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Mr. Tegg, em seu curioso e interessante volume, Wills of Their Own [Vontades Próprias], cita dois testmenteiros cuja aversão aos bigodes continuou mesmo após a morte. O testamento de Mr. Henry Budd, que passou a vigorar em 1862, determinava a oposição ao uso de bigodes pelos filhos nos seguintes termos: “Caso meu filho Edward venha a usar bigodes, então será nula a parte aqui apresentada, em favor dele, de seus indicados e herdeiros, de minha dita propriedade chamada Pepper Park. E eu determino o mesmo para meu filho William, seus indicados e herdeiros. E caso o dito filho William use bigodes, então a parte da propriedade chamada Twickenham Park,  que caberia a ele, seus herdeiros e indicados, será anulada. O mesmo se determina para meu referido filho Edward, sues herdeiros e indicados.”

Outro exemplo é o testamento de Mr. Fleming, um tapeceiro de Pimlico, executado [o testamento, não o velho] em 1869. Ele deixou £10 para cada um dos seus empregados que não tinha bigodes. Para aqueles que usavam bigodes, ele legou apenas £5 cada. – Jacob Larwood, Forensic Anecdotes [Anedotas Forenses], 1882

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