{"id":2050,"date":"2013-01-24T19:20:55","date_gmt":"2013-01-24T22:20:55","guid":{"rendered":"http:\/\/scienceblogs.com.br\/xisxis\/?p=2050"},"modified":"2013-01-24T19:20:55","modified_gmt":"2013-01-24T22:20:55","slug":"meu-primeiro-encontro-com-os-guepardos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/2013\/01\/24\/meu-primeiro-encontro-com-os-guepardos\/","title":{"rendered":"Meu primeiro encontro com os guepardos"},"content":{"rendered":"<p>\u201cVoc\u00eas duas esperam aqui, do lado de fora\u201d, ordenou gentilmente um dos guias. A menina de dez anos olhou feio para ele, enquanto a que tinha cerca de cinco anos sentou conformada no banco de madeira, em frente ao ambiente cercado por grades com mais de dois metros de altura onde estavam as duas chitas (guepardos) tamb\u00e9m irm\u00e3s. Uma era f\u00eamea e a outra, macho. N\u00f3s seis (os dois guias sul-africanos, o casal americano, o meu marido e eu) seguimos em frente.<\/p>\n<p>O guia tratador das chitas tirou o cadeado do bolso e abriu a porta de metal. Entramos naquela esp\u00e9cie de ampla jaula e caminhamos atentos em busca dos animais. Eles s\u00e3o amarelos, mas impercept\u00edveis nas sombras nas plantas. O casal americano parou para ver como as filhas estavam do lado de fora. \u201cVenham, temos que andar todos juntos! \u00c9 perigoso nos afastarmos uns dos outros\u201d, ordenou o guia que nos acompanhou por todo o passeio dentro do <a href=\"http:\/\/www.tenikwa.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tenikwa Wildlife Awareness Centre<\/a>, localizado na capital africana do surf <a href=\"http:\/\/www.plettenbergbay.co.za\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Plettenberg Bay<\/a>. Os americanos, que j\u00e1 estavam um pouco assustados, seguiram mais atentos. At\u00e9 que&#8230;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita3isisrosa.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2055\" alt=\"chita3isisrosa\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita3isisrosa.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita3isisrosa.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita3isisrosa-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Encontramos as duas maravilhosas chitas deitadas sob escassa sombra de uma \u00e1rvore. N\u00e3o pod\u00edamos toc\u00e1-las, apenas observar os elegantes felinos que tinham a fei\u00e7\u00e3o de um gatinho. Enquanto o tratador contava particularidades desses animais como o fato de serem os mais r\u00e1pidos mam\u00edferos terrestres do mundo, atingindo at\u00e9 120 km\/h durante uma ca\u00e7ada, os bichos ronronavam. Sim! Ronronavam &#8211; <a href=\"http:\/\/ciencia.hsw.uol.com.br\/leoes-rugem-gatos-miam.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">chitas n\u00e3o rugem<\/a>! E era porque estavam gostando de algo. As chitas s\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o dos gatos dom\u00e9sticos, os \u00fanicos felinos que ronronam na idade adulta.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2056\" alt=\"chita\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O macho deitado no ch\u00e3o girava o corpo para um lado, girava para o outro, enquanto passamos a observar essa engenhosidade &#8211; estrutura leve e calda comprida que atua como um leme e d\u00e1 estabilidade durante a corrida &#8211; da natureza de perto. Que emo\u00e7\u00e3o! Eu quis chegar mais pertinho, mas fiquei receosa. Pensei: \u201cMelhor n\u00e3o me aproximar muito e nem fazer movimentos bruscos para n\u00e3o assustar os animais\u201d. As chitas n\u00e3o costumam ca\u00e7ar e comer humanos. Apesar dessas estarem bem alimentadas e tratadas (d\u00e1 para perceber pelo pelo brilhante) e j\u00e1 acostumadas com a presen\u00e7a humana (elas foram apreendidas de forma que n\u00e3o podem mais serem soltas na natureza), s\u00e3o carn\u00edvoras. Portanto, melhor n\u00e3o arriscar. Os m\u00fasculos pouco rasgados e uma leve sali\u00eancia na barriga entregam que, apesar da amplitude do local, elas n\u00e3o praticam muita atividade f\u00edsica. N\u00e3o correm atr\u00e1s do alimento.<\/p>\n<p>Completamente vidrada-apaixonada-encantada pela esp\u00e9cie, tentei tirar uma foto com as duas chitas. O guia tratador me orientou: \u201cPode ir atr\u00e1s delas, elas n\u00e3o far\u00e3o nada. E pode abaixar l\u00e1 para a foto ficar bem bonita\u201d. Soltei uma risada nervosa. \u201cSer\u00e1?\u201d \u201cSim, elas n\u00e3o atacam quando o tratador delas est\u00e1 aqui\u201d, informou o nosso simp\u00e1tico guia. Ah, olhei bem as garras delas, engoli e fui para tr\u00e1s. Meu marido e eu fomos os \u00fanicos que \u201cse arriscaram\u201d. Foi o tempo de tirar algumas fotos at\u00e9 a f\u00eamea levantar e sair com o olhar fixo num ponto. Admiramos um pouco mais o irm\u00e3o que acompanhava a f\u00eamea pelo olhar (foto abaixo). \u201cQuer apostar que ela foi observar de perto as crian\u00e7as?\u201d, disse o tratador. As chitas t\u00eam aquelas esp\u00e9cies de \u201criscos\u201d no rosto para evitar que a luz do sol reflita nos olhos. Diferente dos le\u00f5es e outros felinos que preferem ca\u00e7ar \u00e0 noite, no in\u00edcio da manh\u00e3 ou no finalzinho da tarde, as chitas ca\u00e7am durante o dia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita2.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2057\" alt=\"chita2\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita2.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita2.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ficamos mais uns minutos, que nunca parecer\u00e3o eternos (pena!), no local ao lado do macho. No caminho de volta por dentro da jaula, encontramos a f\u00eamea sentada com o pesco\u00e7o levantado e os olhos fixos nas duas crian\u00e7as do lado de fora. \u00c9 a posi\u00e7\u00e3o de aten\u00e7\u00e3o em que elas permanecem por horas antes de correrem atr\u00e1s da comida. O tratador soltou um sorriso. S\u00f3 faltou levantar a placa: \u201cEu avisei\u201d. A f\u00eamea mal piscava e as crian\u00e7as l\u00e1, sentadas no banco sob o sol, balan\u00e7ando as pernas no ar. Neste caso, a f\u00eamea \u00e9 quem ca\u00e7a. E as chitas ca\u00e7am crian\u00e7as. Os pais voltaram rapidinho para perto das filhas. E a chita l\u00e1, impass\u00edvel.<\/p>\n<p>O Tenikwa, um centro de reabilita\u00e7\u00e3o de animais selvagens especializado em felinos, permite vermos de pertinho essas rea\u00e7\u00f5es de cada felino enquanto o guia discorre sobre a natureza deles. Como no Brasil, na \u00c1frica do Sul \u00e9 proibido manter animais silvestres em casa sem autoriza\u00e7\u00e3o. Mas muitas pessoas capturam os bichos, como os felinos de pequeno porte, e os tratam como se fossem animais de extima\u00e7\u00e3o. Devido a essa conviv\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o, esses quando resgatados n\u00e3o t\u00eam mais condi\u00e7\u00f5es de sobreviverem sozinhos na natureza.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/caracal.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2058\" alt=\"caracal\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/caracal.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/caracal.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/caracal-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c9 o caso de um divino caracal (acima) que corria atr\u00e1s de um tronco em forma de bola jogado pelo guia. Tamb\u00e9m pudemos ver de perto um serval (ele quase nos tocou), um gato selvagem africano que estava dormindo escondido entre as folhagens como \u00e9 de costume, um leopardo, entre outros. No caso do leopardo, est\u00e1vamos a menos de tr\u00eas metros do animal e n\u00e3o conseguimos v\u00ea-lo! \u00a0N\u00e3o entramos na gaiola dele. \u00c9 t\u00e3o proibido quanto encostar na grade de prote\u00e7\u00e3o onde vive. Ele ataca humanos, embora na natureza foge de n\u00f3s assim que sente o nosso cheiro a dezenas de metros de dist\u00e2ncia. Isso porque eles costumam comer animais criados por fazendeiros como bezerros e ovelhas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/leopardo.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-4\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2059\" alt=\"leopardo\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/leopardo.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/leopardo.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/leopardo-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Durante mais de 100 anos (at\u00e9 hoje, apesar de proibido), os fazendeiros matam os leopardos com tiros. Ali\u00e1s, existe uma hist\u00f3ria recente de que em <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pret%C3%B3ria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pret\u00f3ria<\/a>, capital executiva do pa\u00eds, um leopardo atacou e matou cachorros e crian\u00e7as que estavam fora de casa at\u00e9 ser descoberto ele o autor dos \u201ccrimes\u201d, capturado e solto na natureza bem longe dali. Eles agem durante a noite e passam o dia poupando energia camuflados sob as sombras das \u00e1rvores. Mesmo assim, bobear perto de um felino como le\u00f5es e leopardos enquanto tiram aquela soneca pregui\u00e7osa da tarde \u00e9 perigoso.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea ama \u201ccats\u201d, animais selvagens (eles t\u00eam outros bichos como p\u00e1ssaros), a natureza em geral e vai para a \u00c1frica do Sul, recomendo conhecer o trabalho realizado pelo Tenikwa. Seu pagamento da entrada e compras que faz na lojinha ajudar\u00e3o a devolver para a natureza animais machucados ou que foram encontrados em cativeiro. Apenas chegue cedo, pois o local sempre lota e s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel visitar os animais acompanhado de um guia. Um \u00f3timo feriado felino para voc\u00ea!<\/p>\n<figure id=\"attachment_2060\" aria-describedby=\"caption-attachment-2060\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/gatoselvagemafricano.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-5\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2060\" alt=\"Gato selvagem africano \" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/gatoselvagemafricano.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/gatoselvagemafricano.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/gatoselvagemafricano-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2060\" class=\"wp-caption-text\">Gato selvagem africano<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_2062\" aria-describedby=\"caption-attachment-2062\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/serval11.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-6\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2062\" alt=\"Serval\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/serval11.jpg\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/serval11.jpg 700w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/serval11-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2062\" class=\"wp-caption-text\">Serval<\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/serval1.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-7\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cVoc\u00eas duas esperam aqui, do lado de fora\u201d, ordenou gentilmente um dos guias. A menina de dez anos olhou feio para ele, enquanto a que tinha cerca de cinco anos sentou conformada no banco de madeira, em frente ao ambiente cercado por grades com mais de dois metros de altura onde estavam as duas chitas &hellip; <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/2013\/01\/24\/meu-primeiro-encontro-com-os-guepardos\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Meu primeiro encontro com os guepardos<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":473,"featured_media":2055,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[6,11,13,19,20,29],"tags":[39,70,127,251,267,313,614,659,728],"class_list":["post-2050","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia","category-dica","category-estoria","category-meio-ambiente","category-natureza","category-viagem","tag-africa-do-sul","tag-animais","tag-biologia","tag-dica","tag-ecologia","tag-felinos","tag-reabilitacao","tag-selvagem","tag-viagem"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2013\/01\/chita3isisrosa.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2050","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/users\/473"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2050"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2050\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2055"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2050"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2050"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/xisxis\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2050"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}