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Quando o General Eisenhower tomou posse como presidente dos Estados Unidos em 1953, um grupo de Republicanos conservadores (o que é meio redundante) passou a afirmar que o recém-saído governo democrata, chefiado pelo Harry S Truman, havia roubado ouro dos depósitos de Fort Knox.
Convencido por seus correligionários, Eisenhower mandou contar o ouro. A recontagem mostrou que o tesouro americano tinha “apenas” 30.442.415.581,70 dólares em  barras de ouro que valem mais do que dinheiro. Só que havia 10 dólares a menos do que o esperado.
Após conferir as contas, Georgia Clark, tesoureira do governo Truman, mandou um cheque de sua própria conta para cobrir o “rombo”.
Desde então, curiosamente, todos os dez tesoureiros que passaram pelo governo americano foram mulheres. Destas, seis eram latinas. Corrupção, portanto, não é uma questão de gênero, etnia ou cultura. É uma questão de falta de vergonha na cara mesmo.
Fosse no Brasil, o rombo seria muito maior e teria sido escondido por qualquer partido (de oposição ou de situação). Se fosse descoberto, abririam uma CPI que não daria em nada, o processo caducaria na Justiça (especial, diga-se de passagem), todos os envolvidos seriam eleitos novamente e, é claro, o dinheiro nunca seria devolvido.

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