Aterro sanitário x lixão

Estou fazendo uma pesquisa para matéria sobre meio ambiente… Sabia que aterros sanitários e lixões são coisas diferentes? Veja:
Aterro sanitário é para onde são encaminhados os resíduos sólidos, principalmente, do lixo domiciliar. Segundo Heitor Simões Marques, engenheiro e diretor técnico da Araúna Energia e Gestão Ambiental, “a diferença primordial de um aterro está no processo baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas que permitem a confinação segura do lixo, em termos de controle da poluição ambiental e proteção ao meio ambiente”.
Os lixões, por sua vez, não atendem nenhuma norma de controle. Os resíduos são jogados de qualquer maneira e não recebem nenhum tipo de tratamento. “O problema mais sério causado pelos lixões é a contaminação do solo e do lençol freático pela ação do chorume, que é um líquido de cor negra característico de matéria orgânica em decomposição”, diz o engenheiro.
A grande São Paulo, local do país onde mais se produz lixo, manda 59% dele para aterros e 23% para os lixões. Ainda bem que o Brasil é grande, não é? Caso contrário ficaríamos semelhante à Itália, que não tem mais espaço para colocar o lixo. Aliás, qualquer semelhança entre os países não é mera coincidência – ok, foi uma ironia. Cuidado, hoje estou ácida!

6 comentários em “Aterro sanitário x lixão”

  1. Olá Isis!
    Aproveitei o gancho do seu post e incluí algumas informações deste post no Reação Ambiental para complementar um post que coloquei no ar na semana passada.
    Tenha uma boa semana!

  2. O que mais me revolta, nessa história de “processamento do lixo” é que reciclagem que é bom, nada, né?… Até parece que o Brasil é um EUA onde o “lixo” deles é o “meia-vida” do pobre.
    Por falar nisso, eu conhecia essa diferença, sim… Durante anos eu convivi (nas Bases da Marinha em Caxias-Meriti) próximo do “lixão” de Caxias e do aterro sanitário de Gramacho.

  3. Vi uma vez na TV um aterro (acho que no Japão) que havia sido coberto com grama para se criar um campo de golfe (queriam construir algo, mas o solo é muito fofo e instável).
    E os gases provenientes do lixo eram colhidos e usados como combustível.
    “sonhaaaaar, não custa nada…”

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