{"id":2831,"date":"2021-04-18T20:59:12","date_gmt":"2021-04-18T23:59:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/?p=2831"},"modified":"2023-08-25T20:19:26","modified_gmt":"2023-08-25T23:19:26","slug":"caca-ao-vampiro-no-expresso-do-oriente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/2831\/","title":{"rendered":"Ca\u00e7a ao vampiro no Expresso do Oriente"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>Era ver\u00e3o em Budapeste no ano de 1931, quando a vampira Helena se preparava para retornar a Paris. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Ser um vampiro exige dentre v\u00e1rios cuidados, uma aten\u00e7\u00e3o redobrada com o sol e ao seu caix\u00e3o enquanto \u00e9 dia, para isso ela contava com uma comitiva de aproximadamente 20 vassalos dentre estes, homens, mulheres, idosos e crian\u00e7as para auxili\u00e1-la. Esses vassalos tiveram seu sangue sugado e mente dominada por ela, de modo que continuassem humanos mas fossem obedientes e leais a ela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">No dia da viagem o clima em Budapeste estava bem chuvoso, os vassalos de Helena levavam os pertences dela junto ao seu caix\u00e3o para a esta\u00e7\u00e3o de trem. Ali enquanto aguardavam ao trem que vinha de Istambul mas estava atrasado devido a uma tempestade, seus vassalos aproveitaram para ajustar seus rel\u00f3gios de acordo com a esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Ap\u00f3s o embarque, os vassalos de Helena se certificaram de acomodar seu caix\u00e3o no vag\u00e3o de cargas, e ocuparem o \u00faltimo vag\u00e3o de passageiros para garantir a seguran\u00e7a de sua mestra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">As horas foram passando, e sempre que algum funcion\u00e1rio da ferrovi\u00e1ria se dirigia ao vag\u00e3o de cargas, dois vassalos armados o acompanhavam, garantindo que nenhum mal ocorresse \u00e0quele caix\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Pelo tempo de viagem, os vassalos imaginavam estarem pr\u00f3ximos de seu destino, quando s\u00e3o surpreendidos com um forte som de metal vindo do vag\u00e3o de cargas. Assustados foram ver o que ocorria, a porta do vag\u00e3o estava trancada por fora, e os vag\u00f5es haviam sido separados do restante do trem. Seguindo em velocidade menor, os vag\u00f5es de carga foram se afastando do restante do trem. Os vassalos come\u00e7am a se mobilizar, alguns tentam quebrar a porta, enquanto outros se dirigem aos vag\u00f5es dianteiros para frear o trem, mas percebem que a outra porta tamb\u00e9m encontra-se trancada. Enquanto tentavam arrombar ambas as portas, os vag\u00f5es foram se afastando tanto quanto era poss\u00edvel enxergar, e do longe viram algu\u00e9m parado na ferrovia, e logo depois os vag\u00f5es de cargas seguindo em uma dire\u00e7\u00e3o diferente do restante do trem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">No vag\u00e3o de cargas, estava uma mo\u00e7a de 30 anos, de cabelos curtos, pequena e agil, escondida em uma das malas desde antes do trem chegar em Budapeste. Agora que ela havia separado o vag\u00e3o de cargas do restante do trem, sua velocidade diminuia. A mo\u00e7a olhava para aquele caix\u00e3o e sabia muito bem o que havia ali, sentindo uma forte aura de morte ao seu redor, corre para a outra porta do vag\u00e3o, nesse momento a tampa do caix\u00e3o salta como se fosse um material muito leve, mas ao cair sobre o piso do trem chega a tremer o vag\u00e3o, indicando seu imenso peso e mostrando as in\u00fameras travas internas que protegiam aquele sarc\u00f3fago de ser aberto levianamente. Do caix\u00e3o, quase que em um piscar de olhos, estava de p\u00e9 Helena, com 1 metro e 80 de altura, pele de marfim, olhos amarelos e um sorriso que lembrava o de uma fera diante a sua presa, enquanto observava com curiosidade a mo\u00e7a que separou os vag\u00f5es, exclamando: <\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>Depois depois de tanto trabalho para enganar meus vassalos, nem chegou a tentar abrir meu caix\u00e3o? <\/em><br><em>Estava ali realmente com inten\u00e7\u00e3o de me matar ou s\u00f3 segue ordens?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A mo\u00e7a diante de Helena, n\u00e3o hesita, passa pela porta do vag\u00e3o, trancando-a, soltando o vag\u00e3o dos demais e trancando a porta do seguinte. Helena caminha at\u00e9 o fim de cada vag\u00e3o, arrebentando a porta trancada com um simples toque, e saltando a dist\u00e2ncia entre os vag\u00f5es com a calma e suavidade de um p\u00e1ssaro que voa. Enquanto aquela mo\u00e7a agilmente segue soltando os vag\u00f5es e trancando as portas, Helena a segue com curiosidade. At\u00e9 encurral\u00e1-la no \u00faltimo vag\u00e3o, enquanto a mo\u00e7a puxava os freios para reduzir a velocidade do vag\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Helena sorri, dizendo que ela era muito h\u00e1bil nisso, com certeza sua fam\u00edlia deveria ser do ramo das ferrovias, seria um prazer se ela dissesse seu nome completo, para que ela pudesse matar apenas sua fam\u00edlia, j\u00e1 que viajar de trem \u00e9 t\u00e3o prazeroso, que detestaria matar outros ferrovi\u00e1rios e atrapalhar esse magn\u00edfico servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A mo\u00e7a acuada, com olhos de raiva chora diante de Helena, demonstrando seu \u00f3dio \u00e0quela criatura, declarando que desejava sua morte, dizendo que seu nome era Clarice, quando e onde a vampira fez as atrocidades que fez e que ela havia destru\u00eddo sua fam\u00edlia. Que a odiava todos os dias da sua vida e s\u00f3 traria paz a seus pais e irm\u00e3os, o dia que Helena morresse! Helena ouve com curiosidade, respondendo que aquilo tudo que ela disse era deveras interessante, pois era mentira, embora n\u00e3o se importe com seres insignificantes como os humanos, carregava a maldi\u00e7\u00e3o de ter uma mem\u00f3ria eid\u00e9tica, assim, jamais esqueceria de nada, por menos importante que possa ser, e sabia de quem ela falava, e de fato deixou uma menina viva naquele dia, e ela se chamava Clarice, mas n\u00e3o era ela, o rosto era diferente, e isso deixava a hist\u00f3ria ainda mais curiosa. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>Por que mente para mim, Clarice? Tudo bem se eu te chamar de Clarice?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Clarice diz que pretendia atrasar a viagem de Helena at\u00e9 que amanhecesse, onde poderiam quebrar o caix\u00e3o dela e expor o monstro \u00e0 luz do sol, e Helena diz que foi um plano ardiloso, alterar a data da viagem, modificar o hor\u00e1rio do rel\u00f3gio na esta\u00e7\u00e3o de trem para dificultar os vassalos de perceberem o atraso e assim n\u00e3o se atentarem ao nascer do sol, seguindo esse plano, era esperado que tivessem at\u00e9 reduzido a velocidade do trem, mas Helena mexendo em seus ombros, diz que n\u00e3o sentiu naquela noite que o trem tivesse reduzido sua velocidade, talvez tenham esquecido disso em seu plano, mas de todo modo n\u00e3o faria diferen\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Helena explica que sua percep\u00e7\u00e3o do tempo \u00e9 perfeita e sua intelig\u00eancia superior \u00e0 dos humanos, sabia exatamente quantos segundos haviam se passado desde o embarque, que agora eram 4 e 26 da manh\u00e3 no hor\u00e1rio de Budapeste e mesmo num dia t\u00e3o pr\u00f3ximo ao solst\u00edcio de ver\u00e3o, o sol em Budapeste n\u00e3o deveria nascer antes das 4 e 47 da manh\u00e3 e n\u00e3o antes das 5 e 47 da manh\u00e3 em Par\u00eds. Ou seja, dependendo do qu\u00e3o perto de Par\u00eds elas estavam, isso deveria dar para Helena entre 21 e 81 minutos para matar Clarice, voltar at\u00e9 seu caix\u00e3o e aguardar seus vassalos chegarem. Na pior das hip\u00f3teses (21 minutos), tempo mais do que o suficiente para tudo isso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Clarice se ajoelha e pede perd\u00e3o, pede para ser polpada, que ela trabalhava mesmo na ferrovi\u00e1ria desde crian\u00e7a e que garantiam que ela n\u00e3o teria que fazer nada, s\u00f3 soltar os vag\u00f5es e eles fariam o resto. Helena suspira e diz que sabe quando algu\u00e9m tem \u00f3dio, ou medo:<\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>A hora em que voc\u00ea contou sobre sua fam\u00edlia, estava mentindo, e agora que implora por sua vida, tamb\u00e9m mente, mas afinal menina, voc\u00ea espera mesmo ganhar tanto tempo assim mentindo pra mim?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Clarice ent\u00e3o sem se levantar, avan\u00e7a na dire\u00e7\u00e3o de Helena e segura suas pernas com toda a for\u00e7a, nesse momento, Helena acha inusitado e in\u00f3quo, afinal, sequer mirou em sua cabe\u00e7a ou cora\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m n\u00e3o carregava armas, nem nada, o que esperava ali segurando suas pernas?<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A rea\u00e7\u00e3o veio em seguida, com o impacto que o trem recebeu, parece que os vag\u00f5es soltos anteriormente, agora estavam colidindo com o trem, mas isso n\u00e3o era poss\u00edvel, pois esse vag\u00e3o estava por \u00faltimo, e havia tido sua velocidade reduzida, ele n\u00e3o deveria ter atingido os vag\u00f5es da frente. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Helena imediatamente tenta saltar, mas se v\u00ea presa por Clarice. Com um \u00fanico golpe, despeda\u00e7a o corpo fr\u00e1gil da mo\u00e7a e se prepara para saltar, mas tinha sido o atraso suficiente para o trem virar e descarrilhar, levando a uma rea\u00e7\u00e3o em cadeia com os outros vag\u00f5es, emprensando Helena entre os escombros. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Irritada com o ataque, Helena se levanta toda multilada, mas regenerando-se rapidamente at\u00e9 de seus ferimentos mais graves, e ergue parte da carro\u00e7aria do trem para sair dali e procurar seu caix\u00e3o. Nesse momento, avista uma paisagem que sua mem\u00f3ria reconhece imediatamente como fazendo parte do trajeto em sentido \u00e0 Istambul junto ao raiar do sol no horizonte mais cedo do que ela podia esperar. Em uma express\u00e3o de derrota e satisfa\u00e7\u00e3o diante os esfor\u00e7os daquela menina, Helena \u00e9 transformada em cinzas e desfeita com o mais suave dos ventos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\" wp-block-image size-large eplus-wrapper\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"728\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-1024x728.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2837\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-1024x728.png 1024w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-300x213.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-768x546.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-1536x1093.png 1536w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/Orient-Express_1883-1914-3-2048x1457.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa da trajet\u00f3ria do Expresso do Oriente: obtido em <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Expresso_do_Oriente\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Expresso_do_Oriente<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><strong>Sobre o post<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Sim, isso \u00e9 um conto de fic\u00e7\u00e3o que tive uma inspira\u00e7\u00e3o s\u00fabita para escrever ap\u00f3s terminar de ver a primeira temporada do anime Kimetsu no Yaiba (mais especificamente, o OVA Trem Infinito). No caso, a inspira\u00e7\u00e3o foi com vampiros, ca\u00e7adores e ferrovias, mas o enrede \u00e9 original. Agora algumas explica\u00e7\u00f5es que justificam os eventos do conto e porque ele est\u00e1 nesse blog de matem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O fato de Clarice ter solto os vag\u00f5es de carga, foi parte do plano, visto que existia um desvio nos trilhos, que se encontravam na mesma rota pouco tempo depois. Quando ela soltou os vag\u00f5es, esses continuaram na sua velocidade, enquanto ela reduziu a velocidade do \u00faltimo. Uma pessoa na ferrovia, mudou a dire\u00e7\u00e3o na qual os vag\u00f5es seguiram, fazendo com que percorressem uma dist\u00e2ncia maior, e mudando a dire\u00e7\u00e3o novamente para que o \u00faltimo vag\u00e3o, que estava mais lento do que os outros, fosse pela rota mais curta, mas agora na frente de todos os outros vag\u00f5es. Com isso, foi apenas quest\u00e3o de tempo at\u00e9 que os demais vag\u00f5es encontrassem o \u00faltimo, e come\u00e7assem a colidir. Ganhando tempo para que o plano de expor Helena ao nascer do sol funcionasse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Baseado na previs\u00e3o para o dia 15\/06\/2021 pelo site <a href=\"https:\/\/www.sunrise-and-sunset.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sunrise-and-sunset.com<\/a>, que \u00e9 o per\u00edodo do ano no hemisf\u00e9rio norte em que os dias s\u00e3o mais longos, chegamos que no fuso-hor\u00e1rio de Paris\/Budapeste, o sol deveria nascer em <strong>Paris \u00e0s 5h47<\/strong>, em <strong>Budapeste \u00e0s 4h47<\/strong> e em <strong>Istambul \u00e0s 4h32<\/strong>. Isso faz com que a margem de seguran\u00e7a da Helena mesmo com sua perfeita percep\u00e7\u00e3o do tempo, estivesse atrasada em 15 minutos (quando Helena disse que na pior das hip\u00f3teses faltaria 21 minutos pro nascer do sol, faltava na verdade 6 minutos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Assim, a derrota de Helena se deu pelo pr\u00f3prio movimento de rota\u00e7\u00e3o da Terra no qual Helena n\u00e3o considerou que pudessem estar viajando para o Leste em vez do Oeste. Isso explica tamb\u00e9m porque no plano de Clarice, n\u00e3o reduziram a velocidade da locomotiva para atrasar Helena de chegar em seu destino, pois era do interesse de Clarice que corressem com a locomotiva o m\u00e1ximo para o Leste quanto fosse poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Tentei criar um conto de modo que os ca\u00e7adores n\u00e3o demonstrassem nenhum poder especial al\u00e9m da sua pr\u00f3pria ast\u00facia e do conhecimento cient\u00edfico, ao mesmo tempo que a vampira n\u00e3o fosse diretamente confrontada por armas ou itens, sen\u00e3o a pr\u00f3pria luz do sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\">Cr\u00e9dito da imagem de capa \u00e0 <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/pedroom-12398580\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4326620\">pedram ahmadi<\/a> por <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4326620\">Pixabay<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\" wp-block-separator has-css-opacity eplus-wrapper\" \/>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-left eplus-wrapper\">Como referenciar este conte\u00fado em formato ABNT (baseado na norma NBR 6023\/2018):<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. Ca\u00e7a ao vampiro no Expresso do Oriente. <em>In<\/em>: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. <strong><strong><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Zero &#8211; Blog de Ci\u00eancia da Unicamp<\/a><\/strong>. <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/category\/v-5-ed-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Volume 5. Ed. 1. 1\u00ba semestre de 2021<\/a><\/strong>. Campinas, 18 abr. 2021. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/2831\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/2831\/<\/a>. Acesso em: &lt;data-de-hoje&gt;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Helena, uma vampira com s\u00e9culos de exist\u00eancia, n\u00e3o est\u00e1 segura viajando no Expresso do Oriente.<\/p>\n","protected":false},"author":434,"featured_media":2839,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[1217],"tags":[],"class_list":["post-2831","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-v-5-ed-1"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2021\/04\/skull-4326620_1920.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/users\/434"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2831"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5290,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831\/revisions\/5290"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2839"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}