Andrew Crosse e seus insetos elétricos II

Andrew Crosse

Andrew Crosse (1784-1855): gentleman, poeta e Frankenstein acidental.

Tudo começou em 1836, quando Andrew Crosse foi persuadido por um amigo a participar de um encontro da British Association for the Advancement of Science [Associação Britânica para o Progresso da Ciência], em Bristol. Informalmente, Crosse descreveu algumas de suas descobertas durante um jantar em Bristol, onde foi estimulado a fazer apresentações mais formais (e práticas) de suas eletrocristalizações para as seções de química e de geologia da Associação. (mais…)

Andrew Crosse e seus insetos elétricos

Andrew Crosse

Andrew Crosse (1784-1855): gentleman, poeta e Frankenstein acidental

Ao escrever seu clássico Frankenstein ou o Prometeu Moderno em 1818, Mary Shelley [1797-1851] fez mais do que simplesmente inventar o gênero de ficção científica. Ao criar Victor Frankenstein e seu monstro, ela também estabeleceu um arquétipo do novo gênero: o cientista arrogante que ousa criar vida e desafia os planos de Deus agindo… bem, como um deus. Frankenstein, mais do que sinônimo de monstro, passou a representar (às vezes exageradamente) o cientista insensível, vil ou até mesmo maluco. (mais…)