Os robôs e os engenheiros químicos (V.3, N.7, 2017)

Olá querido leitor, tudo bem com vocês? A ideia desse texto veio de uma recente notícia do site ChemistryWorld sobre um estudo do grupo do Prof. Lee Cronin da Universidade de Glasgow em que foi apresentado um químico robótico que é mais eficiente do que os seus colegas de trabalho humanos, pelo menos quando se trata de descobrir e cristalizar moléculas gigantes de automontagem. Mas calma! Por enquanto, esses cientistas sintéticos não estão prestes a substituir os químicos. A intenção é que eles ajudem os humanos a enfrentar seus próprios pontos cegos e tendências quando se trata de pesquisa.

Harrson S. Santana

Harrson S. Santana obteve seu doutorado em Engenharia Química pela Universidade de Campinas em 2016. Sua tese de doutorado foi a investigação da síntese de biodiesel em microcanais, utilizando simulações numéricas e ensaios experimentais. Em 2015, ele passou vários meses na Universidade de Glasgow (Reino Unido) desenvolvendo pesquisas na área de impressão 3D. Atualmente, ele é pesquisador associado e professor colaborador da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp, trabalhando no desenvolvimento de microplantas químicas e uso de impressoras 3D em processos químicos. Ele publicou vários artigos explorando desde simulações numéricas no desenvolvimento de microdispositivos até o uso de microfluídica em reações químicas e operações unitárias. Seu interesse científico se concentra em fenômenos de transporte em sistemas microfluídicos, impressoras 3D e sistemas robóticos aplicados a processos químicos em microescala.

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