Filosofia com cinema (V.4, N.2, 2018)

Já se passaram quase 100 anos desde a publicação de “Cinema contra Cinema”, um estudo de Joaquim Canuto sobre os aspectos práticos e teóricos da utilização do cinema em sala de aula, acrescido de um projeto-piloto entregue à então Diretoria de Ensino do Estado de São Paulo que nunca saiu da gaveta. A ideia do cinema curar-se de si mesmo talvez soe dicotômica demais para nosso ouvido moderno, como se houvesse um cinema infesto e um outro higiênico. Entretanto, a ideia do cinema contrapor-se a si mesmo parece conservar certa vitalidade, merecendo ser revisitada.

Open Philosophy

Formada em Ciências Humanas pela UM (Universidad de Montevideo, 2010), defendeu a dissertação de mestrado “Estrutura e Dinâmica da Psique na República de Platão” na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 2012), sob orientação do Professor Lucas Angioni. Atualmente, na mesma casa e sob a mesma orientação, é doutoranda em Filosofia Antiga e trabalha na tese “Utopia e pessimismo na República de Platão”. Sua pesquisa se foca na Filosofia Clássica mas abrange também temas éticos, políticos e psicológicos contemporâneos. Leitora e escritora de tempo completo, confia na reflexão e no diálogo como caminhos para a realização e a liberdade. Criadora do projeto Open Philosophy, é geradora frequente de conteúdo.

Você pode gostar...