São Paulo inaugura espaço “sustentável” para eventos

Dvll-DanceFloor-2.jpgOk. Vamos deixar de lado que quase toda construção – por requerer material explorado da natureza e n outros motivos – é ambientalmente insustentável. Relevando esse fato… Ainda não tive tempo de visitar o local, mas algumas soluções são interessantes. Vale para refletir e, quem sabe, aplicar na própria casa ou empreendimento.
A intitulada Eco House possui uma pista de dança que gera energia pela movimentação das pessoas – as placas foram importadas da Holanda. A pista foi construída em cima do reservatório de água da chuva, permitindo a visualização do reservatório e do abastecimento da energia produzida por quem se joga na balada. Cada placa acumula 30 watts de energia que são armazenadas em baterias. Junto à pista de dança, o Generator Meter – uma torre – mostra instantaneamente a quantidade de energia que o piso está gerando.
O local também possui iluminação natural, iluminação com Leds (“lâmpadas” que utilizam menos energia), coleta seletiva de lixo, aquecimento solar, compostagem e jardim com espécies ameaçadas de extinção. A madeira utilizada na construção e decoração é proveniente de reflorestamento – a maioria possui certificado ambiental. Interessante o que eles fazem com as flores e sd plantas que sobram das festas: são doadas para hospitais e asilos.
Quanto à área gastronômica, parte do cardápio é feito com alimentos orgânicos e alguns temperos e frutas são provenientes de uma plantação na laje do local. Ainda na cozinha, o calor dos fornos é usado para esquentar a água empregada na limpeza dos utensílios. Fica a ideia.

2 comentários em “São Paulo inaugura espaço “sustentável” para eventos”

  1. bacana esse lugar hein…
    quanto a construções serem insustentáveis, discordo.
    tecnologias de pau a pique são utilizadas em técnicas de bioconstrução. e se for feito com o devido acabamento, não traz risco à saúde.
    me impressiona que as pessoas acham que tecnologias como pau a pique não tenham desenvolvido ao longo das décadas, como as tecnologias que atualmente são as convencionais…
    além disso certificações ambientais de madeiras são muuuito questionáveis, já que pouco ou nada relevam a questão da biodiversidade e padronizam o manejo independentemente se a espécie em questão demora 5 ou 100 anos para estar apta para o corte… é claro que é melhor isso do que nada.

  2. Glenn, concordo com você. Por isso disse que quase todas são insustentáveis… E passo pelo mesmo dilema sobre madeira de plantações como pinus e eucalipto. Eles acabam com a biodiversidade… Abraços!

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