Quando a flor rompe o asfalto: homeganem a Marielle Franco (V.4, N.4, 2018)

Para fechar o primeiro momento dedicado aos assuntos de gênero e, em especial, à condição e a luta da mulher contemporânea, dedicaremos o post de encerramento ao trabalho de Marielle Franco. Sendo por enquanto inviável nos debruçar sobre a complexa realidade que levou à brutal execução de Marielle no último 14 de março, isto é: em pleno mês da mulher, o que torna o acontecimento ainda mais insuportável, consistirá por ora a nossa homenagem em resgatar algumas reflexões do seu legado intelectual e político. Nos basearemos em um escrito que tem circulado nas redes sociais nos últimos dias, intitulado “A emergência da vida para superar o anestesiamento social frente à retirada de direitos: o momento pós-golpe pelo olhar de uma feminista, negra e favelada”.

Open Philosophy

Formada em Ciências Humanas pela UM (Universidad de Montevideo, 2010), defendeu a dissertação de mestrado “Estrutura e Dinâmica da Psique na República de Platão” na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 2012), sob orientação do Professor Lucas Angioni. Atualmente, na mesma casa e sob a mesma orientação, é doutoranda em Filosofia Antiga e trabalha na tese “Utopia e pessimismo na República de Platão”. Sua pesquisa se foca na Filosofia Clássica mas abrange também temas éticos, políticos e psicológicos contemporâneos. Leitora e escritora de tempo completo, confia na reflexão e no diálogo como caminhos para a realização e a liberdade. Criadora do projeto Open Philosophy, é geradora frequente de conteúdo.

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