Um olhar diferente sobre os terremotos do México (V.3, N.9, 2017)

Essa noite, ao assistir o noticiário com minha filha de 11 anos, testemunhei ela impressionada com as imagens do terremoto que abalou o México no dia hoje. De certa forma, revivi a mesma aflição que tive há aproximadamente 30 anos atrás, quando um outro grande terremoto assolou a Cidade do México. Eu também era apenas uma criança na época mas lembro que fiquei acompanhando durante vários dias o resgate de vítimas presas sob os escombros de prédios, o trabalho dos cães farejadores, a emoção dos bombeiros quando conseguiam tirar alguém com vida. Lembro que diversas vezes me emocionei com as histórias daquele terremoto. Terremotos são realmente assustadores, mas hoje pude explicar para minha filha que eles são mais comuns do que se pensa.

Paula D. Paro Costa

Cientista desde o nascimento, Engenheira e Professora da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação, na Unicamp. Atua nas áreas de processamento digital de imagens, aprendizado de máquina, ciência dos dados e computação afetiva. Nas horas vagas, trabalha para que crianças e jovens tenham contato com as áreas de ciências, engenharia e tecnologia.

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