O Estado entre a justiça social e a justiça positiva (V.3, N.7, 2017)

 No dia 12 de julho de 2017, a direita abriu Champagne diante da morte jurídica do maior líder de esquerda do Brasil de todos os tempos, Luiz Inácio “Lula” da Silva. Neste momento, a justiça mostrou seus dentes, do modo como o filósofo britânico T. Hobbes (1587-1666) nos fez imaginar que é de seu feitio fazer. A besta mitológica Leviatã, comparada pelo pensador ao Estado, saiu das profundezas e exalou seu hálito na superfície: nove anos de prisão a Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e 19 anos de proibição de assumir cargos públicos.

Germer G. M.

Pesquisador em Filosofia Alemã, com ênfase em Schopenhauer. Possui pós-doutorando em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP, 2017), Pós-Doutorado (Universidade Estadual de Maringá / CAPES, 2017), Doutorado (Universidade Estadual de Campinas / FAPESP, 2015), Mestrado (UNICAMP / CNPq, 2010), Licenciatura (UNICAMP, 2008) e Bacharelado (UNICAMP / FAPESP, 2007) em Filosofia. Membro da Comissão Editorial da “Revista Voluntas: Estudos sobre Schopenhauer” (Nota QUALIS B1), sua Tese “A crítica da religião como ponto de inflexão: Freud na proximidade da ‘Escola de Schopenhauer'” se encontra em caminho de publicação. Realizou estágio de Doutorado Sanduíche na Università del Salento / Itália, com o Prof. Dr. Domenico Fazio, foi orientado pelos Profs. Drs. Oswaldo Giacoia Jr. e Luiz Roberto Monzani e tem experiência nas áreas de Filosofia da Religião, dos Costumes (Ética), do Belo (Estética) e da Psicanálise. É editor e administrador do blog O.Phi e gerador frequente de conteúdos.

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