Decoração: poupando o meio ambiente

Já contei que estou arrumando minha casa, certo? Também que sinto dificuldade em comprar apenas produtos mais ambientalmente corretos. De modo geral, eles são mais caros. E, em alguns casos, não existem tantas opções assim. Sem contar que é uma luta interna não adquirir móveis lindos feitos com materiais menos indicados.
Pensando em pessoas que estão na mesma situação que moi, procurando uma luz no começo das obras, fiz esta matéria publicada no Yahoo! – clique aqui. São dez atitudes para poupar o meio ambiente ao construir ou imobiliar uma residência.
Resumão: prefira madeira como acabamento, compre móveis usados, invista em área realmente externa, cultive plantas, reutilize a água, verifique qual o consumo de energia dos eletro-eletrônicos, opte por revestimentos naturais, encaminhe o entulho para o reaproveitamento, dê preferência para lustres e abajures com lâmpadas fluorescentes ou Leds, escolha utensílios domésticos que agridam menos o meio ambiente como potes de vidro no lugar dos de plástico.
Construa um doce lar – que não de açúcar. E seja feliz!

3 comentários em “Decoração: poupando o meio ambiente”

  1. Qual o seu limite pessoal do ‘ágio’ pra adquirir um produto ambientalmente menos danoso? Vc sabe de algum estudo que indique qual a média pra população em geral (não do que as pessoas declaram estar dispostas a gastar, mas que efetivamente gastem)?
    []s,
    Roberto Takata

  2. Takata, o meu é o quanto tenho de dinheiro para gastar. Na realidade, eu procuro, procuro até achar algo mais em conta. É, um trabalhão. Olhe, até li algumas pesquisas referentes, mas não lembro de uma porcentagem, por exemplo.

  3. Acho super interessante (não a revista!o.O) iniciativas como a tua. No entanto continuo a refletir sobre o real impacto dessas iniciativas no contexto geral. Será que a mudança deve começar pelo ponto final da cadeia produtiva, o consumidor?
    É claro que o consumidor deve mudar seu hábitos de compra, mas até agora o que vemos são campanhas que responsabilizam integralmente o consumidor pelas mudanças e raramente (apenas para não correr risco de errar-nunca) apontam os verdadeiros responsáveis – Produtores e Governos.
    A questão que ainda fica é: Como responsabilizá-los?

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