Open Philosophy

ECOS DISSONANTES DA BANALIDADE DO MAL

Em 1968 o Ato Institucional número 5 (AI-5) conferiu ao presidente o poder de fechar o congresso, suspendeu os direitos políticos de servidores e a garantia do habeas corpus. Foi o momento mais duro do regime militar brasileiro (1964 – 1985).

Crónicas millennials (I) (V.5, N.9, 2019)

Somos millennials – o milénicos, en la transliteración al español – los nacidos entre 1980 y el año 2000. Generación Y, también se nos dice. Y conste que si me permito la tercera persona, y en ocasiones la (siempre peligrosa) primera, es porque la categoría...

Democracia em vertigem (V.5, N.8, 2019)

Democracia em Vertigem, o filme de Petra Costa lançado recentemente, é bem mais do que um documentário: é um em si mesmo um documento histórico. Ali se registra, por exemplo, a existência das duas (perturbadoras) placas no Palácio da Alvorada: em um canto, aquela que...

Brasília, 26 de maio de 2019 (V.5, N.6, 2019)

Os franceses têm os gilets jaunes, os coletes-amarelos, movimento sem-forma, que escapa à maioria dos conceitos em voga. Tanto os coletes quanto a cor amarela não determinam de nenhum modo a coisa política que o movimento traz à tona.

Ecos dissonantes da banalidade do mal (V.5, N.1, 2019)

Em 1968 o Ato Institucional número 5 (AI-5) conferiu ao presidente o poder de fechar o congresso, suspendeu os direitos políticos de servidores e a garantia do habeas corpus. Foi o momento mais duro do regime militar brasileiro (1964 – 1985). Em seu aniversário de...

The compulsory emancipation: the role of necessity in Plato’s Cave (PART I. REPUBLIC VII 514A-515E) (V.4, N.12, 2018)

At the beginning of Book VII of the Republic Socrates quickly invites his fellows to compare human condition regarding education and its lack (παιδεία and ἀπαιδευσίας) with an imaginary scenario he immediately begins to portrait. This brief opening is like a condensed prologue to the tragedy that follows i:...

Paradoxos (I): o amor e a liberdade (V.4, N.12, 2018)

Há vários paradoxos com os quais é necessário lidar, pois são parte substancial da condição humana e o seu descuido pode facilmente precipitar a ruína. Há, por exemplo, o paradoxo entre conhecimento e felicidade, sob o qual já nos debruçamos: até onde podemos almejar ambos?

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