O mistério da La Gioconda

Há quase dois anos, quando cheguei ao musée du Louvre – foto de fundo do meu twitter -, fiquei maravilhada. A estação do metrô é temática com imagens egípcias; no subsolo da entrada, olhei para cima e me vi dentro da pirâmide de vidro; comprei o ticket na máquina; e precisei escolher por qual ala entrar das rosas dos ventos. Passei as quase sete horas mais felizes admirando diversas culturas: francesas, italianas, gregas e – claro – egípcias.
Logo ao chegar, não tive dúvidas. Peguei o gigantesco mapa, mirei na Monalisa. Sem parar, fui direto ao quadro. Encontrei a sala por trás da tela. Quando olhei pela porta, uma multidão se aglomerava. Se acotovelava, chiava, os guardas gritavam para não tirarem fotos. Respirei fundo e entrei.
Precisei de quinze minutos até ficar cara a cara com a moça. Na minha frente, uma grade como de show, um palco com guardas e o pequeno quadro envolto em vidro. Uau. Impossível descrever a sensação.
Forcei a vista. Queria descobrir se ela sorria. Não consegui. Mas pude observar como o tempo desgastou a obra. Sem notar uma pincelada. Um trabalho genial, minuciosamente científico, diria. Fui embora aproveitar o “resto” do museu satisfeita. Estaria eu com um sorriso no rosto? Talvez.

8 comentários em “O mistério da La Gioconda”

  1. Por que será que existe todo este alarde de que é proibido tirar fotos da Monalisa, sendo que, qualquer um que já esteve naquela sala dentro do Louvre, sabe que é perfeitamente possível tirar fotos da obra. Os seguranças gritam, mas não são rigorosos, a não ser que você queira fazer um “book” da “Mona”, é claro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.