Paleogenômica e o retorno dos mamutes (V.3, N.6, 2017)

Em 2012, cientistas na Austrália utilizaram fósseis de moa, uma ave não voadora já extinta que vivia na Nova Zelândia, para descobrir quanto tempo o DNA demora para se degradar após a morte do organismo. Os pesquisadores descobriram que a meia-vida da molécula de DNA é de 521 anos, ou seja, 521 anos após a morte, metade das moléculas de DNA iniciais serão quebradas e, 521 anos depois disso, metade das moléculas que tinham restado serão quebradas, assim por diante.

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