Sustentabilidade, ética, dúvidas…

Não sei bem ao certo o que me levou a pensar sobre o assunto, mas o lugar que eu cheguei foi de dúvida e de confusão.

Essa semana estava lendo algumas coisas sobre Branding, vi o site de uma consultoria do assunto. Branding é basicamente um conjunto de ações ligadas à administração da marca. Por exemplo a Natura e o Banco Real têm consultoria em branding.

Agora vejamos, será que uma empresa de tabaco ou bélica se tiver uma consultoria no assunto e se dispor pode se tornar uma empresa sustentável? Porque eu no meu mais profundo simplismo não entendo e não aceito que empresas desse ramo possam ser consideradas sustentáveis, uma vez que promovem atitudes pouco sustentáveis. Ai vem mais uma dúvida, ser sustentável é ser moralista? Deveríamos criar um código de ética da sustentabilidade? Ou para haver um desenvolvimento sustentável deveríamos varrer do mapa a indústria bélica, do tabaco, alcoólica e congêneres?

Me senti menos ignorante quando li essa reportagem e o jornalista Caco de Paula, coordenador do projeto Planeta sustentável falou: “Uma vez, ouvi alguém comentar que sustentabilidade é como a física quântica: se você chegar a um ponto e não estiver confuso, é porque não entendeu nada”. O tema é desafiador e mobilizatório, mas intangível. “É provocador pela perplexidade que causa e o conhecimento sobre ele ainda está em processo de construção”.

Se alguém tiver alguma resposta pra alguma das minhas perguntas agradeço se puder me esclarecer! 😉

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