Veja imagens da colisão entre satélites americano e russo

Você soube que, terça-feira, dois satélites se chocaram no espaço? Que ironia, um era russo e outro americano… Veja notícia aqui ou entenda mais ali. Segundo o que li em sites internacionais, a Nasa avisou os russos da possível colisão antes dela acontecer.
Essa foi a primeira vez que dois satélites em órbita se chocam. Achei a história tão de ficção científica que fui atrás de imagens para entender o acontecimento. Melhor seria se encontrasse fotos!
Quer ver como foi a colisão? Este site é bem bacana. A empresa Agi desenvolve vídeos, imagens e simulações em 3D sobre eventos espaciais. Ela fez uma espécie de passo a passo explicando como foi a batida entre os satélites Iridium 33 e Cosmos 2251. Divirta-se! Ah, está em inglês, mas uma imagem vale mais que mil palavras.
Não basta poluir a Terra, tem que exorbitar
De acordo com dados da Nasa, existem cerca de três mil objetos em funcionamento em volta da Terra. E mais outros três mil lixos. Se continuar assim, será que um dia nos pareceremos com o lindo Saturno? Ou seremos conhecidos por nossos amigos extraterrestres como os porquinhos?
A imagem ao lado – clique nela para baixá-la – mostra a quantidade de dejetos úteis ou inúteis que circundam a Terra. Ela foi criada pela Agência Espacial Européia (ESA, em inglês) e o tamanho de cada “lixo”, levemente, aumentado.
Historinha
O primeiro satélite artificial da, então, União Soviética data de 1957. Ele marcou o início da utilização direta do espaço para a ciência e atividade comercial, diz a Nasa. Em 1964, foi colocada em prática a primeira televisão via satélite para transmitir os Jogos Olímpicos de Tóquio. Atualmente, o número de objetos lançados para a órbita da é de, em média, 200 por ano.
Aliás, lembrei. Adoro o clipe da música “Derretendo satélites” cantanda por Paula Toller. Refrão:

Falando absurdos
Virando a noite
Perdendo senso
Derretendo satélites
Falando tudo
Voando a noite
Ouvindo estrelas
Derretendo satélites

4 comentários em “Veja imagens da colisão entre satélites americano e russo”

  1. Isis,
    A imagem em questão está completamente fora de escala. Os satélites mostrados não estão “levemente aumentados” estão muito aumentados!
    A Terra é muito grande! Um satélite, em comparação com o tamanho da Terra, é uma cabeça de alfinete.
    Tanto isso é fato que somente após 52 anos (de 1957 a 2009) é que a colisão entre dois satélites aconteceu, sendo que um satélite estava desativado.
    Acho o assunto interessante, mas devido justamente ao desconhecimento da Imprensa, as pessoas acabam ficando com uma visão distorcida do que realmente é a situação.
    P.S.: Vi sua entrevista com outros blogueiros no Ronnie Von e lhe dou meus parabéns!

  2. Luiz, tenho que concordar… Muito aumentado! Tanto que a preocupação de muita gente é se colisões acontecerão mais vezes ou se os destroços poderão atingir a Terra de maneira catastrófica… O primeio, talvez sim. A segunda dúvida, possivelmente não…
    Ah, e obrigada pelos parabéns!

  3. Olha, creio que o papel dos fazedores de gráficos, e também do jornalismo (misturando seriam os infográficos?) seja também esse, de aumentar um pouco as coisas tanto quanto aumentaram as imagens dos orbitais… …sem esse papel, a população não se dá conta do que acontece e jamais vai cobrar os i’..responsáveis”…quando assim deva, claro.
    Não falo de sensasionalismo, mas de um alerta, um “por a mão nos frisos da testa” pra pensar um pouco… ..tem gente que ainda deve achar que o homem na lua é ficção, e que Neil Armstrong é como um Cmdt. Taylor do Planeta dos Macacos… (me pergunto onde o Dr. Zeius fica nessa…)
    …o jornalismo informativo, creio eu, serve como uma espécie de lente de aumento, pra tentar acelerar o decompasso da ignorancia dos muitos em comparação com os poucos, e forçar um pouco essas partículas de poeira a se juntarem com as moléculas que orbitam o tal principio transformador…
    Aliás Isis, “[b]Não basta poluir a Terra, tem que exorbitar[/b]” ..é frase digna de uma chamada da BBC e daquelas frases da ultima página da Superinteressante, que um dia foi interessante. 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *