Hamilton e a Formação dos Estados Unidos – 1º Ato (vol. 6, n. 1, 2017)

É possível aprender história escutando música?

 

Sucesso no mundo inteiro, “Hamilton” é um musical da Broadway, escrito e originalmente protagonizado por Lin-Manuel Miranda. O ator, rapper, escritor e compositor americano já conquistou um Prêmio Pulizzer, dois Grammys, um Emmy e três prêmios Tony (o Oscar do teatro), além de ter sido indicado ao Oscar de melhor trilha sonora por “Moana”. Ou seja, o cara é um gênio!

Lin-Manuel Miranda, com seu traje de Hamilton. Fotografia de Mark Seliger, para a Revista Rolling Stone.
Lin-Manuel Miranda, vestido de Hamilton. Fotografia de Mark Seliger, para a revista Rolling Stone.

A peça c@nta a história de Alexander Hamilton – primeiro secretário do tesouro e um dos pais fundadores dos Estados Unidos – e foi baseada na biografia escrita por Ron Chernow.

Salvo as licenças poéticas de Lin-Manuel, é seguro dizer que o enredo do musical possui uma base histórica precisa.

Já adianto que a peça tem duração de 2h30 e mais de 20 mil palavras, e a biografia do Hamilton ultrapassa as 800 páginas. Ou seja, não conseguirei abordar nem 1% da riqueza dessas duas obras. O objetivo desse post é, através do musical, destacar alguns aspectos importantes da história dessa personalidade e sua grande influência na história dos Estados Unidos e do próprio Brasil.

 

Macro-estrutura do musical

A peça é dividida em 2 atos, que retratam momentos distintos do protagonista e da história americana.

O 1º ato narra a chegada de Hamilton em Nova Iorque. São apresentados os personagens e a forma como Hamilton conheceu cada um deles. Vemos a sua influência crescendo exponencialmente, através de sua participação na guerra da Independência, desde o início, como secretário de George Washington, até a batalha de Yorktown, quando liderou seu próprio batalhão. A contribuição francesa na guerra também é destacada, assim como a escrita dos papéis federalistas.

O 2º ato explora mais a parte política. Conquistada a Independência, o que fazer agora? Hamilton se torna uma figura política importante. Vemos algumas das discussões que teve com Thomas Jefferson (e elas são apresentadas através de batalhas de rap), o jantar onde ficou decidido a mudança da capital para Washington, a renúncia de George Washington, a eleição de Jefferson, Aaron Burr se tornando Senador e, posteriormente, vice-presidente, a morte de Hamilton, entre outros eventos.

 

1º Ato

 

“The ten-dollar founding father without a father”

Numa pequena ilha da América Central, nasceu Alexander Hamilton. Filho de pais que não eram casados, o pequeno Hamilton passou sua infância estudando em casa, porque não foi autorizado a frequentar a escola da Igreja local. Para piorar as coisas, seu pai abandonou a família, sua mãe morreu por uma grave febre, pouco tempo depois, e o marido (do qual ela havia separado há muito tempo) apareceu para reivindicar todos os seus bens, deixando Alexander e seus irmãos órfãos e sem nenhum dinheiro. Após a morte de sua mãe foi morar com um primo, que acabou cometendo suicídio, e terminou sendo adotado por um mercador.

Nota americana de 10 dólares, com o busto de Hamilton.
Nota americana de 10 dólares, com o busto de Hamilton.

Por volta dos seus 17-19 anos, Hamilton presenciou um furacão que devastou a cidade que morava. Inspirado pela tragédia e pelos inúmeros livros que leu, Hamilton escreveu um poema que rapidamente ganhou enorme projeção nos jornais locais.

Apostando na inteligência notável e na enérgica juventude do pequeno Alexander, os moradores de sua cidade fizeram uma vaquinha para bancar seu passaporte para a cosmopolita Nova Iorque, onde ele poderia ser um novo homem. Literalmente, foi a escrita que trouxe a oportunidade de sair da ilha e se tornar quem ele se tornou. Lin-Manuel explica que isso foi o que o motivou a compôr as músicas sobre Hamilton e utilizar o rap como uma das principais linguagens da peça: “a história de Hamilton é uma autêntica história de um rapper.”

Todas essas informações aparecem tanto na canção “Hurricane”, quanto na “Alexander Hamilton”, cuja letra você pode conferir aqui e pode escutar a música abaixo:

 

“Talk less, smile more”

Aaron Burr foi o 3º vice-presidente americano, tenente-coronel do exército, senador de Nova Iorque e membro fundador do Partido Democrata-Republicano (que fez oposição ao Partido Federalista, de Hamilton e John Adams).

Pintura de Aaron Burr, por John Vanderlyn.
Pintura de Aaron Burr, por John Vanderlyn.

No entanto, sua notoriedade não vem das suas conquistas e nem dos inúmeros serviços prestados à nascente república americana. Mas do fato de ter sido ele o assassino de Alexander Hamilton (falo melhor sobre isso na parte 2 desse post).

A relação entre Hamilton e Burr é retratada no musical com alguns anacronismos e extrapolações de fatos históricos. Mas isso não diminui a força do enredo, muito pelo contrário. O fato de Lin-Manuel ter construído dois personagens com tanta profundidade, nuances e contradições – e que se conheceram ainda jovens, quando Hamilton estava na faculdade – os tornou mais humanos, mais sujeitos à nossa empatia e menos caricatos (seja para o lado heroico, seja vilanesco).

“Here’s an itemized list of thirty years of disagreements”

É seguro dizer que os dois tiveram diversos atritos ao longo do tempo, o que só foi agravando a relação entre eles, e culminou no duelo onde Hamilton foi morto. Alguns desentendimentos que são destacados no musical:

* A preferência do, então general, George Washington, por Hamilton, como seu braço direito no Exército Continental;

* O declarado apoio de Hamilton pela candidatura de Thomas Jefferson (com o qual tinha inúmeras divergências) para a presidência, quando este concorria exatamente com Aaron Burr;

* A vitória de Aaron Burr como Senador, derrotando Philip Schuyler, sogro de Hamilton;

* A enorme diferença de pensamento dos dois. A impulsividade, ambição, pressa e arrogância de Hamilton, se chocando com a hesitação, a cautela, o não posicionar-se e a inveja de Burr.

Apesar de ser retratado pela história como um vilão, Burr, que é o principal narrador da peça, ganha a chance de construir sua própria versão da história com uma das músicas mais sensíveis de todo o musical – “Wait for it” – onde ele se expõe e mostra suas fragilidades frente às várias conquistas do seu opositor. Sua redenção no musical se consolida na penúltima música, quando demonstra-se arrependido de ter sido “the damn fool that shot him” (“o maldito tolo que matou Hamilton”). Isso quebra completamente com a imagem de vilão arquetípico, mal, com intenções más e sem possibilidade nem desejo de redenção.

Aí vai a letra e a música “Wait for it”.

 

A guerra de independência

Ao longo do século XVII, por conta das guerras que a Inglaterra esteve envolvida, as treze colônias da América do Norte foram negligenciadas pela coroa. Com isso, elas criaram um espírito autônomo e uma espécie de identidade, desenvolvendo seus próprios meios de exploração do território.

Reação dos colonos à chamada Lei do Chá (que garantia o monopólio do chá à Companhia das Índias Orientais, sediada em Londres).
Reação dos colonos à chamada Lei do Chá (que garantia o monopólio do chá à Companhia das Índias Orientais, sediada em Londres).

No entanto, principalmente devido à Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763), a Inglaterra sofreu um enorme esvaziamento dos cofres públicos, levando-a a enrijecer suas relações com as colônias. Com isso, nos anos que se seguiram, diversas leis foram impostas aos colonos, retirando toda a autonomia econômica que tinham, além da crescente e opressiva presença militar inglesa no território americano, em resposta aos atos de revolta pelos colonos.

Não conformados com o domínio inglês, delegados de doze das treze colônias se reuniram no Primeiro Congresso Continental da Filadélfia, onde eles redigiram um documento solicitando o fim das exigências metropolitanas. Com a intransigência e crescente truculência do governo inglês, estabeleceu-se o Segundo Congresso Continental da Filadélfia, quando resolveram romper definitivamente com a Inglaterra, proclamando a sua Independência.

George Washington foi escolhido para ser o comandante do Exército Continental e Alexander Hamilton foi escolhido pelo próprio Washington para ser seu braço direito.

 

“How does a ragtag volunteer army in need of a shower somehow defeat a global superpower?”

Algo que o musical deixa bem claro, é que a independência não foi uma guerra entre colonizados e colonizadores. Até porque, muitos colonos não só eram a favor do domínio britânico, como lutaram ao lado da coroa. O fator que foi essencial para a vitória do Exército Continental foi a forte presença francesa na guerra.

A batalha de Saintes, um grande combate no mar entre a França e a Inglaterra, vencido pelos Britânicos.
A batalha de Saintes, um dos grandes combate marítimos no contexto da Guerra de Independência. Foi travado entre a França e a Inglaterra, e vencida pelos Britânicos.

O personagem Marquês de Lafayette (que esteve envolvido tanto na Independência americana quanto na revolução francesa), mostra o quanto a França foi decisiva no processo, quando diz que trará armas e navios para ajudar na guerra. Se levarmos em conta que 85% da pólvora e 75% das armas vieram da frança, e que o número de tropas estrangeiras (espanhóis, franceses, alemães, britânicos) lutando na independência americana era muito superior ao número de americanos, podemos dizer que foi uma guerra de proporções mundiais.

“Guns and Ships” aborda exatamente essa questão e é a música cantada mais rápida da história da Broadway (ela chega a ter trechos com 6,3 palavras por segundo). Se quiser, pode acompanhar a letra por aqui (a tradução não está excelente, mas já ajuda) e ouvi-la no player abaixo.

 

“The World Turned Upside Down”

Oito anos após o início da guerra de independência, em 1781, aconteceu a derradeira “Batalha de Yorktown”. A cidade de Yorktown, colônia de Virgínia, estava tomada pelo exército britânico comandado por Lord Cornwallis, há várias semanas. Liderados por George Washington e Marquês de Lafayette, as tropas norte-americanas e francesas derrotaram os ingleses, obrigando Cornwallis a se render.

A superioridade naval francesa e o desgaste do exército britânico (de outras guerras que haviam participado), foram essenciais para a vitória americana.

Aí vai uma tradução de alguns trechos da música (o que está em vermelho são comentários meus):

 

[Hamilton]        {na batalha de Yorktown, Hamilton já estava liderando um exército}
Vocês têm suas ordens agora, vão, homens, vão!
E então o experimento americano começa
Com meus amigos espalhados pelos ventos
Laurens está na Carolina do Norte
redefinindo o conceito de bravura
Nunca seremos livres se não abolirmos a escravatura!

Quando finalmente mandamos os Britânicos para longe
Lafayette estará lá esperando / Na Baía de Chesapeake!

{Lafayette havia sido instruído por Washington a impedir que os ingleses fugissem do cerco que eles criaram}

Como sabíamos que esse plano funcionaria?
Nós tínhamos um espião infiltrado. Isso aí.

[Hamilton]
Depois de uma semana lutando
um jovem de casaco vermelho
fica de pé em um parapeito

[Lafayette]
Abaixamos nossas armas enquanto
ele acena freneticamente um lenço branco {a rendição de Cornwallis}

[Mulligan]
E simplesmente assim, acaba
Cuidamos de nossos feridos, contamos os nossos mortos

[Hamilton]
Nós negociamos os termos de rendição
Eu vejo George Washington sorrir
Nós escoltamos os homens deles para fora de Yorktown
Eles cambaleiam para casa em fila
Dezenas de milhares de pessoas preenchem as ruas
Há gritos e sinos de igreja tocando
E enquanto nossos inimigos caídos recuam
Eu ouço a canção que estão cantando

[Companhia]
O mundo virou de cabeça para baixo {aproxime o mouse do título mais acima para ver a explicação sobre essa música}

Uma frase bastante simbólica do musical é dita por Hamilton e Lafayette: “Imigrantes: nós fazemos o nosso trabalho”. De fato, Lafayette era Francês e Hamilton nasceu em uma ilha das Antilhas (Nevis, próxima de Porto Rico).

"Imigrantes: nós fazemos o nosso trabalho".
“Imigrantes: nós fazemos o nosso trabalho”.

Além disso, em uma época de severas políticas anti-imigratórias e racistas, essa frase chega a ser revolucionária e serve como um importante lembrete:

Os Estados Unidos do passado foram erguidos com o suor de imigrantes como Hamilton e Lafayette. Da mesma forma, os Estados Unidos do presente também são sustentados com o suor de imigrantes e negros (como os atores Daveed Digs e Lin-Manuel Miranda). Cabe dizer que é uma das frases mais aplaudidas da peça.

Deixo abaixo a performance da música Yorktown, no Tony Awards, e sua letra com tradução.

 

 

“Why do you write like you’re running out of time?”

A última música do primeiro ato, “Non-stop”, é muito rica de informações, que perpassam desde o fim da guerra de independência, até a escrita dos papéis federalistas.

 

Relação Burr-Hamilton

A música destaca algumas semelhanças, mas principalmente as diferenças, entre Burr e Hamilton. Ambos estudaram direito (começaram quase juntos) e atuaram como advogados. No entanto, mesmo Burr tendo um nome mais bem conhecido, Hamilton parecia crescer muito mais que ele. Tendo sido escolhido para participar da Convenção Constitucional, Hamilton falou por mais de 6h ininterruptas, explicando seu plano para uma nova forma de governo. O que contrasta com a filosofia de vida de Burr, que ele mesmo esclarece várias vezes “fale menos, sorria mais”, “não deixe eles saberem o que você é a favor e o que você é contra”, “wait for it” (“espere”).

O momento de assinatura da Constituição dos Estados Unidos da América, por Howard Chandler Christy
Convenção Constitucional, presidida por George Washington: O momento de assinatura da Constituição dos Estados Unidos da América, por Howard Chandler Christy

Também vemos Hamilton convidando Aaron Burr para escrever os papéis federalistas. Não existe registro histórico de que isso realmente aconteceu, na realidade, Burr nem era a favor da constituição, ele era antifederalista. De qualquer forma, a escolha de Burr por sempre ficar em cima do muro, o medo de estar apostando no cavalo errado (e dos papéis federalistas serem um fracasso) e a opção por esperar para ver para qual lado o vento vai soprar foram usados para justificar a sua recusa.

 

Escravidão

Um dos poucos momentos que a escravidão é lembrada, mesmo que implicitamente, ocorre enquanto Hamilton está tentando convencer Burr a ajudá-los na escrita dos papéis, para defender a constituição:

Burr: _ A constituição é uma bagunça.

Hamilton: _ Por isso precisa de emendas.

Burr: _ Ela é cheia de contradições.

Hamilton: _ Assim como a independência.

De fato, a constituição americana não nasceu pronta. Ela precisou passar por várias emendas posteriormente, como é o caso do Bill of Rights (Declaração dos Direitos), que foram as primeiras 10 emendas. E a afirmação de que a independência também é cheia de contradições, é uma maneira implícita de mostrar que os ideais de liberdade apregoados pela declaração não eram extensivos aos escravos. A escravidão só foi realmente discutida e combatida anos depois.

 

A escrita dos papéis federalistas

A música Non-stop também mostra o processo de escrita dos papéis federalistas. Mas devido à importância desses documentos e ao fato de que esse post já está grande, falarei sobre isso na parte 2.

Aproveito para deixar link para a letra da música e o player do spotify. Mais uma faixa que vale a pena!

 

Tópico Extra – A Revolução “Hamilton”

Para muitos especialista em musicais, Hamilton já é revolucionário. Mesmo tendo estreado em 2015, há tão pouco tempo. Os seus efeitos serão melhor dimensionados e mais perceptíveis nos próximos anos.

De qualquer maneira, um musical que traz estilos de música como hip-hop, rap, R&B, jazz, ritmos caribenhos, já é revolucionário no contexto Broadway. Alguns o comparam a Rent, a peça que consolidou o Rock como estilo de musical e revolucionou a Broadway tanto na temática, nos personagens, quanto na música.

Além do estilo musical, a revolução está no elenco. O personagem Hamilton é vivido pelo próprio autor da peça, Lin-Manuel Miranda, que vem de família porto riquenha. Aaron Burr  é interpretado por Leslie Odom Jr., um ator negro. Eliza Schuyler (esposa de Hamilton) ficou a cargo de Phillipa Soo, uma atriz com ascendência chinesa. E assim segue. Todos os papéis (tanto os principais, quanto os do coro) são interpretados por atores não-brancos, imigrantes ou descendentes de imigrantes.

Elenco de Hamilton. Fotografia de Neilson Barnard/Getty Images
Elenco de Hamilton. Fotografia de Neilson Barnard/Getty Images

O único personagem que é interpretado por um americano caucasiano é o Rei George III (que ficou nas mãos do Jonathan Groff) e, não à toa, ele é o alívio cômico da peça (uma brilhante inversão do que estamos acostumados a ver).

E assim seguirá para as montagens da peça nas próximas cidades. Não é exigido experiência teatral anterior. As únicas exigências são homens e mulheres não-brancos entre os 20 e 30 anos.

 

E é exatamente disso que se trata “Hamilton: Um musical americano”. Não é uma ode aos pais fundadores dos Estados Unidos, não é uma peça biográfica sobre o primeiro secretário do tesouro Alexander Hamilton, não é uma estória da história. As críticas às imprecisões históricas, aos anacronismos e às extrapolações, partem de pessoas que não compreenderam do que se trata a obra.

Hamilton é uma versão da história contada por aqueles que foram excluídos dela. Negros, mulheres, latinos, asiáticos e imigrantes em geral se colocam de volta na narrativa e oferecem uma história alternativa, tão importante e válida quanto a “oficial”, sobre a construção dos Estados Unidos, que dependeu e depende do suor dessas pessoas.

 

_____

Como mencionei, precisarei fazer uma parte 2 desse tema. Que terá como foco o 2º ato.

Obviamente, precisei ser sucinto nos assuntos e não pude aprofundar muito, o que já havia avisado no início, porque o texto da peça é muito rico – tanto no aspecto histórico, quanto no aspecto narrativo e artístico.

Foi bem trabalhoso fazer esse post, porque não estou acostumado a escrever sobre história. Então toda sugestão/crítica/opinião é super bem-vinda (e necessária).

* O único meio legal de ouvir as músicas de Hamilton é pelo Spotify e, infelizmente, não existem meios legais de assistir à peça (a não ser pagando muitas centenas de dólares por um ingresso e indo para os EUA assistir).

Aí vão algumas das referências que usei:

Curso de Teoria Política Moderna, do site Arcos

O texto de Aja Romano – “Hamilton is fanfic, and its historical critics are totally missing the point”

Os posts da History, na sessão “Hoje na história”

A letra das músicas e comentários dos usuários no site Genius.com

Lucas Miranda

Físico e mestre em Divulgação Científica pela Unicamp. É professor no Sistema Anglo de Ensino, Colunista da Revista Ciência Hoje, Coordenador do projeto Ciência ao Bar e Cinegrafista, Editor e Tradutor na TV NUPES (Fac. de Medicina - UFJF)

3 thoughts on “Hamilton e a Formação dos Estados Unidos – 1º Ato (vol. 6, n. 1, 2017)

    • 20 de julho de 2020 em 20:28
      Permalink

      Achei incrível! Vou recomendar o canal aos meus alunos! Com certeza da pra aprender demais, e ouvindo música, o que é melhor ainda.
      Parabéns pelo conteúdo!

      Resposta
      • 20 de julho de 2020 em 20:36
        Permalink

        Durante meu período de cursinho escrevi e produzi muitos trabalhos relacionados, até o momento fui o que mais usou rs

        Muito obrigado pelo feedback 😀

        Resposta

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