{"id":1301,"date":"2020-03-10T21:00:49","date_gmt":"2020-03-11T00:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/?p=1301"},"modified":"2023-08-25T12:20:57","modified_gmt":"2023-08-25T15:20:57","slug":"digimon-2-torres-negras-e-transitividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/1301\/","title":{"rendered":"Digimon 2 &#8211; torres negras e transitividade"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1301\" class=\"elementor elementor-1301\" data-elementor-settings=\"{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-8c1ea14 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default jltma-glass-effect-no\" data-id=\"8c1ea14\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-6129440 jltma-glass-effect-no\" data-id=\"6129440\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6c4e7b8 jltma-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6c4e7b8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/2020\/03\/10\/digimon-2-dark-spires-and-transitivity\/\">(Translate)<\/a><\/h4>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1917c5c jltma-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1917c5c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p align=\"justify\">Digimon 2 \u00e9 um anime de aventura no qual crian\u00e7as (chamadas de Digi_escolhidos) viajam a um mundo digital (Digi_mundo) acompanhadas de monstros deste mundo chamados Digimons, eles as ajudam a superar os desafios e derrotar as for\u00e7as do mal. Estes combates ocorrem de formas variadas, algumas vezes requerendo ajuda de v\u00e1rios Digimons, sacrif\u00edcios ou mesmo que o Digimon evolua (mude de modo tempor\u00e1rio ou definitivo para uma forma mais forte).<\/p><p align=\"justify\">Neste contexto, podemos mensurar o poder dos Digimons por pares a partir de compara\u00e7\u00f5es sobre seus combates, definindo o lado vencedor como o mais forte entre eles. Por\u00e9m o resultado da vit\u00f3ria devido aos diversos fatores envolvidos no combate n\u00e3o garante a propriedade transitiva de mais forte. Por exemplo, tome os Digimons X, Y, Z:<\/p><p align=\"center\"><i>Digimon X venceu o Digimon Y;<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Digimon Y venceu o Digimon Z.<\/i><\/p><p align=\"justify\">Mas devido aos v\u00e1rios fatores envolvidos, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar com certeza que o Digimon X \u00e9 de fato mais forte que o Digimon Z, e isto por consequ\u00eancia, dificulta a mensura\u00e7\u00e3o entre o poder dos Digimons, mesmo sabendo o resultado de suas batalhas. Desse modo, somente se o Digimon X derrotasse tanto Y, quanto Z, poder\u00edamos afirmar que X \u00e9 mais forte que Y e Z.<\/p><p align=\"justify\">Em um quadro mais amplo, seria imposs\u00edvel dizer que qualquer Digimon \u00e9 mais forte do que outro se ambos n\u00e3o lutaram. Podemos entretanto assumir que se X vence Y, Y vence Z, e o resultado de X e Z \u00e9 desconhecido, ent\u00e3o X tende a vencer Z, embora n\u00e3o saibamos de fato se isto ocorre. Ou seja, a propriedade de transitividade enquanto n\u00e3o falhar, embora n\u00e3o seja determin\u00edstica, refor\u00e7a algumas hip\u00f3teses de ordena\u00e7\u00e3o das for\u00e7as entre Digimons.<\/p><p align=\"justify\">Para facilitar a nota\u00e7\u00e3o, denotaremos X &gt;&gt; Y, para indicar que X venceu Y, e X &gt; Z para indicar que, se a propriedade transitiva n\u00e3o foi invalidada, ent\u00e3o X tende a vencer Z.<\/p><p align=\"justify\">No caso, a propriedade transitiva pode ser estendida a v\u00e1rios graus. Por exemplo, tomemos X, Y, Z, W, J, K, P, Q. Se X &gt;&gt; Y, Y &gt;&gt; Z, Z &gt;&gt; W, W &gt;&gt; J, J &gt;&gt; K, K &gt;&gt; P, P &gt;&gt; Q. Ent\u00e3o podemos dizer que X &gt; {Y, Z, W, J, K, P, Q}. Mas se por exemplo, Q &gt;&gt; K, ent\u00e3o a transitividade de K at\u00e9 Q falha. Desse modo, podemos dizer apenas que X &gt; {Y, Z, W, J}.<\/p><p align=\"justify\">Contudo, em Digimon 2 entre os epis\u00f3dios 24 e 32, surge um elemento a mais que possibilita a mensura\u00e7\u00e3o de Digimons, as Torres Negras. Elas foram criadas pelo Imperador Digimon e tem por objetivo destruir o equil\u00edbrio no Digi_mundo, afetando assim entre outras coisas a evolu\u00e7\u00e3o dos Digimons. Logo no in\u00edcio deste anime, o Digi_mundo estava cheio desta Torres Negras e a partir do epis\u00f3dio 24, a Digimon Arukenimon (que deseja destruir o equil\u00edbrio no Digi_mundo) come\u00e7ou a converter as Torres Negras em Digimons das trevas. Dessa forma, dado que todas as Torres Negras sejam similares em poder por todo o Digi_mundo, isto nos permite mensurar uma unidade de poder para os Digimons criados a partir da quantidade de Torres Negras usadas na sua forma\u00e7\u00e3o. Para facilitar a nota\u00e7\u00e3o, chamaremos de T a unidade Torre Negra.<\/p><p align=\"justify\">Com isto, fiz um levantamento entre estes epis\u00f3dios, para identificar quais Digimons a Arukenimon criou com as Torres Negras, e quantas foram necess\u00e1rias para cri\u00e1-los.<\/p><p align=\"center\"><i>Thundermon \u2013 Ep. 24 \u2013 1 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Snimon \u2013 Ep. 25 \u2013 ?T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Golemon \u2013 Ep. 25 \u2013 1 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Minotarumon \u2013 Ep. 26 \u2013 1 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Okuwamon \u2013 Ep. \u2013 26 \u2013 10 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>BlackWarGreymon \u2013 Ep. 30 \u2013 100 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Blossomon \u2013 Ep. 31 \u2013 10 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>20 Mammothmon \u2013 Ep. 32 \u2013 200 T<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Knightmon \u2013 Ep. 32 \u2013 10 T<\/i><\/p><p align=\"justify\">Apesar de n\u00e3o ser dito em todas as ocasi\u00f5es quantas Torres Negras foram usadas para fazer cada Digimon, isto pode ser verificado contando a quantidade de Torres Negras que come\u00e7am a se fundir ou a quantidade de fios de cabelo que Arukenimon arremessa para fazer esta transforma\u00e7\u00e3o (cada fio \u00e9 lan\u00e7ado em uma Torre Negra).<\/p><p align=\"justify\">Um caso entretanto permanece em aberto. O Snimon que aparece no epis\u00f3dio 25. Na ocasi\u00e3o ainda n\u00e3o tinha sido revelado no anime a origem daqueles Digimons das trevas, sua liga\u00e7\u00e3o com as Torres Negras estava contribuindo secretamente para alguns conflitos entre os personagens. Dessa forma, no epis\u00f3dio 25 mostra o Digi_escolhido Ken com seu Digimon Stingmon enfrentando um Snimon, e com algum esfor\u00e7o o seu Digimon o destr\u00f3i. Sabemos com isso que era um Digimon das Trevas, logo \u00e9 formado por pelo menos uma Torre Negra.<\/p><p align=\"justify\">Em duas outras ocasi\u00f5es o Stingmon (Digimon do Ken) enfrenta Okuwamon (10T) e depois o Blossomon (10T), sendo que em ambas Stingmon foi incapaz de vencer. Desse modo, temos que:<\/p><p align=\"center\"><i>Blossomon (10T) &gt;&gt; Stingmon<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Okuwamon (10T) &gt;&gt; Stingmon<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Stingmon &gt;&gt; Snimon (?T)<\/i><\/p><p align=\"center\"><i>Stingmon &gt;&gt; Thundermon (1T)<\/i><\/p><p align=\"justify\">Assim, dado que n\u00e3o h\u00e1 contra-exemplos, podemos dizer que: <i>{Blossomon, Okuwamon} &gt; {Snimon, Thundermon}<\/i><\/p><p align=\"justify\">Baseado no di\u00e1logo de Arukenimon antes de criar o BlackWarGreymon (que exigiu 100 Torres Negras), ela analisa somente o poder de uma Torre Negra e o poder de 10 Torres Negras. Isto \u00e9 um indicativo de que ela n\u00e3o tem informa\u00e7\u00e3o a respeito de outras quantidades de Torres Negras, deixando o Snimon com uma quantidade mensur\u00e1vel de 1 T ou 10 T. Desse modo, \u00e9 prov\u00e1vel que Snimon tenha sido criado com 1 Torre Negra.<\/p><p align=\"justify\">Outra an\u00e1lise de valores que podemos fazer \u00e9:<\/p><p align=\"center\"><i>BlackWarGreymon(100T) &gt;&gt; 20.Mammothmon(10T).<\/i><\/p><p align=\"justify\">Disso chegamos na seguinte tabela:<\/p><table width=\"404\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"4\"><colgroup><col width=\"92\" \/> <col width=\"93\" \/> <col width=\"81\" \/> <col width=\"105\" \/> <\/colgroup><tbody><tr><td width=\"92\"><p align=\"center\">1 T<\/p><\/td><td width=\"93\"><p align=\"center\">10 T<\/p><\/td><td width=\"81\"><p align=\"center\">20.(10 T)<\/p><\/td><td width=\"105\"><p align=\"center\">100T<\/p><\/td><\/tr><tr><td width=\"92\"><p align=\"center\">Thundermon<br \/>Snimon<br \/>Golemon<br \/>Minotarumon<\/p><\/td><td width=\"93\"><p align=\"center\">Okuwamon<br \/>Blossomon<br \/>Knightmon<br \/>Mammothmon<\/p><\/td><td width=\"81\"><p align=\"center\">20 Mammothmon<\/p><\/td><td width=\"105\"><p align=\"center\">BlackWarGreymon<\/p><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><p align=\"justify\">Ordenando a tabela da esquerda para direita pela for\u00e7a dos Digimons, percebemos que a fun\u00e7\u00e3o for\u00e7a de um Digimon n\u00e3o \u00e9 a soma aritm\u00e9tica da quantidade de Torres Negras utilizadas para cri\u00e1-los. Pois se fosse, 20 Mammothmon corresponderiam a 200T enquanto BlackWarGreymon teria apenas 100T. Mas na batalha, os 20 Mammothmon lutaram de forma pareada com este Digimon. Desse modo, para pensarmos em uma compara\u00e7\u00e3o de poder entre Digimons e a quantidade de Torres Negras utilizadas, precisamos supor alguma fun\u00e7\u00e3o que explique a convers\u00e3o de Torres Negras em for\u00e7a do Digimon. Tomando a fun\u00e7\u00e3o exponencial com um expoente que satisfa\u00e7a nossa situa\u00e7\u00e3o, ou seja:<\/p><p align=\"center\"><i>F(1)=1 e F(100) = 20.F(10)<\/i><\/p><p align=\"justify\">Temos o expoente 1,30103. Dessa forma, podemos dizer que para um n\u00famero de Torres Negras N, a fun\u00e7\u00e3o de for\u00e7a do Digimon criado \u00e9 dada por:<\/p><p align=\"center\">F(N) = N<sup>1,30103<\/sup><\/p><p align=\"justify\">Aplicando esta fun\u00e7\u00e3o a F(10) temos que F(10) = 20.F(1). De forma geral, podemos definir o seguinte gr\u00e1fico que representa a for\u00e7a dos Digimons a partir do n\u00famero de Torres Negras utilizadas para cri\u00e1-los.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6cc0c69 jltma-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"6cc0c69\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"633\" height=\"362\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2020\/03\/gr\u00e1fico-portugu\u00eas-2.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1330\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2020\/03\/gr\u00e1fico-portugu\u00eas-2.png 633w, 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class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/\">Voltar para p\u00e1gina principal<\/a><\/h4>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-47eec39 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default jltma-glass-effect-no\" data-id=\"47eec39\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4d2d31e jltma-glass-effect-no\" data-id=\"4d2d31e\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap 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deles.<\/p>\n","protected":false},"author":434,"featured_media":1313,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[1210],"tags":[],"class_list":["post-1301","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-v-3-ed-1"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2020\/03\/landscape-768423_1920.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1301","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/users\/434"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1301"}],"version-history":[{"count":41,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1301\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5225,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1301\/revisions\/5225"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1313"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1301"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1301"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1301"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}