Andrew Crosse e seus insetos elétricos

Andrew Crosse

Andrew Crosse (1784-1855): gentleman, poeta e Frankenstein acidental

Ao escrever seu clássico Frankenstein ou o Prometeu Moderno em 1818, Mary Shelley [1797-1851] fez mais do que simplesmente inventar o gênero de ficção científica. Ao criar Victor Frankenstein e seu monstro, ela também estabeleceu um arquétipo do novo gênero: o cientista arrogante que ousa criar vida e desafia os planos de Deus agindo… bem, como um deus. Frankenstein, mais do que sinônimo de monstro, passou a representar (às vezes exageradamente) o cientista insensível, vil ou até mesmo maluco. (mais…)