Pensar sobre as interpretações do Brasil (V.3, N.3, 2017)

Esta é a primeira postagem no blog após o início do primeiro semestre letivo de 2017 na Unicamp. Dedicarei uma série de breves textos relacionados ao curso “Pensamento Social do Brasil” da graduação em Ciências Sociais (noturno). Antes de alguma menção ao possível “arcaísmo” dessa área de pesquisa sociológica, vale pensar sobre a atualidade – e as atualizações – das formas de representar países e  cidades. As comemorações oficiais e os megaeventos esportivos servem, por exemplo, como ancoradouros de ideias, fabulações e projeções sobre os lugares. Podemos pensar que as ideias, os estereótipos e outras formas de representação simbólica são construídos, ou reconstruídos, nessas ocasiões comemorativas: Jogos Olímpicos Rio 2016, as Copas do Mundo de futebol masculino em 1950 e em 2014, os festejos do centenário da Independência (1922) ou dos 500 anos da “descoberta” do Brasil (2000).

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