Quando a flor rompe o asfalto: homeganem a Marielle Franco (V.4, N.4, 2018)

Para fechar o primeiro momento dedicado aos assuntos de gênero e, em especial, à condição e a luta da mulher contemporânea, dedicaremos o post de encerramento ao trabalho de Marielle Franco. Sendo por enquanto inviável nos debruçar sobre a complexa realidade que levou à brutal execução de Marielle no último 14 de março, isto é: em pleno mês da mulher, o que torna o acontecimento ainda mais insuportável, consistirá por ora a nossa homenagem em resgatar algumas reflexões do seu legado intelectual e político. Nos basearemos em um escrito que tem circulado nas redes sociais nos últimos dias, intitulado “A emergência da vida para superar o anestesiamento social frente à retirada de direitos: o momento pós-golpe pelo olhar de uma feminista, negra e favelada”.

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