Já pensou em navegar de barco pelo sujo rio Tietê?

Amigo, deixo aqui minhas desculpas pelo sumiço do blog. Muitas coisas acontecem em nossa vida! Além disso, morar em São Paulo é bacana, mas o tamanho da cidade e o trânsito dificultam o que temos a fazer. Bom, deixando as chorumelas de lado, vamos ao que interessa: um passeio de barco pelo sujo rio Tietê. Acredite se puder, eu fiz!
A Rede Ecoblogs, da qual este Xis-Xis faz parte, organizou o “programa de índio” – algumas pessoas falaram que navegar no sujo Tietê é roubada. Eu, como uma perfeita curiosa, sempre quis fazer esse passeio. Assim, é claro que não desperdiçaria a oportunidade. Se quer saber, é uma passeio fedido, mas mágico.
Imagine que bizarro embarcar em plena marginal Tietê, debaixo daquele nó de viadutos que é o Cebolão. Depois, em uma manhã ensolarada, observar a cidade de dentro daquele gigante esgoto a céu aberto. Juro, a gente vê cocôs bioando enrolados em cabelos, troncos e tudo o mais.
Ao mesmo tempo, passa um filme na cabeça que eu nunca vivi. Pessoas mergulhando no rio, competição de remo, gente pescando, velejando até as represas, barzinhos na margem. Como seria o rio Tietê – e o Pinheiros, e o córrego que corta seu bairro – limpo? Um parque de diversões aquático natural. Mais qualidade de vida para toda a cidade.

Escrevi uma matéria para o Yahoo! Brasil sobre o passeio. Leia aqui. Veja aqui, também, as fotos que tirei para o veículo.
Um beijo.

5 comentários em “Já pensou em navegar de barco pelo sujo rio Tietê?”

  1. Isis,
    Adorei as matérias e seu passeio. Aliás, voltei da Europa pensando muito nesses nossos rios. O que fizeram com a nossa cidade? As grandes capitais do mundo se adaptaram aos seus grandes rios e, limpos ou não tão limpos assim, eles fazem parte do trajeto das pessoas, que utilizam os mesmos como vias para o transporte urbano. E com o máximo de respeito possível ao curso natural do rio e de suas margens, claro, porque sem isso, vira o que vivemos constantemente no verão: enchentes, alagamento, caos…A pergunta é: porque não correr atrás do prejuízo agora? E porque não tornar o transporte fluvial uma alternativa para o trânsito da paulicéia? Quais os impedimentos? Ou melhor, há planos para isso? Acho que vale uma boa matéria, não sra. xis-xis?
    Beijocas,

  2. Isis,
    Adorei as matérias e seu passeio. Aliás, voltei da Europa pensando muito nesses nossos rios. O que fizeram com a nossa cidade? As grandes capitais do mundo se adaptaram aos seus grandes rios e, limpos ou não tão limpos assim, eles fazem parte do trajeto das pessoas, que utilizam os mesmos como vias para o transporte urbano. E com o máximo de respeito possível ao curso natural do rio e de suas margens, claro, porque sem isso, vira o que vivemos constantemente no verão: enchentes, alagamento, caos…A pergunta é: por que não correr atrás do prejuízo agora? E por que não tornar o transporte fluvial uma alternativa para o trânsito da paulicéia? Quais os impedimentos? Ou melhor, há planos para isso? Acho que vale uma boa matéria, não sra. xis-xis?
    Beijocas,
    (texto revisado, e com os “por ques”, devidamente, separados…hahaha)

  3. Um outro detalhe, vc já pensou no seguinte: Moro em Interlagos, vou um pouco além do autodromo, pego um barco e vou até(por exemplo) a Penha, em uma embarcação que, pode ter um conforto com boas poltronas e um bom bar. Não teriamos cruzamentos, sinais de transito, atropelamentos de motoqueiros, e tem mais, quantos bairros seriam atendidos por este tipo de transporte. (Não me chamo LEVI e nem penso no aero trem, porém este não poderia ser um tipo de transporte barato, e principalmente realizavel?)

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