{"id":4703,"date":"2022-11-06T11:32:00","date_gmt":"2022-11-06T14:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/?p=4703"},"modified":"2023-08-26T19:50:24","modified_gmt":"2023-08-26T22:50:24","slug":"a-aventura-de-atalia-uma-narrativa-de-rpg-sincera-parte-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4703\/","title":{"rendered":"A aventura de Atalia \u2013 uma narrativa de RPG sincera \u2013 parte 6"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"eplus-wrapper\">Atalia acorda assustada, pois n\u00e3o percebeu que havia dormido. V\u00ea-se ainda ali, pr\u00f3xima ao osso. Estava preocupada, mas sentia que n\u00e3o tinha para onde fugir, ent\u00e3o decide tentar novamente oferecer seus servi\u00e7os a quem passasse, e talvez inclusive, mudar-se dali. Seguiu seu dia com os ouvidos atentos, e ap\u00f3s realizar o b\u00e1sico para seu bem-estar, sua ansiedade a levou novamente a vasculhar as cinzas, dessa vez com mais aten\u00e7\u00e3o e de modo mais sistem\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Arrasta viga por viga e tira tudo o que encontra dali. A cada osso que acha, uma sensa\u00e7\u00e3o mais certa de que esta pessoa, ou pessoas, foram mortas ali. Mas segue em sua miss\u00e3o, at\u00e9 que ouve novamente o som de cavalos. Cheia de cinzas, pega sua enxada improvisada e corre at\u00e9 a estrada, dessa vez era uma carro\u00e7a bem guarnecida e ornamentada, Atalia havia visto poucas destas, apenas transportando pessoas muito bem vestidas no castelo em que trabalhava, ao avistar a garota na estrada, a carro\u00e7a reduz sua velocidade e para ao seu lado.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Momento do teste!<\/strong> O condutor da carro\u00e7a, acompanhado de outro sujeito a abordam, questionando de forma autorit\u00e1ria e impositiva, quem era ela e o que fazia ali. Atalia n\u00e3o sabia quem eram aquelas pessoas, mas a forma diretiva que lhe questionavam, a pressionava demais para responder. De 0.01 &#8211; 0.20 Atalia consegue manter-se calma e explicar que estava viajando a p\u00e9 e procurava algum lugar para trabalhar, de 0.21 &#8211; 0.50 Atalia se explica com nervosismo dizendo que estava com fome, procurava trabalho e pousava ali perto, de 0.51 &#8211; 1.00 Atalia demonstrando medo dizia com a voz tr\u00eamula que estava com fome, fugia do seu antigo lar e queria ajuda: <strong>0.04.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Resultado:<\/strong> O sujeito que acompanhava o condutor reclama do forte mal cheiro que vinha dela, e quesitonou o que ela sabia fazer.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\"><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Momento do teste!<\/strong> Atalia diante dessa situa\u00e7\u00e3o tensa, procura passar a melhor imagem poss\u00edvel a seu respeito. De 0.01 &#8211; 0.30 ela se desculpa pelo mal cheiro e se apresenta como uma experiente limpadora de est\u00e1bulo, mas que estaria disposta a trabalhar no que fosse necess\u00e1rio, de 0.31 &#8211; 0.60 Atalia se desconcerta com a situa\u00e7\u00e3o e explica que trabalhava limpando est\u00e1bulos e que agora podia tamb\u00e9m arar a terra, apresentando sua enxada, de 0.61 &#8211; 1.00 Atalia perde a compostura dizendo que trabalharia com qualquer coisa que precisassem, e pergunta se eles podem dar a ela um pouco de comida: <strong>0.92.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Resultado:<\/strong> O sujeito que acompanhava o condutor olha para a garota com certa curiosidade, e ent\u00e3o pega na bolsa um peda\u00e7o de p\u00e3o e o joga no ch\u00e3o. Atalia n\u00e3o via algo como um p\u00e3o faziam v\u00e1rios dias, estava esfomeada e sem hesitar agradece se abaixando para com\u00ea-lo, ignorando que tenha ca\u00eddo na terra. O sujeito e o condutor seguem na estrada enquanto ela se distra\u00eda com aquele p\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Chegavam a escorrer l\u00e1grimas de felicidade nos olhos de Atalia, pois estava morrendo de saudades daquele sabor. Ao mesmo tempo que estava triste por novamente ter falhado em conseguir uma oportunidade de trabalho. Talvez suas condi\u00e7\u00f5es atuais fossem deplor\u00e1veis demais para que algu\u00e9m viesse a confiar t\u00ea-la por perto. N\u00e3o sabia mais o que fazer, pedir ajuda, procurar abrigo, pois ao reviver o sabor de um p\u00e3o assado, comer o que encontrava no mato passou a ser mais dif\u00edcil. Seu paladar agora parecia pedir mais daquilo. Sem saber o que fazer, decidiu dar a ela mesma um pouco mais de tempo, retornando para os escombros onde habitava e seguiu vasculhando as cinzas, na esperan\u00e7a de encontrar quem sabe, algum objeto que pudesse trocar por outro p\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Seguiu tirando tudo o que encontrava das cinzas, sentindo um certo arrepio sempre que se deparava com mais um osso, mas seguiu reunindo, pois sentia tamb\u00e9m que n\u00e3o havia muito o que fazer ali. Removeu aquelas cinzas dali por toda uma tarde, encontrando somente madeira, ossos, algumas pe\u00e7as quebradas de barro at\u00e9 que se deparou com um pequeno peda\u00e7o de metal pontiagudo que parecia-se com a ponta de um dardo. <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Momento do teste!<\/strong> Aparentemente n\u00e3o havia nada demais naquele objeto, mas Atalia sentia algo de estranho vindo dele. De 0.01 &#8211; 0.10 Atalia come\u00e7a a enxergar um sutil brilho azulado vindo daquela ponta, de 0.11 &#8211; 0.50 Atalia sente uma vibra\u00e7\u00e3o hostil daquele objeto, de 0.51 &#8211; 0.90 Atalia sente que aquela ponta pudesse estar relacionada \u00e0queles ossos, de 0.91 &#8211; 1.00 Atalia ignora por completo qualquer rela\u00e7\u00e3o com aquele objeto: <strong>0.61.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li class=\" eplus-wrapper\"><strong>Resultado:<\/strong> Atalia fica analisando aquela ponta, imaginando o que poderia ter acontecido. Estava mais certa do que antes, de que algu\u00e9m havia sido morto ali, e talvez aquela tenha sido a arma, um dardo disparado. <\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">J\u00e1 escurecia quando Atalia lembrou-se de seu pequeno inseto, que por mais estranho que pare\u00e7a, ainda estava ali no mesmo lugar que deixou-o no come\u00e7o daquele dia. Ela curiosa sobre este inseto, o chama, e ele vem de imediato. Ela o pede para acender sua luz, e ele acende. Ela desenha com a ponta do dardo alguns c\u00edrculos no ch\u00e3o e pede que ele v\u00e1 para determinado c\u00edrculo, e ele obedece. Atalia esta realmente entusiasmada com tudo aquilo, sem entender o que ocorria, mas sentindo o sabor da descoberta e da aventura. Mesmo que sua situa\u00e7\u00e3o fosse miser\u00e1vel, estivesse com fome, suja, cansada, e morrendo de saudades de comer uma comida boa, cozida, e temperada, sentia que havia encontrado algo novo no mundo e que lhe dava uma certa vontade de continuar viva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Durante a noite, em meio ao frio, pensou ir atr\u00e1s de outros vaga-lumes, avistando-os na escurid\u00e3o, correu rapidamente para tentar captur\u00e1-los. Conseguiu trazer com ela outro insetinho, que diferentes do seu, era bem agitado e pareciam querer fugir insistentemente. Ela o segurou e pediu que ficasse calmo, que se comportasse, acreditando conseguir conversar com ele, faz\u00ea-lo obediente que nem o outro. Mantendo-o junto \u00e0s suas m\u00e3os at\u00e9 que se comportasse melhor, ela tentava dar ordens semelhantes \u00e0quele inseto, mas ele parecia n\u00e3o obedec\u00ea-la em nada, ela tentou v\u00e1rias e v\u00e1rias vezes, sem entender porque n\u00e3o funcionava. Ao longo de todo este esfor\u00e7o, o cansa\u00e7o veio e a fez cair no sono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\"><strong>STATUS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\"><strong>Nome:<\/strong> Atalia, filha de Galieu da regi\u00e3o de Farhes<br><strong>Apar\u00eancia:<\/strong> Mesti\u00e7a indiana\/europeia<br><strong>Idade: <\/strong>16 anos<br><strong>Profiss\u00e3o:<\/strong> Andarilha<br><strong>Equipamentos:<\/strong><br>Roupa do corpo<br>Cobertor<br>Enxada improvisada<br>Ponta de dardo<br><strong>Situa\u00e7\u00e3o:<\/strong><br>Sa\u00fade debilitada<br><strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong><br>Forte odor<br>N\u00e3o sente nojo<br>N\u00e3o se incomoda com odores<br>Pouco comunicativa<br>Gosta de ficar sozinha<br>Sa\u00fade forte<br>Afinidade com animais<br>\u00c1gil e flex\u00edvel<br>L\u00edngua dos mortos<br>Reanimar cole\u00f3pteros<br><strong>Inimigos:<\/strong><br>Duquesa de Mancini<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper has-text-align-center\"><strong>Testes gerais s\u00e3o mais do que suficientes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Como j\u00e1 mencionei em textos anteriores desta aventura, tentei trabalhar na escola durante meu PIBID com jogos de RPG. Mas um dos principais problemas que encontrava era o tempo reduzido para incorporar um conjunto complexo de regras e funcionamento de sistemas. Ap\u00f3s algumas tentativas frustrantes de levar RPG pra escola, percebi que uma alternativa seria reduzir o cen\u00e1rio de confronto. Ou seja, que a batalha deveria ser retirada do conjunto de a\u00e7\u00f5es t\u00edpicas daquele cen\u00e1rio, pois lutas, combates e duelos envolvem decis\u00f5es meticulosas, de alto risco e muito dif\u00edceis de serem modeladas corretamente. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Para explicar melhor esse contexto, quando jogo xadrez online o sistema determina meu rating em rela\u00e7\u00e3o aos outros jogadores. Se eu frequentemente ven\u00e7o jogadores de rating 1100, mas perco para jogadores de rating 1300, ent\u00e3o o sistema determina que meu rating seja na faixa de 1200. H\u00e1 alguns desvios nesta medi\u00e7\u00e3o, mas de forma geral, se enfrento algu\u00e9m de mesmo rating que o meu, ambos em condi\u00e7\u00f5es de tempo, energia e aten\u00e7\u00e3o equivalentes. \u00c9 justo dizer que a vit\u00f3ria ou a derrota nesta partida deve ser em torno de 50% para cada jogador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Se dois cavaleiros armadurados decidem se enfrentar, ambos descansados, com o mesmo n\u00edvel de treinamento, armas e equipamentos em qualidades parecidas e com condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas parecidas, \u00e9 justo dizer tamb\u00e9m que a vit\u00f3ria ou derrota nesta luta ser\u00e1 em torno de 50% para cada cavaleiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">N\u00e3o h\u00e1 realmente o que se decidir por parte do jogador em meio ao combate, que n\u00e3o possa ser determinado num contexto anterior ao in\u00edcio do combate. N\u00e3o ser\u00e1 numa situa\u00e7\u00e3o de garfo, que eu decidirei sacrificar minha rainha numa tentativa de avan\u00e7ar um mate, que far\u00e1 com que minha chance de vit\u00f3ria aumente ou reduza daquela inicialmente estimada. Isto tudo ainda assim, estar\u00e1 naquela probabilidade inicialmente estimada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\"><strong>A aventura de Atalia \u2013 uma narrativa de RPG sincera<\/strong><br>parte 0: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/3826\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/3826\/<\/a><br>parte 1: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/3832\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/3832\/<\/a><br>parte 2: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4247\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4247\/<\/a><br>parte 3: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4283\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4283\/<\/a><br>parte 4: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4579\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4579\/<\/a><br>parte 5: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4700\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4700\/<\/a><br>parte 6: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4703\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4703\/<\/a><br>parte 7: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4708\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4708\/<\/a><br>parte 8: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4716\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4716\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"eplus-wrapper wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">Como referenciar este conte\u00fado em formato ABNT (baseado na norma NBR 6023\/2018): <\/p>\n\n\n\n<p class=\"eplus-wrapper\">SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. A aventura de Atalia \u2013 uma narrativa de RPG sincera \u2013 parte 6. <em>In<\/em>: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/\" target=\"_blank\">Zero \u2013 Blog de Ci\u00eancia da Unicamp<\/a>. <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/category\/v-8-ed-1\/\" target=\"_blank\">Volume 8. Ed. 1. 2\u00ba semestre de 2022<\/a><\/strong>. Campinas, 6 nov. 2022. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4703\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/4703<\/a>. Acesso em: &lt;data-de-hoje&gt;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais coisas s\u00e3o encontradas nas cinzas, a menina n\u00e3o entende a gravidade de sua descoberta.<\/p>\n","protected":false},"author":434,"featured_media":4733,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[1224],"tags":[],"class_list":["post-4703","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-v-8-ed-1"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4703","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/users\/434"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4703"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4703\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5355,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4703\/revisions\/5355"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4733"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4703"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4703"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4703"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}