{"id":5766,"date":"2024-05-15T20:50:43","date_gmt":"2024-05-15T23:50:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/?p=5766"},"modified":"2024-05-15T20:50:45","modified_gmt":"2024-05-15T23:50:45","slug":"caixas-reais-metodos-complexos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/5766\/","title":{"rendered":"Caixas reais, m\u00e9todos complexos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" eplus-wrapper\">No semestre passado, Emanuelly teve a &#8220;brilhante ideia&#8221; de utilizar no Instituto Federal de ensino em que leciona, o movimento de um p\u00eandulo simples como motiva\u00e7\u00e3o para que seus alunos da disciplina Matem\u00e1tica VI compreendessem que os N\u00fameros Complexos est\u00e3o de fato inseridos no mundo real (<strong><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/5671\/\">Um p\u00eandulo \u201cmotivacional\u201d<\/a><\/strong>). Refletindo a experi\u00eancia e estudando mais sobre este conjunto num\u00e9rico, ela tomou conhecimento de uma equa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica que viria muito bem a calhar para convencer seus alunos de que esses n\u00fameros de fato existam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Entusiasmada com o in\u00edcio do novo semestre, na primeira aula da disciplina Matem\u00e1tica VI, ap\u00f3s se apresentar para a turma e explicar seu planejamento pedag\u00f3gico, Emanuelly apagou toda a lousa e deu in\u00edcio a sua tentativa de motivar os alunos a respeito dos n\u00fameros Complexos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Para isso, ela colocou sobre a mesa v\u00e1rias folhas de cartolina, r\u00e9guas, tesouras e fitas adesivas, e sua ideia era desafiar os alunos a criarem duas caixas com a mesma largura, mas a primeira deveria ter formato de cubo, enquanto a segunda deveria ter altura 5 cm, comprimento 3 cm e ser 4 cm\u00b3 menor que a primeira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\" wp-block-image aligncenter size-full eplus-wrapper\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"625\" height=\"291\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/2024-05-15-181400_1366x768_scrot.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5771\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/2024-05-15-181400_1366x768_scrot.png 625w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/2024-05-15-181400_1366x768_scrot-300x140.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/2024-05-15-181400_1366x768_scrot-500x233.png 500w\" sizes=\"(max-width: 625px) 100vw, 625px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Esse foi um desafio bastante f\u00e1cil de ser resolvido, os alunos ap\u00f3s testarem alguns valores inteiros, descobriram que se a primeira caixa tiver largura 4, seu volume ser\u00e1 64 cm\u00b3, enquanto o da segunda caixa seria 60 cm\u00b3. Realmente, Emanuelly sabia que este problema seria resolvido com alguma facilidade, simplesmente chutando, afinal, se uma caixa tem medidas 3 e 5, \u00e9 razo\u00e1vel verificar se 4 seria uma solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A turma estava animada, terminando suas caixas, quando ela foi at\u00e9 a lousa explicar esse desafio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Se a largura \u00e9 a mesma, vamos cham\u00e1-la de x.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O volume da caixa rosa (a primeira) ser\u00e1 x\u00b3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O volume da caixa azul (a segunda) ser\u00e1 3*5*x.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">O volume da caixa rosa \u00e9 igual ao volume da caixa azul mais 4 cm\u00b3, ou seja, x\u00b3 = 15*x + 4.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Que podemos reescrever como x\u00b3 &#8211; 15*x &#8211; 4 = 0.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Assim, aquilo que a turma fez com a caixa, foi descobrir quando x\u00b3 &#8211; 15*x &#8211; 4 \u00e9 igual \u00e0 0.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\" wp-block-image aligncenter size-full is-resized eplus-wrapper\"><img decoding=\"async\" width=\"874\" height=\"572\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5773\" style=\"width:564px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2.png 874w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2-300x196.png 300w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2-768x503.png 768w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2-500x327.png 500w, https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem-2-800x524.png 800w\" sizes=\"(max-width: 874px) 100vw, 874px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Agora que o problema das caixas j\u00e1 tinha sido empiricamente resolvido, a professora mostraria sua resolu\u00e7\u00e3o alg\u00e9brica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Vamos dizer que <strong>u + v<\/strong> seja uma solu\u00e7\u00e3o. Se isso \u00e9 verdade, ent\u00e3o ao substituirmos <strong>x<\/strong> por <strong>u + v<\/strong> teremos:<\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>(u + v)\u00b3 &#8211; 15*(u + v) &#8211; 4 = 0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>u\u00b3 + 3*u\u00b2*v + 3*u*v\u00b2 + v\u00b3 &#8211; 15*u &#8211; 15*v &#8211; 4 = 0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" has-text-align-center eplus-wrapper\"><em>(u + v)*(3*u*v &#8211; 15) + (u\u00b3 + v\u00b3 &#8211; 4) = 0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Assim, uma solu\u00e7\u00e3o seria:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\"><em>3*u*v &#8211; 15 = 0<\/em><br><em>u\u00b3 + v\u00b3 &#8211; 4 = 0<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Isolando as constantes em cada equa\u00e7\u00e3o, temos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">u*v = 5<br>u\u00b3 + v\u00b3 = 4<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Elevando a primeira equa\u00e7\u00e3o ao cubo, temos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">u\u00b3*v\u00b3 = 125<br>u\u00b3 + v\u00b3 = 4<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Nessa ocasi\u00e3o a professora interrompe os c\u00e1lculos para explicar, porque decidiu elevar a primeira equa\u00e7\u00e3o ao cubo. Ela diz que a inten\u00e7\u00e3o era ter os mesmos &#8220;n\u00fameros&#8221; somando e multiplicando em ambas as equa\u00e7\u00f5es. Isto \u00e9, ela queria trabalhar com u\u00b3 como um n\u00famero, e v\u00b3 como outro n\u00famero. Com estas condi\u00e7\u00f5es, era poss\u00edvel resolver essas duas equa\u00e7\u00f5es como se fosse uma equa\u00e7\u00e3o de 2o grau.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">u\u00b3 = 4 &#8211; v\u00b3<br>(4 &#8211; v\u00b3)*v\u00b3 = 125<br>4*v\u00b3 &#8211; v\u2076 &#8211; 125 = 0<br>v\u2076 &#8211; 4*v\u00b3 + 125 = 0<br>(v\u00b3)\u00b2 &#8211; 4*(v\u00b3) &#8211; 125 = 0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Voal\u00e1, temos nossa equa\u00e7\u00e3ozinha de 2o grau. Agora podemos dizer que suas solu\u00e7\u00f5es (valores de v\u00b3) ser\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">v\u00b3 = [ 4 \u00b1 \u221a(16 &#8211; 4*125) ]\/2<br>v\u00b3 = [ 4 \u00b1 \u221a(-484) ]\/2<br>v\u00b3 = [ 4 \u00b1 22*\u221a(-1) ]\/2<br>v\u00b3 = 2 \u00b1 11*\u221a(-1)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Opa&#8230; apareceu o famigerado \u221a(-1), mas vamos ignor\u00e1-lo por um momento e voltar para a nossa segunda equa\u00e7\u00e3o u\u00b3 + v\u00b3 = 4, assumindo (sem perda de generalidade que v\u00b3 = 2 + 11*\u221a(-1).<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">u\u00b3 + 2 + 11*\u221a(-1) = 4<br>u\u00b3 = 2 &#8211; 11*\u221a(-1)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Mas e o \u221a(-1)?<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Vamos continuar ignorando ele, s\u00f3 mais um pouquinho&#8230;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">v\u00b3 = 2 + 11*\u221a(-1) \u21d2 v = <sup>3<\/sup>\u221a( 2 + 11*\u221a(-1) ) = <sup>3<\/sup>\u221a( 2 + \u221a(-1) )\u00b3 = 2 + \u221a(-1)<br>u\u00b3 = 2 &#8211; 11*\u221a(-1) \u21d2 u = <sup>3<\/sup>\u221a( 2 &#8211; 11*\u221a(-1) ) = <sup>3<\/sup>\u221a( 2 &#8211; \u221a(-1) )\u00b3 = 2 &#8211; \u221a(-1)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Maravilha, agora temos o valor de u e v&#8230; mas o \u221a(-1) continua ai. <\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Mas lembrem-se que l\u00e1 no come\u00e7o, quando est\u00e1vamos tentando resolver x\u00b3 &#8211; 15*x &#8211; 4 = 0, &#8220;decidimos&#8221; chamar x de u + v. Agora que sabemos quanto vale u e v, porque n\u00e3o fazer sua soma?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"eplus-wrapper wp-block-list\">\n<li class=\" eplus-wrapper\">u + v = 2 + \u221a(-1) + 2 &#8211; \u221a(-1) = 4<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Ah\u00e1! Emanuelly aponta feliz para a turma enquanto mostra o resultado, que &#8220;magicamente&#8221; anulou atrav\u00e9s da subtra\u00e7\u00e3o os \u221a(-1). Mas a sala permanecia um tanto sem rea\u00e7\u00e3o, suas cabe\u00e7as pareciam pegar fogo tentando acompanh\u00e1-la no racioc\u00ednio. Ent\u00e3o ela esperou um pouco e revisitou os passos apresentados, e aos poucos a fuma\u00e7a que saia das cabe\u00e7as de seus alunos ia diminuindo, e come\u00e7avam a ficar levemente (bem levemente) surpresos com o fato de \u221a(-1) ter desaparecido sozinho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Com isso, a professora mostrou como achar uma solu\u00e7\u00e3o para aquela equa\u00e7\u00e3o c\u00fabica. E explica que para achar as outras duas solu\u00e7\u00f5es, poderia simplesmente dividir a equa\u00e7\u00e3o c\u00fabica pela solu\u00e7\u00e3o conhecida, isto \u00e9 (x &#8211; 4), e com isso, encontrariam a equa\u00e7\u00e3o de 2o grau x\u00b2 &#8211; 4*x + 1, e resolvendo-a (agora pela f\u00f3rmula padr\u00e3o), chegar\u00edamos nas solu\u00e7\u00f5es 2 + \u221a(3) e 2 &#8211; \u221a(3).<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">A professora ent\u00e3o volta para a turma, frente a lousa, para explicar o que havia de t\u00e3o &#8220;surpreendente&#8221; naquela lousa. Que apesar de termos encontrado o famigerado \u221a(-1) nos nossos c\u00e1lculos, &#8220;aceitar sua exist\u00eancia&#8221; foi necess\u00e1rio para conclu\u00edrmos as contas e encontrarmos as solu\u00e7\u00f5es, todas Reais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Ainda notando uma certa falta de rea\u00e7\u00e3o da turma, a professora tenta destacar que \u221a(-1) \u00e9 um n\u00famero que n\u00e3o pertence ao conjunto dos Reais, pois nenhum n\u00famero Real ao quadrado, d\u00e1 um n\u00famero Real negativo. Ou seja, precisamos de um n\u00famero n\u00e3o-Real, para acharmos as solu\u00e7\u00f5es Reais do problema. E esse n\u00famero n\u00e3o-Real ser\u00e1 o principal objeto de estudo nessa disciplina, que tem como foco o conjunto dos n\u00fameros Complexos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">&#8230; Olhando a rea\u00e7\u00e3o da turma, Emanuelly sentia que a turma estava assustada com aquilo tanto quanto com o exemplo do p\u00eandulo que ela usou no semestre passado, mas dessa vez, estavam um pouco mais convencidos de que aquele conjunto num\u00e9rico poderia ser \u00fatil para alguma coisa, afinal, estavam com as caixinhas de papel que fizeram no come\u00e7o daquela aula.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Percebendo isso, Emanuelly finaliza a aula explicando que chutar a solu\u00e7\u00e3o do problema das caixinhas foi f\u00e1cil, pois era um n\u00famero inteiro, mas se alguma coisinha de nada mudasse no problema, tipo, que a segunda caixa fosse 3 cm\u00b3 menor que a primeira, o problema seria x\u00b3 &#8211; 15*x &#8211; 3 = 0&#8230; e dai, achar uma solu\u00e7\u00e3o chutando \u00e9 s\u00f3 mesmo com um milagre.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\" wp-block-separator has-alpha-channel-opacity eplus-wrapper\" \/>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">Como referenciar este conte\u00fado em formato ABNT (baseado na norma NBR 6023\/2018):<\/p>\n\n\n\n<p class=\" eplus-wrapper\">SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. Caixas reais, m\u00e9todos complexos.\u00a0<em>In<\/em>: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS.\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Zero \u2013 Blog de Ci\u00eancia da Unicamp<\/a>.\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/category\/v-11-ed-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Volume 11. Ed. 1. 1\u00ba semestre de 2024<\/a>. Campinas, 15 de maio 2024. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/5766\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/5766\/<\/a>. Acesso em: &lt;data-de-hoje&gt;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No semestre passado, Emanuelly teve a &#8220;brilhante ideia&#8221; de utilizar no Instituto Federal de ensino em que leciona, o movimento<\/p>\n","protected":false},"author":434,"featured_media":5768,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"pgc_sgb_lightbox_settings":"","_vp_format_video_url":"","_vp_image_focal_point":[],"footnotes":""},"categories":[1231],"tags":[],"class_list":["post-5766","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-v-11-ed-1"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-content\/uploads\/sites\/187\/2024\/05\/eles-existem.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5766","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/users\/434"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5766"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5766\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5775,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5766\/revisions\/5775"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5768"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/zero\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}