O estica-e-puxa de TRAPPIST-1

Esta concepção artística mostra a eterna alvorada em TRAPPIST-1f, numa área que poderia ser habitável. No céu, veem-se outros mundos bem próximos, 1e (crescente menor), 1d (crescente maior) e 1c (pontinho brilhante junto ao sol).

Esta concepção artística mostra a eterna alvorada em TRAPPIST-1f, numa área que poderia ser habitável. No céu, veem-se outros mundos bem próximos, 1e (crescente menor), 1d (crescente maior) e 1c (pontinho brilhante junto ao sol). [Imagem: NASA/Caltech]

Enquanto seu sol emite partículas muito energéticas, os sete planetas desse sistema trocam influências gravitacionais entre si. Dependendo das condições, esse ambiente pode facilitar ou complicar o surgimento da vida.

No final de 2015, o Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope, um telescópio robótico belga instalado no Chile, encontrou seu primeiro sistema planetário. Batizado de TRAPPIST-1, esse sistema — situado a 40 anos-luz daqui, na constelação de Aquário — poderia ser logo esquecido como o começo de um longo catálogo, mas chamou a atenção porque observações subsequentes revelaram que ali existe um conjunto de sete planetas terrestres. (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 151)

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Quando a Grande Guerra estourou na Europa, há pouco mais de um século, os submarinos já existiam. Embora ainda não estivessem plenamente desenvolvidos, tudo indicava que os navios submergíveis seriam armas terríveis pois eram virtualmente invisíveis. Enquanto as marinhas do mundo se adaptavam à nova realidade, um americano de Armiger, Maryland, teve uma ideia ainda mais terrível: (mais…)

Andrew Crosse e seus insetos elétricos II

Andrew Crosse

Andrew Crosse (1784-1855): gentleman, poeta e Frankenstein acidental.

Tudo começou em 1836, quando Andrew Crosse foi persuadido por um amigo a participar de um encontro da British Association for the Advancement of Science [Associação Britânica para o Progresso da Ciência], em Bristol. Informalmente, Crosse descreveu algumas de suas descobertas durante um jantar em Bristol, onde foi estimulado a fazer apresentações mais formais (e práticas) de suas eletrocristalizações para as seções de química e de geologia da Associação. (mais…)