Grande Colisor de Blablablá

Blablablá blablá blablá de hádrons pode blá blá buraco blábla pode blá do mundo blá blá blá.
É isso que eu estou ouvindo ultimamente e acho que muita gente concorda comigo.
Essa conversa de LHC já abusou o cego (“encheu o saco”, para de fora).
Tem até blogue de poesia falando nisso!
No meu outro blogue, por não ser estritamente científico, eu comentei sobre isso algumas vezes e também tenho andado em vários blogues tentando acalmar os ânimos dos Espalhadores de Pânico e suas vítimas.
Não interessa a nós, por enquanto, saber o que são buracos negros estáveis e a energia necessária para gerá-los; não importa se soubermos o que são strangelets, antimatéria, hádrons ou higgs-boson; menos ainda saber que a cada segundo somos bombardeados por forças naturais zilhões de vezes maiores que as que conseguiríamos produzir e o mundo e o universo ainda estão aqui, firmes e fortes.
Da mesma forma que nos é inútil a preocupação com o fim do mundo (eu, por um, tenho coisas mais urgentes que uso para perder o sono e os cabelos).
Necessário, neste momento, é saber que as chances do mundo acabar por causa disso são extremamente remotas.
Eu li um físico dizendo que a probabilidade do LHC produzir strangelets que destruiriam o universo é menor do que a do seu carro se transformar num cavalo com carruagem, através de flutuações quânticas.
Pode acontecer, mas também pode acontecer de alguém jogar um milhão de dados para cima e todos cairem se equilibrando em uma quina, uns por cima dos outros, formando um icosaedro.
Pessoas, se o mundo tivesse que acabar, teria acabado mês passado.
E ninguém poderia fazer coisa alguma.
Puf! Acabou!
Pela caridade, relaxem!
Um dado interessante que pouca gente sabe: vocês só estão aqui, lendo isto, graças ao CERN, pois foi lá que criaram a rede (web) (o que não é o mesmo que Internet, mas o que nos possibilita navegar por ela).
De nada!
(Enquanto escrevia, lembrei dum sonho que tive ontem a noite, de um vídeo explicando bem direitinho como acontecia a colisão. Pena que tal vídeo não existe e se existisse explicaria errado. Mas na hora, enquanto meu cérebro estava rodando em meia embreagem, fez sentido…)

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