\u00e7\u00e3o lan\u00e7ariam alguns deles &#8211; tanto rochosos, quanto gigantes gasosos &#8211; para fora do sistema. Seria poss\u00edvel a vida em um planeta solit\u00e1rio? Estudos recentes sugerem que sim, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.newscientist.com\/article\/mg20928005.200-starless-planets-may-be-habitable-after-all.html\" rel=\"noopener noreferrer\">gra\u00e7as ao calor produzido pelo decaimento de is\u00f3topos radioativos<\/a> e mantido por <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.newscientist.com\/article\/mg21028124.800-alien-life-may-huddle-under-hydrogen-blankets.html\" rel=\"noopener noreferrer\">atmosferas espessas de g\u00e1s hidrog\u00eanio<\/a>. Imaginem s\u00f3, se um desses planetas visitasse o nosso sistema solar. O que aconteceria??? (Fontes: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/news.cfm?release=2011-147&amp;cid=release_2011-147\" rel=\"noopener noreferrer\">Nasa<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/chivononpo\/2011\/05\/planetas_solitarios.php\" rel=\"noopener noreferrer\">Chi V\u00f3 Non P\u00f3<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.nature.com\/news\/2011\/110518\/full\/news.2011.303.html\" rel=\"noopener noreferrer\">Nature<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/physicsworld.com\/cws\/article\/news\/46022\" rel=\"noopener noreferrer\">Physics World<\/a> Imagem: concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica, NASA\/JPL-Caltech)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/outro_bracovialactea.jpg\" \/><br \/><b><br \/>Simetria Gal\u00e1ctica<\/b><br \/>Uma pena n\u00e3o podermos ver de longe nossa pr\u00f3pria gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, como vemos as outras. Seria uma bela imagem, perfeitamente sim\u00e9trica, sugere <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/arxiv.org\/abs\/1105.2523\" rel=\"noopener noreferrer\">um achado recente<\/a>. Ao analisarem dados sobre as emiss\u00f5es de r\u00e1dio de hidrog\u00eanio e de mon\u00f3xido de carbono de nuvens de g\u00e1s da Via L\u00e1ctea, astr\u00f4nomos descobriram que um dos maiores bra\u00e7os de sua forma espiral, o bra\u00e7o Scutum-Centaurus, se estende por muito mais do que se imaginava. Isso significa que ele \u00e9 t\u00e3o grande quanto o bra\u00e7o do outro lado da gal\u00e1xia, o bra\u00e7o de Perseus. Assim, metade da gal\u00e1xia seria uma imagem espelhada da outra metade, com ambos os bra\u00e7os se estendendo a partir de extremos opostos do aglomerado de estrelas em forma de barra no centro gal\u00e1ctico. Por que s\u00f3 agora os astr\u00f4nomos notaram uma estrutura gigantesca dessas com mais de 18 <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Parsec\" rel=\"noopener noreferrer\">kiloparsecs<\/a> de comprimento? A maioria dos estudos observa o plano da gal\u00e1xia, enquanto essa extens\u00e3o do bra\u00e7o Scutum-Centaurus se curva para fora, feito a borda de uma tampinha de garrafa. Os pesquisadores ainda precisar\u00e3o de anos para mapear as nuvens de g\u00e1s para ter certeza absoluta de que a estrutura \u00e9 mesmo uma extens\u00e3o gigante de um dos bra\u00e7os gal\u00e1cticos. A forma exata da espiral de nossa gal\u00e1xia \u00e9 <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/?art=4347&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=\" rel=\"noopener noreferrer\">uma quest\u00e3o pol\u00eamica<\/a> entre os astr\u00f4nomos, que discordam quanto ao n\u00famero de bra\u00e7os , seus formatos e tamanhos.&nbsp; (Fontes: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.sciencenews.org\/view\/generic\/id\/74513\/title\/Milky_Way_may_get_an_extension\" rel=\"noopener noreferrer\">Science News<\/a> e <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.technologyreview.com\/blog\/arxiv\/26763\/\" rel=\"noopener noreferrer\">The ArXiV Blog<\/a>; Imagem: T. Dame, Robert Hurt) <\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/sat_braz_amazon_34b.jpg\" \/><\/p>\n<p><b>Extin\u00e7\u00e3o em massa recalculada <\/b><br \/>Algumas estimativas prev\u00eaem a extin\u00e7\u00e3o de 18 a 35% de todas as esp\u00e9cies de seres vivos at\u00e9 2050. Mas esse processo de extin\u00e7\u00e3o em massa pode ser na verdade cerca de 2 a 2,5 vezes mais lento, de acordo com <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v473\/n7347\/full\/nature09985.html\" rel=\"noopener noreferrer\">um novo estudo<\/a> de como as esp\u00e9cies desaparecem pela perda de seu h\u00e1bitat &#8211; a principal causa da extin\u00e7\u00e3o. Isso significa que talvez possamos salvar mais esp\u00e9cies do que imagin\u00e1vamos. Mesmo assim, n\u00e3o d\u00e1 para sentir muito al\u00edvio, j\u00e1 que as taxas de extin\u00e7\u00e3o atuais continuariam de 100 a 1000 vezes maiores que as naturais. \u00c9 imposs\u00edvel medir diretamente a perda de esp\u00e9cies, primeiro porque n\u00e3o conhecemos todas elas, segundo porque \u00e9 muito dif\u00edcil registrar a extin\u00e7\u00e3o da maioria que conhecemos. Em um dos m\u00e9todos usados para estimar as taxas de extin\u00e7\u00e3o, os ec\u00f3logos assumem que o tamanho da \u00e1rea de h\u00e1bitat que precisa ser destru\u00edda para extinguir uma certa esp\u00e9cie \u00e9 igual a \u00e1rea m\u00ednima que precisariam vasculhar para encontrar pelo menos um indiv\u00edduo dessa esp\u00e9cie. No novo estudo, entretanto, os pesquisadores notaram que a perda de \u00e1rea necess\u00e1ria para remover o \u00faltimo indiv\u00edduo de uma esp\u00e9cie precisa ser muito maior, implicando que o m\u00e9todo tradicional sobrestima as taxas de extin\u00e7\u00e3o. Eles tamb\u00e9m compararam seus c\u00e1lculos usando um novo modelo com a distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de aves e \u00e1rvores na Am\u00e9rica do Norte, demonstrando que o novo modelo fornece uma estimativa melhor. (Fontes: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.newscientist.com\/article\/mg21028136.300-calculations-may-have-overestimated-extinction-rates.html\" rel=\"noopener noreferrer\">New Scientist<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/arstechnica.com\/science\/news\/2011\/05\/estimates-of-extinction-due-to-habitat-loss-use-the-wrong-math.ars\" rel=\"noopener noreferrer\">Ars Technica<\/a>; Imagem: Nasa, tirada <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/news.mongabay.com\/2008\/0728-fragmentation.html\" rel=\"noopener noreferrer\">daqui<\/a>)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/galaxias.jpg\" \/><\/p>\n<p><b>Energia escura confirmada (mais uma vez)<\/b><br \/>Observa\u00e7\u00f5es de quase 240 mil gal\u00e1xias realizadas durante cinco anos pela eq<br \/>\nuipe de astr\u00f4nomos do <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/wigglez.swin.edu.au\/site\/index.html\" rel=\"noopener noreferrer\">WiggleZ Dark Energy Survey<\/a> confirmou que 70 a 75% da energia do universo n\u00e3o est\u00e1 na forma de mat\u00e9ria normal, radia\u00e7\u00e3o ou mat\u00e9ria escura. Essa forma desconhecida de energia descoberta pela observa\u00e7\u00e3o de supernovas distantes em 1998, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.unesp.br\/universofisico\/texto.php?id_noticia=02251005\" rel=\"noopener noreferrer\">a chamada energia escura<\/a>, age como uma esp\u00e9cie de anti-gravidade, constantemente acelerando a expans\u00e3o do universo. A equipe do WiggleZ estudou aglomerados de gal\u00e1xias a uma dist\u00e2ncia na qual os vemos como eram quando o universo tinha cerca de 7 bilh\u00f5es de anos, mais ou menos a metade de sua idade atual. \u00c9 nessa \u00e9poca que a anti-gravidade da energia escura come\u00e7aria a superar a atra\u00e7\u00e3o gravitacional entre as gal\u00e1xias. Os cientistas confirmaram a a\u00e7\u00e3o da energia escura por dois m\u00e9todos diferentes. <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/arxiv.org\/abs\/1105.2862\" rel=\"noopener noreferrer\">Em um deles<\/a>, observaram como as gal\u00e1xias est\u00e3o distribu\u00eddas no espa\u00e7o. Medindo a dist\u00e2ncia entre elas e comparando com o valor esperado se essas dist\u00e2ncias fossem determinadas apenas pelas varia\u00e7\u00f5es de densidade no in\u00edcio do universo, impressas na <a href=\"\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Radia%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o_c%C3%83%C2%B3smica_de_fundo\">radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo<\/a>, eles&nbsp; determinaram a contribui\u00e7\u00e3o da energia escura para o afastamento das gal\u00e1xias. <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/arxiv.org\/abs\/1104.2948\" rel=\"noopener noreferrer\">No outro m\u00e9todo<\/a>, verificaram o qu\u00e3o r\u00e1pido os aglomerados de gal\u00e1xias crescem ao longo do tempo, \u00e0 medida que mais e mais gal\u00e1xias se atraem mutuamente pela gravidade, ao mesmo tempo que s\u00e3o repelidas pela energia escura. Ambas t\u00e9cnicas confirmam que a acelera\u00e7\u00e3o do universo devida a energia escura permanece constante ao longo do tempo. <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.space.com\/6230-mysterious-dark-energy-confirmed-method.html\" rel=\"noopener noreferrer\">N\u00e3o \u00e9 a primeira vez<\/a> que a energia escura \u00e9 confirmada, e pelo jeito n\u00e3o ser\u00e1&nbsp; a \u00faltima. (Fontes: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/news.cfm?release=2011-149\" rel=\"noopener noreferrer\">Nasa<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/news\/science-environment-13462926\" rel=\"noopener noreferrer\">BBC<\/a> e<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/scienceblogs.com\/startswithabang\/2011\/05\/dark_energy_confirmed_again.php\" rel=\"noopener noreferrer\"> Starts With a Bang<\/a>; Imagem: Nasa\/JPL-Caltech)<\/p>\n<p><b>MAIS NOT\u00cdCIAS:<br \/><\/b>*O &#8220;Dogma Central&#8221; da biologia parece que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dogm\u00e1tico assim. <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/notrocketscience\/2011\/05\/19\/life%E2%80%99s-deliberate-typos\/#more-4571\" rel=\"noopener noreferrer\">Trechos id\u00eanticos de DNA, trancritos em cadeias de RNA editadas por alguma coisa que ningu\u00e9m sabe, podem produzir proteinas bem diferentes<\/a>.<\/p>\n<p>*Em Saturno, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/news.nationalgeographic.com\/news\/2011\/05\/110519-saturn-storm-science-space-nasa-cassini\/\" rel=\"noopener noreferrer\">uma tempestade do tamanho da Terra<\/a>.<\/p>\n<p>*Na Terra, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.wired.com\/wiredscience\/2011\/05\/gigantic-lightning\/#more-60642\" rel=\"noopener noreferrer\">rel\u00e2mpagos gigantes disparados para cima<\/a>. <\/p>\n<p>*O planeta Gliese 581d, vizinho do famoso 581g (que talvez n\u00e3o exista), tamb\u00e9m pode ter \u00e1gua l\u00edquida,<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.wired.com\/wiredscience\/2011\/05\/gliese-581d-exoplanet\/#more-60616\" rel=\"noopener noreferrer\"> sugerem simula\u00e7\u00f5es. <\/a><\/p>\n<p>*Os el\u00e9trons captados pelo observat\u00f3rio espacial de raios c\u00f3smicos PAMELA continuam apresentando <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.thephotonist.net\/2011\/05\/new-cosmic-ray-data-still-allows-for-dark-matter-possibility\/\" rel=\"noopener noreferrer\">sinais inconclusivos<\/a>, mas<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/physics.aps.org\/synopsis-for\/10.1103\/PhysRevLett.106.201101\" rel=\"noopener noreferrer\"> tantalizantes<\/a>, de mat\u00e9ria escura&#8230;<\/p>\n<p>*Sentimos aqui em cima na crosta terrestre os efeitos da din\u00e2mica do manto e do n\u00facleo do planeta. Mas parece que o contr\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro! <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/80beats\/2011\/05\/20\/quiet-places-on-earths-crust-are-core-meltingly-hot-underneath\/\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte do n\u00facleo da Terra derrete embaixo de regi\u00f5es sem muita atividade tect\u00f4nica, como o Brasil, sugere estudo que saiu na Nature<\/a>. &nbsp; <\/p>\n<p><b>V\u00cdDEOS E IMAGENS SENSACIONAIS:<\/p>\n<p><\/b>*Imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o dos jatos emitidos (muito provavelmente) por um buraco negro supermassivo no centro de uma gal\u00e1xia:<br \/>&nbsp;<br \/><\/font><\/p>\n<div class=\"youtube-video\">        <\/div>\n<p><font face=\"georgia\"><\/p>\n<p>*Para quem acha que p\u00eandulos s\u00e3o chatos (mais informa\u00e7\u00f5es <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.npr.org\/blogs\/krulwich\/2011\/05\/16\/136342435\/cinderellas-ball-this-time-with-pendulums\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>):<\/p>\n<p><\/font><\/p>\n<div class=\"youtube-video\">        <\/div>\n<p><font face=\"georgia\">*<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/twitpic.com\/photos\/questforstars\" rel=\"noopener noreferrer\">Fotos <\/a>da trilha de fuma\u00e7a do \u00f4nibus espacial Endavour vista de bal\u00e3o lan\u00e7ado por estudantes (via <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/ciencia-e-saude\/noticia\/2011\/05\/balao-construido-por-estudantes-fotografa-decolagem-do-endeavour.html\" rel=\"noopener noreferrer\">G1<\/a>):<\/font><br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/balaoendeavour.jpg\" \/><br \/><font face=\"georgia\"><\/p>\n<p>*<\/font><font face=\"georgia\">Um la\u00e7o de tartan escoc\u00eas<\/font><font face=\"georgia\"> foi o objeto da primeira foto colorida da Hist\u00f3ria, tirada dia 17 de maio de 1861, pelo fot\u00f3grafo Thomas Sutton e por ningu\u00e9m mais nem menos que o f\u00edsico James Clark Maxwell&nbsp; (via <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/thedailywh.at\/2011\/05\/17\/this-day-in-history-of-the-day-3\/\" rel=\"noopener noreferrer\">thedailywhat<\/a>, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.petapixel.com\/2011\/05\/17\/color-photography-turns-150-years-old\/\" rel=\"noopener noreferrer\">betapixel<\/a> e <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/news\/13411083\" rel=\"noopener noreferrer\">BBC<\/a>):<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/universofisico\/wp-content\/uploads\/sites\/205\/2011\/08\/primeirafotocolorida.jpg\" \/><\/p>\n<p><b>E MAIS LEITURAS INTERESSANTES&#8230;<\/p>\n<p><\/b>*<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.npr.org\/blogs\/krulwich\/2011\/05\/20\/136436601\/a-mouth-i-cant-stop-thinking-about\" rel=\"noopener noreferrer\">Robert Krulwich n\u00e3o consegue parar de pensar na boca irreverente dos <\/a><\/font><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.npr.org\/blogs\/krulwich\/2011\/05\/20\/136436601\/a-mouth-i-cant-stop-thinking-about\" rel=\"noopener noreferrer\"><font face=\"georgia\">Platybelodons<\/font><\/a><font face=\"georgia\"><font face=\"georgia\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.npr.org\/blogs\/krulwich\/2011\/05\/20\/136436601\/a-mouth-i-cant-stop-thinking-about\" rel=\"noopener noreferrer\">.<\/a><\/p>\n<p>*<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.nature.com\/news\/2011\/110518\/full\/473255a.html\" rel=\"noopener noreferrer\">Margareth da Silva Copertino alerta para as emiss\u00f5es do &#8220;carbono azul&#8221;, vindos da destrui\u00e7\u00e3o de manguezais, restingas e outras vegeta\u00e7\u00f5es da costa brasleira.<\/a><\/p>\n<p>*<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/news.discovery.com\/space\/black-hole-driven-starships-might-ply-the-galaxy.html#mkcpgn=twnws1\" rel=\"noopener noreferrer\">Ray Villard reporta sobre f\u00edsicos especulando sobre como uma civiliza\u00e7\u00e3o alien\u00edgena avan\u00e7ada seria capaz de criar pequenos buracos negros e us\u00e1-los para propelir espa\u00e7onaves (\u00e9 s\u00e9rio)<\/a><\/p>\n<p>*<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/rnam\/2011\/05\/computao_natural_inspirando-se.php?utm_source=twitterfeed&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=Feed%3A+scienceblogs%2Fbrasil+%28ScienceBlo\ngs.com.br+%3A+Combined+Feed%29&amp;utm_content=Twitter\" rel=\"noopener noreferrer\">Daniel Ferrari conta como as formigas o ensinaram a fazer programas de computador.<\/a>&nbsp; <\/p>\n<p>* <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/philipball.blogspot.com\/2011\/05\/achilles-heel-of-biological-complexity.html\" rel=\"noopener noreferrer\">Philip Ball explica como a complexidade de seres multicelulares como n\u00f3s pode ser uma desvantagem e nos trazer s\u00e9rios problemas a longo prazo<\/a>.<\/p>\n<p>* <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/philintheblanks.com\/blog\/?p=546\" rel=\"noopener noreferrer\">Phil McAndrew revela &#8220;segredos super \u00f3bvios&#8221; para os aspirantes a cartunistas, que servem para escritores e outros artistas em geral.<\/a><\/p>\n<p><\/font><\/font><\/p>\n<div class=\"zemanta-pixie\"><img decoding=\"async\" class=\"zemanta-pixie-img\" alt=\"\" src=\"http:\/\/img.zemanta.com\/pixy.gif?x-id=04f73c4c-7648-80e5-8c67-844bd60ebea4\" \/><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veneno de cobra flui feito ketchupSempre imaginei que as presas de cobra injetassem veneno na gente do mesmo jeito que uma agulha de seringa m\u00e9dica injeta uma vacina. Isso \u00e9 verdade para algumas esp\u00e9cies. A maioria das cobras venenosas, por\u00e9m, n\u00e3o injetam seu veneno. 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