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Últimos posts na rede Blogs Unicamp:

Você enganaria seu Personal Trainer? // parte 4
Dia 13/julho/24 em Zero
Dando sequência para esta trajetória de narrativas sobre a escolha de admitir que os discentes alcancem o conceito máximo nas disciplinas sem realizarem avaliações escritas em sala de aula. Na parte 3 contei sobre como foi o planejamento do 1o semestre de 2023 e sua execução, e agora contarei como foi o planejamento do 2o semestre de 2023 e sua execução. Neste semestre decidi experimentar reproduzir o mesmo planejamento de avaliações por atividades tanto para as turmas dos técnicos como para a graduação. Ainda que das minhas turmas eu tinha 2 de 2 créditos (Matemática VI e VII), 2 de 4 créditos (Matemática III e IV) e 1 de 6 créditos (Pré-Cálculo). Na real, eu achava que isso seria muito pesado para as turmas de 2 créditos (mas meio que deu certo). Minha proposta foi planejar o semestre para 15 semanas de aulas, dividindo a primeira parte em 6 semanas e a... | acesse ❯
Invocando um dragão na primeira rodada!
Dia 03/julho/24 em Zero
Bom, primeiramente deixe-me explicar o que é o famoso (nem de longe) "jogo dos dragões". O jogo dos dragões é um jogo de cartas que envolve invocar dragões para lutar contra os outros dragões. Existem dragões de 6 elementos diferentes: Fogo, Água, Terra, Metal, Ar e Trevas. Além disso, os dragões estão divididos em 5 níveis, que vão do 1 até o 5. Considerando os elementos e os níveis temos 30 dragões diferentes, com três cópias de cada um deles, totalizando 90 cartas. O jogo começa colocando o baralho (embaralhado) no meio da mesa, e cada jogador saca 6 cartas. O primeiro jogador então precisa descartar uma carta da sua mão, colocando-a virada para cima no seu cemitério, e sacando uma carta do topo do baralho ou do topo do cemitério de algum dos outros jogadores (mas nesse caso ainda encontram-se vazios). Se o jogador tiver duas ou três cartas iguais em mãos (isto é, dragões... | acesse ❯
SUPERHIDROFOBICIDADE EM PLANTAS   
Dia 02/julho/24 em Sala V
    Você já percebeu como algumas plantas têm folhas que parecem não se molhar, mesmo sob condições de chuva forte? Quem tem horta ou jardim deve ter notado que as folhas das plantas se comportam de forma peculiar. Mas, por que será que algumas formam gotículas quase esféricas enquanto outras se molham por completo? E por que algumas, como as folhas de lótus, permanecem praticamente secas? Qual a razão para isso ocorrer? Vamos investigar a ciência envolvida nessa propriedade e suas aplicações inovadoras.   Sarah Vitória B. Carvalho e Gildo Girotto Júnior      A maneira mais utilizada para se obter informações sobre a interação da água com uma superfície é por meio da medição do ângulo de contato de uma gota sobre ela. Se o ângulo de contato entre a gota e a superfície estiver entre 90° e 150° ela é considerada hidrofóbica. Para ângulos superiores a 150°, é tida como... | acesse ❯
Buscando a bússola
Dia 02/julho/24 em Vértice Sociológico
Esta postagem é uma revisão de algumas sugestões que publiquei no blog "A vida ṕública da sociologia" em 2016.| acesse ❯
Você sabia que 1 de julho é o dia da vacina BCG?
Dia 01/julho/24 em EMRC
A história da BCG Você muito provavelmente tem, ou conhece quem tenha uma marquinha de cicatriz no braço direito, sinal de que você tomou a vacina BCG, sigla para Bacilo de Calmette e Guérin. Mas calma! Essa não é uma “doença nova ou desconhecida”, é apenas o sobrenome dos pesquisadores que criaram a vacina para a tuberculose. A história da vacina BCG começou em 1906 com os pesquisadores franceses Jean-Marie Camille Guérin e Albert Calmette tentando criar uma vacina para prevenir casos de tuberculose em humanos. A doença é transmitida pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que também é conhecida como Bacilo de Koch, em homenagem ao pesquisador Robert Koch, que descobriu a bactéria em 1882. Para os mais curiosos, esse nome bacilo vem da forma que a bactéria tem e por isso que muitas vezes é usado como sinônimo ao se falar do Mycobacterium tuberculosis. Em 1919, Calmette e Guérin conseguiram terminar o... | acesse ❯
Comida e Economia: Comida é Afeto
Dia 30/junho/24 em Sobre Economia
Por: Valter Palmieri Junior | acesse ❯
Nós precisamos viralizar?
Nós precisamos movimentar todo o nosso esforço na divulgação científica para viralizar? Essa é uma defesa da recuperação das possibilidades perdidas ao fixarmos nosso olhar, na divulgação científica, apenas para o conteúdo que advém das mídias sociais| acesse ❯
Parabéns, IAC! 137 anos de Inovação e Excelência na agricultura tropical
Dia 27/junho/24 em Descascando a Ciência
Instituto Agronômico lança Podcast para comemorar 137 anos de pesquisa e transferência de tecnologia para sociedade| acesse ❯
‘Caiçara’, o curta inspirado na colônia de pescadores mais antiga do Rio de Janeiro
Dia 27/junho/24 em Um Oceano
“Caiçara”, de Oskar Metsavaht, recebeu menção honrosa no Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa de 2023. Foto: Frame Om.art Para muitas pessoas que conhecem a cidade maravilhosa, deparar-se com a presença de uma colônia de pescadores no posto seis da orla de Copacabana, uma das regiões mais caras da cidade, pode causar espanto ou passar despercebido, em meio a tantas construções suntuosas. O que poucos sabem é que essa colônia de pescadores, conhecida como Z-13, existe antes da zona sul ser atração turística, sendo a mais tradicional do Rio e uma das mais antigas do Brasil, com mais de cem anos de história. Esse símbolo de resistência caiçara não só deixou muitas pessoas surpresas, como também inspirou Oskar Metsavaht - Embaixador da Boa Vontade da Unesco para Sustentabilidade e Embaixador da Unesco para a Década do Oceano 2021-2030 - a produzir o curta-metragem ‘Caiçara’, o qual foi filmado na Z-13. O... | acesse ❯
Akiko Yosano 与謝野 晶子
Dia 26/junho/24 em Mulheres na Filosofia
No imperdível verbete desta semana, você vai conhecer a vida e a obra de Akiko Yosano, cujo nome de nascimento era Shō Hō ou Shō Ōtori, uma poeta, escritora, tradutora, crítica e educadora, figura proeminente na literatura japonesa do século XX. Nascida em Sakai, cidade portuária ao sul de Osaka, em 1878, ela cresceu em uma família próspera de comerciantes. Desde jovem, demonstrou grande interesse pela leitura, frequentando a biblioteca do armazém de doces de seu pai, onde lia e estudava entre suas obrigações familiares, o que fez com que, aos quinze anos, ela já conhecesse importantes obras e fosse versada na literatura japonesa clássica. Em 1901, aos vinte e três anos de idade, ela publicou a coletânea "Midaregami" [Cabelos revoltos], uma obra que capturou a atenção do público ao explorar temas como a paixão, a sensualidade e a individualidade  femininas através de tankas, forma poética tradicional japonesa. Mas além de... | acesse ❯
Novo Plano Clima: um passo para a frente, dois para trás
Dia 21/junho/24 em Natureza Crítica
O recente anúncio do novo Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima) pelo governo federal brasileiro marca um avanço notável na agenda climática do país. Instituído inicialmente em 2009, o plano foi retomado em 2023, após um período de negligência pelo governo anterior. No entanto, embora haja aspectos promissores na nova proposta, também existem preocupações que merecem atenção. Uma das características mais notáveis do novo Plano Clima é seu enfoque na colaboração entre diferentes níveis de governo e setores da sociedade, um esforço coletivo para coordenar ações de adaptação às mudanças climáticas em nível nacional. Este tipo de federalismo climático é essencial em um país tão diverso quanto o Brasil, onde as realidades e desafios variam significativamente entre as regiões. A ministra Marina Silva destacou a importância de considerar as especificidades de cada localidade na elaboração de estratégias de combate às mudanças climáticas. Este olhar atento às necessidades locais pode aumentar... | acesse ❯
AS PLANTAS SE COMUNICAM? 
Dia 20/junho/24 em Sala V
Você já se perguntou se as plantas conseguem se comunicar entre si, como os animais fazem?      Será que as plantas realmente 'falam'? E se sim, o que elas têm a dizer umas às outras? Por que isso é importante para nós? Há mais de quatro décadas, cientistas têm investigado a intrigante possibilidade de que as plantas possam se comunicar. Através de sinais químicos, elétricos e até mesmo acústicos, as plantas parecem compartilhar informações vitais sobre seu ambiente. Neste texto, exploraremos as descobertas fascinantes sobre a comunicação vegetal, como e por que as plantas se comunicam, e a relevância desse comportamento para a ecologia e a agricultura.  Sarah Vitória e Gildo Girotto Júnior      O tema da comunicação entre plantas é bastante polêmico no meio acadêmico e, até recentemente, não havia um consenso claro sobre sua existência. No entanto, estudos científicos recentes têm demonstrado que, sim, as plantas conseguem se comunicar. ... | acesse ❯
Existe Conexão Entre o amor e o fortalecimento do Sistema Imunológico?
Dia 12/junho/24 em Quimikinha
O amor é uma das experiências mais intensas e transformadoras na vida de uma pessoa. Muito se fala sobre os efeitos emocionais de se apaixonar, mas a ciência está começando a revelar que o amor também pode ter impactos profundos na nossa saúde.  Recentes estudos sugerem que o amor romântico pode influenciar a maneira como nosso corpo combate vírus e infecções, ativando certos genes do sistema imunológico [1].  Como foi feita essa pesquisa? Para entender o que ocorre quando alguém se apaixona, cientistas realizaram um estudo de dois anos com 47 jovens mulheres, todas recém-iniciadas em novos relacionamentos, mas ainda não apaixonadas. Os critérios de participação incluíam ser heterossexual, não estar grávida ou amamentando, não fumar, não tomar medicamentos que afetassem o sistema imunológico, cardiovascular ou psiquiátrico, e planejar permanecer na cidade por pelo menos seis meses.No início do estudo, as participantes responderam a um questionário online e forneceram uma amostra de sangue. Durante os... | acesse ❯
Se eu fosse invadir a Terra...
Dia 11/junho/24 em Zero
Era uma aula de matemática como outra qualquer no dia de Emanuelly, sem que realmente houvesse uma deixa nos conceitos ou exemplos para que assuntos mais aleatórios surgissem. Mas ela sabe que para muitos alunos, seus professores são os adultos com quem mais interagem durante a semana, e justamente por isso, a atenção dada à turma deve ir além de uma preocupação na aprendizagem de conceitos da sua disciplina. Pois em sua visão pedagógica, a educação inicia-se do cuidado e carinho, que propiciam cenários possíveis para a aprendizagem, e se essa posição não for ocupada por professores, provavelmente será ocupada pelo mundo. Eis que Gustavo, um aluno bastante comunicativo, pergunta algo que toma a atenção de toda a sala. "Professora, como você acha que seria uma invasão alienígena?" Emanuelly para, respira, e toma coragem para explicar, pois embora este fosse um assunto para o qual ela já se dedicou a pensar... | acesse ❯
Patricia Hill Collins
Dia 11/junho/24 em Mulheres na Filosofia
No mais novo verbete da Enciclopédia Mulheres na Filosofia, você vai saber mais sobre a vida e a obra de Patricia Hill Collins, uma importante escritora e professora universitária americana de sociologia da Universidade de Maryland, Estados Unidos. Ela nasceu em 1948 na Filadélfia (Pensilvânia). Filha única de pais da classe média trabalhadora, Hill Collins sempre estudou em escolas públicas. Em 1965, iniciou seus estudos em Sociologia na Universidade de Brandeis (Massachusetts). Posteriormente, cursou seu mestrado na Universidade de Harvard e o doutorado também na Universidade de Brandeis. De 1982 a 2005 atuou no departamento de Estudos Afro-Americanos da Universidade de Cincinnati, mas desde 2005 integra o departamento de Sociologia da Universidade de Maryland. Ao longo de sua trajetória, Patricia Hill Collins se dedicou aos estudos de raça, gênero, interseccionalidade, teoria crítica, teoria social e pensamento feminista. Entre as principais obras de Hill Collins destacadas no verbete escrito por Dulcilei da... | acesse ❯
Incêndio no verão de 1984
Dia 08/junho/24 em Vértice Sociológico
Na última postagem deste blog, escrevi brevemente sobre a minha relação com a Biblioteca Estadual Celso Kelly. À medida que eu descobria novas informações sobre aquele prédio, aumentava a minha pretensão de relatar as consequências do incêndio ocorrido em 1984. A geração nascida no início da década de 1990 testemunhou alguns desastres nos edifícios públicos do Rio de Janeiro. Houve o alagamento da Biblioteca Nacional (2012/2016), o incêndio do Museu Nacional (2018), o abandono das obras do Museu da Imagem e do Som, obra cuja pedra fundamental foi lançada em janeiro de 2010 e hoje sobraram apenas escombros em Copacabana. Em São Paulo, um laboratório do Butantan foi atingido por um incêndio (2010), outras chamas destruíram um auditório no Memorial da América Latina (2013) e o Museu da Língua Portuguesa (2015). Restringi a lista a alguns incidentes nas duas maiores cidades do país. Antes de todos esses acontecimentos trágicos, a biblioteca... | acesse ❯
O colonialismo em Star Trek e a invenção do "Outro" do primeiro contato
Dia 07/junho/24 em PEmCie
Texto de Layla Oliveira de Moraes Vocês já pararam para pensar sobre as relações entre diferentes populações e espécies de filmes da ficção científica e como elas coabitam, tendo diferentes costumes, tradições e tecnologias? Em geral, há uma série de embates em torno de dominações, estabelecimento de democracias, repúblicas ou políticas autoritárias interplanetárias que envolvem estes filmes. Hoje nós gostaríamos de falar um pouco sobre essas relações, a partir de um debate sobre decolonialidade, em Star Trek... Star Trek e a Frota Estelar Imagem de divulgação do elenco original da saga Star Trek Star Trek (nome original) ou Jornada nas Estrelas (versão brasileira do nome) é uma série estadunidense dos anos de 1966 de ficção científica, sobre viagens interestelares em um futuro longínquo (o distante ano de 2063). Sendo que as viagens espaciais são feitas em naves que ultrapassam a velocidade da luz. Isto permite a exploração de lugares inimagináveis do nosso universo. Uma... | acesse ❯
A decomposição de plásticos ganha aliados poderosos
Dia 05/junho/24 em EMRC
Texto escrito por Iara Ciancaglini A crescente produção e descarte de plásticos têm gerado um grave problema ambiental em todo o mundo. Estima-se que cerca de 4 a 12 milhões de toneladas desses resíduos alcancem o ambiente marinho anualmente, poluindo ecossistemas, e ameaçando a vida selvagem. Destaca-se, só para ilustrar, que ecossistema é um conjunto formado pelas interações entre componentes bióticos, como os organismos vivos: plantas, animais e microrganismos, tais como os fungos, e os componentes abióticos, elementos químicos e físicos, como o ar, a água, o solo e minerais. Diante desse desafio do aumento da poluição, a ciência busca soluções inovadoras para lidar com essa questão. Hoje nós vamos falar sobre uma possibilidade que, ao que tudo indica, pode nos trazer esperança para a resolução desse problema global! Essa promessa é a utilização de fungos! Estes seres vivos, têm mostrado capacidade de degradar uma variedade de materiais, incluindo plásticos. Vamos entender melhor... | acesse ❯
De acordo com a META, nós autorizamos que nossas publicações sejam usadas para treinar IAs
Dia 03/junho/24 em Colora-ci(ência)
Qualquer conteúdo público nas redes da empresa (Instagram e Facebook) - ou seja, fotos (e legendas), texto das publicações e até mesmo suas mensagens de interação com alguma IA pode ser usado para o treinamento de IAs generativas disponibilizadas pela META.| acesse ❯
Burburinhos nas estantes
Dia 01/junho/24 em Vértice Sociológico
Entre a infância e a adolescência, passei boa parte do meu tempo transitando da escola para uma biblioteca. Durante muitos anos, eu ia estudar na Biblioteca Estadual Celso Kelly, atualmente denominada Biblioteca Parque. Na fase de escolha para o vestibular, tornou-se uma opção bastante plausível ingressar em algum curso das Humanidades. Esse processo de formação, de alguma forma, condicionou minha forma de interpretar as Ciências Sociais. Quando eu era um pré-adolescente na Biblioteca Celso Kelly, no silêncio de um espaço que ainda contrasta com o caos da Avenida Presidente Vargas, ficava impressionado com a organização das estantes. E, no fluxo de visitantes, havia gente que ia estudar, devolver livros, dormir, entre outros usos possíveis da biblioteca situada na região central da capital fluminense. Em janeiro de 1984, um incêndio destruiu parte do acervo e interditou por alguns anos o acesso do público ao prédio. O governo estadual fluminense anunciou em... | acesse ❯
Comida e Economia: Você tem gosto colonizado?
Dia 31/maio/24 em Sobre Economia
Por: Valter Palmieri Jr. | acesse ❯
Crise do dólar e retomada da hegemonia financeira americana (parte 2)
Dia 31/maio/24 em Sobre Economia
Primeiras Mudanças na Ordem Financeira do pós Segunda Guerra Dando continuidade ao nosso artigo anterior, “De onde vem a hegemonia do dólar?”, retomamos o fato de que os países centrais do então bloco capitalista[1] haviam estabelecido um novo sistema financeiro internacional com base no dólar-ouro e vinham se recuperando da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), passando por um ciclo de crescimento econômico praticamente ininterrupto durante as décadas de 1950 e 1960. Este período, denominado por Hobsbawn (1994) como “Era de Ouro”, chegava ao seu fim no final dos anos 1960, quando os Estados Unidos passaram a registrar reiterados déficits comerciais, apresentavam queda nas taxas de lucro de suas grandes empresas e, ao mesmo tempo, mostravam perda de poder geopolítico em meio à humilhante derrota militar que vinham sofrendo no Vietnã[2]. A institucionalidade do dólar-ouro[3] e a definição de que esta moeda deveria ser o principal meio internacional de troca, reserva de valor e... | acesse ❯
Mercadores da Dúvida - Sim, eles continuam por aqui!
Mercadores da dúvida e o uso de estratégias que buscam semear dúvidas, visando evitar medidas regulatórias. | acesse ❯
Precisamos de um tratado ambicioso para combater a poluição plástica
Dia 21/maio/24 em Um Oceano
Por Livia Savóia e Germana Barata Em abril, terminou a 4ª Sessão do Encontro do Comitê Intergovernamental de Negociação, para debater o Tratado Global Contra a Poluição Plástica (INC-4), coordenada pelas Nações Unidas, no Canadá. Durante o evento, no qual 170 nações debateram um tratado para regulamentar e diminuir a poluição plástica no mundo, cientistas brasileiros assinaram e entregaram um manifesto para pressionar o governo brasileiro a assumir compromissos para reduzir a poluição de plásticos e aumentar a reciclagem. O país foi responsável pela produção de 2% do total mundial, em 2022, e a tendência mundial é que aumente até 2050 e, com ela, a poluição. Para frear o tsunami de plástico, precisamos de um Tratado ambicioso a ser acordado em novembro próximo, quando ocorrerá a 5ª e última sessão. Natalia Grilli, oceanógrafa que integra a Coalizão de Cientistas para um Tratado Global de Plásticos Efetivo, esteve no evento e contou que... | acesse ❯
Rubéola: Prevenção é um ato de amor
Dia 21/maio/24 em EMRC
Neste mês dedicado às mães, é necessário refletir sobre os cuidados e prevenções essenciais para garantir a saúde delas e do bebê. E nada melhor que a vacinação!| acesse ❯