{"id":125,"date":"2008-06-13T13:26:37","date_gmt":"2008-06-13T16:26:37","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/xisxis\/2008\/06\/135\/"},"modified":"2008-06-13T13:26:37","modified_gmt":"2008-06-13T16:26:37","slug":"135","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/2008\/06\/13\/135\/","title":{"rendered":"Na ci\u00eancia n\u00e3o existe igualdade entre sexos"},"content":{"rendered":"<div dir=\"ltr\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" style=\"float:left\" src=\"http:\/\/www.marilynmonroe.com\/images\/photos\/bw\/bw27.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/>N\u00e3o existe igualdade entre os sexos na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong>, sugere um estudo financiado pela Comiss\u00e3o Europ\u00e9ia e publicado na <a href=\"www.embo.org\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">European Molecular Biology Organization<\/a> (EMBO). Chamado \u201cGender and Science\u201d (G\u00eanero e Ci\u00eancia), foi baseado em um question\u00e1rio de m\u00faltipla escolha respondido por 143 pesquisadores.<\/div>\n<div dir=\"ltr\">Os dados sugerem n\u00f3s, pobres mulheres, recebemos sal\u00e1rios inferiores, temos menor possibilidade de conseguir um contrato permanente ou subir na carreira ocupando uma posi\u00e7\u00e3o mais influente. Tamb\u00e9m que, embora o n\u00famero de mulheres tenha aumentado na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, somos mais encontradas em algumas \u00e1reas &#8211; como biologia e medicina &#8211; do que nas outras.<\/div>\n<div dir=\"ltr\">Apenas no in\u00edcio da carreira cient\u00edfica h\u00e1 um equil\u00edbrio. Segundo a pesquisa, no decorrer da carreira, 83,6% dos homens eram empregados em regime permanente contra 56% das mulheres. As raz\u00f5es? Ao certo, nem Freud explica. De acordo com os dados 76,6% de n\u00f3s, mulheres, achamos que os homens dominam a \u00e1rea e apenas 47,3% deles concordam. Em cada dez, sete mulheres pesquisadoras cient\u00edficas e seis homens acreditam que \u00e9 muito dif\u00edcil combinar a carreira com o cuidado aos filhos.<\/div>\n<div dir=\"ltr\">At\u00e9 nas \u201cEuropas\u201d existe discrimina\u00e7\u00e3o. Durante a faculdade eu tinha um querido \u2013 por todos &#8211; professor que era um vision\u00e1rio. Certa vez, ele disse: \u201cO dia que as mulheres puderem ter filhos sozinhas, n\u00e3o v\u00e3o precisar dos homens para nada. Elas j\u00e1 s\u00e3o, totalmente, mais independente que n\u00f3s. Seremos apenas um acess\u00f3rio. O que nos resta \u00e9 tratar elas muito bem\u201d. Fofo. Isso j\u00e1 aconteceu, mas a m\u00e3e Natureza, prevendo nossa capacidade de sermos melhores em in\u00fameros aspectos, aperta os genes da maternidade. Deixando eles mais fortes do que os da independ\u00eancia dos maridos. Leia mais <a href=\"http:\/\/cordis.europa.eu\/search\/index.cfm?fuseaction=news.document&amp;N_RCN=29536\">aqui no Cordis<\/a>.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o existe igualdade entre os sexos na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, sugere um estudo financiado pela Comiss\u00e3o Europ\u00e9ia e publicado na European Molecular Biology Organization (EMBO). Chamado \u201cGender and Science\u201d (G\u00eanero e Ci\u00eancia), foi baseado em um question\u00e1rio de m\u00faltipla escolha respondido por 143 pesquisadores. 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