Vida de cientista não é fácil

Se pensa que todo pesquisador coloca seu jaleco branco e, em seguida, cai na maçante rotina do laboratório trancafiado entre paredes frias… Está enganado. Selecionei duas pesquisas de campo de dar inveja a qualquer alpinista que alcançou o topo do Everest. Aliás, a todo aventureiro de final de semana. Será que não tem uma vaguinha para mim?
Os “sereios”

Fiquei impressionada com o Aquarius. O único laboratório subaquático, ou seja, uma estação de pesquisa estabelecida dentro do mar. Ele está localizado a cerca de 6 km da Flórida, nos Estados Unidos, e a 18 m de profundidade. Os cientistas vivem lá por dez dias. Tempo para explorar o recife de coral. Óbvio, o objetivo do projeto é facilitar as pesquisas realizadas no fundo do oceano. Afinal, basta colocar o cilindro nas costas e dar uma voltinha. Ah, por que não entra água na estação? Ué, tente mergulhar um copo vazio – de ponta cabeça – em uma bacia repleta do líquido para entender. Clique aqui para ler mais, ver outras fotos e vídeos sobre o projeto.

Os caçadores

As “tralhas” carregadas por esses, em geral, meteorologistas parecem sugar os furacões e tornados – veja diferença entre ambos aqui. Mas veja bem. Existem os “caçadores” insanos e os insanos. Os primeiros rodam horas na estrada atrás de um bom exemplar para pesquisa – e colocam suas câmeras e apetrechos de medição a poucos metros do centro da tormenta. Os segundos voam de avião por cima ou entre o fenômeno natural. Nos dois casos, um dos objetivos de tanto risco é estudar o comportamento – ventos, chuvas, etc – desses gigantes. Para xeretar mais sobre o assunto, indico este site da associação americana de caçadores aéreos – Hurricane Hunters – e o site da Universidade do Texas.


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