{"id":536,"date":"2010-12-28T12:29:08","date_gmt":"2010-12-28T15:29:08","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/vqeb\/2010\/12\/roteiro_bioletim_para_divulgac\/"},"modified":"2010-12-28T12:29:08","modified_gmt":"2010-12-28T15:29:08","slug":"roteiro_bioletim_para_divulgac","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/vqeb2\/2010\/12\/28\/roteiro_bioletim_para_divulgac\/","title":{"rendered":"Roteiro Bioletim para divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edca"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"mt-image-center\" style=\"text-align: center;margin: 0 auto 20px\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/vqeb2\/wp-content\/uploads\/sites\/223\/2011\/08\/blog_folhaembranco1266532_423202182.jpg\" alt=\"blog_folhaembranco1266532_42320218.jpg\" width=\"400\" height=\"402\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify\">Em 1993, quando um grupo de alunos de gradua\u00e7\u00e3o em Biologia da UFRJ criou a <strong><a href=\"http:\/\/www.bioletim.org\/revista_bioletim\">Revista BIOLETIM<\/a><\/strong>, nosso objetivo era disponibilizar um espa\u00e7o onde os estudantes pudessem escrever sobre suas pesquisas, iniciando-se na &#8216;arte&#8217; da publica\u00e7\u00e3o de artigos.<br \/>\n<strong>Abre parenteses:<\/strong> Arte? N\u00e3o, escrever n\u00e3o \u00e9 uma arte, nem um talento inato. Escrever \u00e9 pr\u00e1tica! \u00c9 treino! N\u00e3o \u00e9 inspira\u00e7\u00e3o, \u00e9 transpira\u00e7\u00e3o! Mas at\u00e9 ent\u00e3o a gente n\u00e3o sabia disso e a maior parte dos estudantes ainda n\u00e3o sabe disso tamb\u00e9m. \u00c9 comum, por exemplo, vermos projetos de tese onde o aluno separa os dois \u00faltimos meses para &#8216;escrever a tese&#8217;. E quando chegam esses dois meses, ele senta em frente ao computador esperando que a ilumina\u00e7\u00e3o divina se manifeste atrav\u00e9s dos seus dedos, enchendo a tela do computador com caracteres que fa\u00e7am sentido. Como se fosse psicografia. <strong>Fecha parenteses.<\/strong><br \/>\nQuando re-editamos o <strong>BIOLETIM<\/strong> em 2007, numa <a href=\"http:\/\/www.bioletim.org\">vers\u00e3o online<\/a> que favorecia ainda mais a publica\u00e7\u00e3o de artigos (porque afinal de contas uma revista online \u00e9 muito mais barata que uma impressa), achamos que ter\u00edamos uma chuva de publica\u00e7\u00f5es. S\u00f3 que n\u00e3o foi bem assim. Tinhamos um site bonitinho, de alta tecnologia, mas n\u00e3o tinhamos autores.<br \/>\nH\u00e1 v\u00e1rias raz\u00f5es para isso e n\u00e3o vou discutir todas aqui. Mas uma delas, tenho certeza, \u00e9 que <strong>escrever \u00e9 mais dif\u00edcil para os alunos do que eles pensam!<\/strong><br \/>\nPor isso, criamos um roteiro para tirar o pessoal da in\u00e9rcia, do &#8216;branco&#8217; que d\u00e1 na hora de come\u00e7ar a escrever. <a href=\"http:\/\/www.bioletim.org\/node\/add\/guide\">O roteiro est\u00e1 dispon\u00edvel em portugu\u00eas, online, no site do Bioletim.<\/a> (voc\u00ea precisa estar logado no site para acessar)<br \/>\nMas quando eu preparava uma das aulas do <a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/vqeb\/2010\/11\/diario_de_um_biologo_-_sabado.php\">ISMEE<\/a>, eu pensei que esse roteiro poderia ser \u00fatil n\u00e3o apenas para os alunos brasileiros, mas tamb\u00e9m para todo mundo. Por isso criei uma vers\u00e3o em ingl\u00eas. Eu acho que ficou \u00f3timo! <strong>O arquivo \u00e9 um formul\u00e1rio eletr\u00f4nico em formato .pdf e dispon\u00edvel para baixar <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/vqeb2\/wp-content\/uploads\/sites\/223\/2010\/12\/Bioletim.Roteiro.v_offline.pdf\">aqui<\/a>.<\/strong><br \/>\nO <strong><a href=\"http:\/\/www.bioletim.org\/node\/add\/guide\">&#8216;Roteiro BIOLETIM&#8217;<\/a><\/strong> tem forte influ\u00eancia do m\u00e9todo &#8216;<a href=\"www.autoria.com.br\">Autoria<\/a>&#8216; de escrita criativa criado pela escritora Sonia Rodrigues e se voc\u00ea quiser expandir sua pr\u00e1tica em escrita, n\u00f3s recomendamos fortemente o <strong><a href=\"http:\/\/links.lomadee.com\/ls\/OXBONztZNFh0N2xLUDsyMzA3NDc4ODswOzE3NjszMzQwNzM1MzswO0JS.html\">&#8216;Almanaque da Rede&#8217;<\/a><\/strong>, sobre o qual eu j\u00e1 falei <a href=\"http:\/\/scienceblogs.com.br\/vqeb\/2010\/11\/comecei_a_ler_almanaque_da_red.php\">aqui<\/a>.<br \/>\nFa\u00e7a o <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/vqeb2\/wp-content\/uploads\/sites\/223\/2010\/12\/Bioletim.Roteiro.v_offline.pdf\">download<\/a>. e escreva o seu artigo de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Qualquer d\u00favida, coloque um coment\u00e1rio aqui que a gente responde. E depois, mande pra gente publicar no <strong><a href=\"http:\/\/www.bioletim.org\">BIOLETIM<\/a><\/strong>.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1993, quando um grupo de alunos de gradua\u00e7\u00e3o em Biologia da UFRJ criou a Revista BIOLETIM, nosso objetivo era disponibilizar um espa\u00e7o onde os estudantes pudessem escrever sobre suas pesquisas, iniciando-se na &#8216;arte&#8217; da publica\u00e7\u00e3o de artigos. Abre parenteses: Arte? N\u00e3o, escrever n\u00e3o \u00e9 uma arte, nem um talento inato. 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