Há mais de 100 anos, viviam felizes, alegres e trotantes na África do Sul bandos de animais que se pareciam com a zebra. Era uma espécie de mamífero chamada quagga (nome científico: Equus quagga burchelli). Eles eram dóceis. Pesavam cerca de 350 kg e tinham 1,30 metros de altura. Diferente da zebra, não apresentavam listras no bumbum e nas pernas.
Certo dia no século XIX, colonos descobriram o gosto da sua carne. E caçaram indiscriminadamente o animal. Também porque, no lugar onde pastavam, queriam criar ovelhas e cabras. Tristemente, no dia 12 agosto de 1883, do zoológico de Amsterdã, morreu o último exemplar da espécie.
Até que, em 1987, um grupo de pessoas decidiram trazer o quagga de volta. E reintroduzi-lo no seu devido habitat. Analisando o DNA do animal, descobriram que o quagga era uma subespécie da zebra. Assim, os pesquisadores concluíram que é provável que muitos genes do quagga estejam distribuídos e dispersos nas populações de zebras atuais.
Então… Eles cruzaram zebras com características e genes parecidos aos dos quaggas. O objetivo é chegar a uma população mais próxima possível da quagga original. Veja as impressionantes fotos do resultado dos cruzamentos aqui. Pelo visto, eles estão conseguindo. O projeto se chama “Quagga project”. Para saber mais, leia ali – em inglês.
Pena que esse e outros exemplos de animais extintos pelo homem não mudaram o modo de agir do homo sapiens.

Fico pensando o que acham do que escrevo
Cheguei a conclusão
Não tem parâmetro seguro
Se escrevo elogiando você gosta
Se escrevo criticando você não gosta
Sou assim também
Você reparou que pouca gente comenta seu assunto
Sustentabilidade
Se a vaca morre porque a gente come que mal há nisso
O mesmo acontece com esse animal da história
Se é comida come
Se acabou não soube preservar o que come
É o ponto de vista de quem se alimenta por carne
Quem está tentando reviver o animal
Tem a mesma intensão do anterior
Comer a carne
Com ter lucro
Não gosto de comentar
O que outra pessoa escreveu
O comentário é lido por todo mundo
Tão lido
Quanto o texto original da autora
O comentário é feito
Como uma carta aberta ao público
Todo mundo pode ler
O comentário
É como uma declaração de amor
A quem se lê
É como fazer uma declaração de amor
Sem saber a quem dizer
Bacana o projeto Quagga. Uma pena ser bem mais difícil reviver outras espécies. Mas tem gente que tenta. Vi uma vez do Dyscovery Channel um projeto controverso de ressucitar o lobo da tasmânia:
http://www.guardian.co.uk/science/2005/sep/06/sciencenews.australia
Só um detalhe Isis. Quando a nomeclatura é trinomial significa que você está se referindo a uma subespécie.
Equus = gênero
quagga = espécie
burchelli = subespécie
Opa, desconsidera o comentário anterior. Achei que você tinha chamado a subespécie de espécie. Mal ae 😀
Ah, mas vale a observação dos três nomes!
Uia, que interessante! Só faltam os mamutes - tenho certeza que muita gente está na expectativa.
Isso aí... Poesia é liberdade de expressão. Aliás, sugiro que leia meu livro de poesias infantis, ao lado...
Vou estrear meu comentário aqui no scienceblogs.
Eu devo ser uma outra pessoa neste mundo, pois penso completamente diferente do que vocês pensam...
Eu sinceramente não vejo OBJETIVO em reviver um animal que foi extinto!
A extinção FAZ parte do processo evolucionário da TERRA!
Como os seres deste planeta teriam evoluído se o processo de SELEÇÃO NATURAL (DARWIN) não tivesse acontecido. Não tem como!!!!!!
Se os dinossauros, que diga-se de passagem NUNCA conviveram com a raça humana (só em filme de Hollywood) não tivessem sido extintos, será que o processo evolucionário teria acontecido ????
Acredito na ciência, mas às vezes eu tenho que reconhecer que a Igreja tem certa razão quando critica os cientistas que gostam de brincar de Deus. Até parece que o ser humano tem este poder. Eu espero sinceramente que ele NUNCA tenha este poder!
Boa Noite galera,
Abrantes.
É muito interessante este projeto, mas não sei se podemos tentar revivê-lo.
O que estão fazendo são combinações de genes para que se assemelhe a esta subespécie. Assim como criam raças de cachorros. Mas embora possa parecer muito com ela, até que ponto realmente é esta subespécie e não outra entre as espécies comuns de zebra e esta subespécie.
Além disso, tem que ter um acompanhamento sobre esta subespécie. Porque se não for realmente a Equus quagga burchelli, os cientistas podem estar criando uma espécie com fragilidades evolutivas. E vivendo no ambiente pode atrapalhar as outras.
Se a carne dela é gostosa a da outra zebra deve ser. Até porque também comem carne de cavalo.
Abraço,
Búfalo
Passando pra dizer que sempre te visito! Bjsss
De fato, esse projeto só me parece interessante por seu caráter científico, enquanto tentativa de se aprimorar técnicas de cruzamento. Querer inserir na savana um animal inventado (pois por mais que se assemelhe àquela subespécie não será idêntico) me parece irresponsável pelo potencial desequilíbrio que pode causar ao ambiente.
Não sei se esse projeto seria uma benfeitoria à espécie extinta ou um esforço saudosista para tornar a savana tão bela quanto era há um século atrás. Em ambos os casos, há de convir que há por trás dele uma prentensão absolutamente antropocêntrica.
Um abraço
Concordo com o Tiago Almeida (comentário anterior); Totalmente antropocêntrico... embora um brilhante exercício científico.
Luiz Abrantes, Búfalo, Nati e Alex: que bom ver vocês por aqui! Fiquei com medo de perder nossas "discussões" online. Sejam bem-vindos!
Tiago, concordo. Agora, apimentando. Tenho certeza que, se um dia for possível reviver um mamute, pesquisadores o farão!
Tinha visto a notícia sobre esse projeto muitos anos atrás (talvez quando lançaram). Sempre me perguntei o que tinha acontecido com ele (sempre é um exagero, claro).
Hmmm. Visualmente esses novos "Quaggas" estão ficando parecidos com os originais. Mas dizem que têm gosto de frango. lol