V.2, N. 9, 2016

Itard vs. Pinel: o problema Tostines na aquisição da linguagem (V.2, N. 9, 2016)

Uma criança que nunca teve contato com uma língua humana nem se relacionou com outros seres humanos pode chegar a falar? Esta é uma das grandes questões sobre a linguagem que se coloca desde a antiguidade e que Fernanda Mendes (Pós-doutoranda, IEL, UNICAMP) nos apresenta a...

Com telas e robôs ou lousa e giz, o importante é a qualidade do ensino (V.2, N. 9, 2016)

Nesta última quinta-feira, dia 11 de Setembro, foi publicada no site da Folha de São Paulo uma matéria da qual tomei a liberdade de emprestar o mesmo título como o deste post. A matéria em resumo aborda um ‘case de sucesso’ da integração das TDICs no programa pedagógico...

O caso do Pirahã (V.2, N. 9, 2016)

O que o estudo das línguas indígenas pode nos dizer sobre o funcionamento das línguas em geral? Conhecer um caso emblemático de polêmicas entre linguistas sobre o funcionamento das línguas indígenas e sua descrição nos ajuda a compreender como os estudos linguísticos avançam a partir da...

O genoma de Cruella (V.2, N. 9, 2016)

Em meados do ano 2000, meu último de faculdade, os professores do meu curso promoveram um ciclo de palestras relacionadas a estágios na área de computação, tanto em empresas como na área acadêmica. Fui assistir apenas por curiosidade, pois na época já estava estagiando em...

Doces mudanças na agilidade de uma revista científica (V.2, N. 9, 2016)

Uma das formas mais claras de verificar os usos sociais do conhecimento científico é através da altmetria, ou métricas alternativas, que utiliza uma série de informações sobre o acesso a artigos científicos já disponíveis em redes sociais como (Twitter e Facebook), notícias jornalísticas, blogs, Wikipedia,...

Morte, casualidade e explosões: ou como “fazer” um fóssil (V.2, N. 9, 2016)

Quando dois restos (fósseis) são encontrados lado-a-lado numa rocha, é possível afirmar com 100% de certeza que ambos viveram juntos e morreram juntos? Ou ainda… Quando se encontra um resto de um (ou mais) organismo(s) em determinado local, é possível afirmar de antemão que este(s) organismo(s) viveu(ram)...

Basta só acreditar? (V.2, N. 9, 2016)

Certo dia, entrava eu em uma sala de consultório médico quando ouvi uma senhora proferindo a última frase do que parecia ser uma argumentação sua: “um trabalho da USP comprovou que existe a cura pelas mãos: reiki, passes, imposição de mãos, tudo isso funciona!”. Fiquei...