Patentes Patéticas (nº. 154)

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As férias estão acabando (ou mesmo já acabaram) e o retorno ao trabalho é de desconjuntar a postura de qualquer um. Principalmente de quem, por motivos puramente profissionais, passa o dia todo sentado diante de um computador. Soluções ergonômicas para os operários de escritório não faltam. Uma das mais geniais já está completando quinze anos e — surpreendentemente — ainda mal saiu do papel em que foi patenteada. O nome simples — Estações de Trabalho Computadorizadas — pode soar familiar mas está longe de ser um cubículo tradicional: (mais…)

1000 likes e Patentes Patéticas

capa patentes patéticas

Em comemoração aos 1.000 “likes” da nossa página no Facebook, vamos sortear 5 exemplares do livro Patentes Patéticas. O sorteio será realizado (via sorteie.me) no dia 18/01/2015, às 18h. O resultado será divulgado em até uma hora. As demais condições de participação estão descritas no regulamento a seguir.

Para concorrer aos 5 (cinco) exemplares do livro Patentes Patéticas, você deverá concordar com os seguintes termos e condições: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 152)

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Quem nunca teve uma ideia genial em pleno banheiro? Não só debaixo do chuveiro mas também em cima da privada, em pleno uso do aparelho excretor. É bom lembrar ao Sr. Fidelix que aparelho excretor pode não reproduzir mas produz. Produz ideias excretáveis brilhantes como a Retractable Table Top for a Toilet [Mesinha Retrátil para uma Privada]: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 151)

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Quando a Grande Guerra estourou na Europa, há pouco mais de um século, os submarinos já existiam. Embora ainda não estivessem plenamente desenvolvidos, tudo indicava que os navios submergíveis seriam armas terríveis pois eram virtualmente invisíveis. Enquanto as marinhas do mundo se adaptavam à nova realidade, um americano de Armiger, Maryland, teve uma ideia ainda mais terrível: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 150)

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Lyndon, Vermont, 1915. Albert B. Pratt lê notícias sobre a Grande Guerra que assola a Europa. Ao observar a ilustração de um soldado alemão e notar seu grande capacete, Pratt tem um insight: e se ali, no topo do capacete, houvesse um pequeno canhão? Ou uma pequena metralhadora? A ideia pareceu tão boa a Mr. Pratt que no dia 14 de julho ele procurou o USPTO e pediu uma patente para a tal “Arma”:

Esta invenção relaciona-se ao campo das armas e, entre outros objetivos, propõe uma arma de fogo adaptada para ser montada e disparada a partir da cabeça do atirador. (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 149)

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Múltiplos são os usos da toalha, segundo o cap. 3 do Guia dos Mochileiro das Galáxias. Além de servir como artefato de enxugamento corporal, esse pedaço de tecido felpudo retangular pode ter mil e uma utilidades, do uso como arma ofensiva — “pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo” — ao uso como abrigo “nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V”. Na literatura não-dupal, já registramos seu uso como vestido com bolsos (e não estamos falando de roupões). Mas nem todo mundo ama toalhas felpudas (e úmidas). Gerard A. Forster é um desses antipatizantes deste utensílio têxtil. Tanto que ele propõe a completa abolição da toalha e sua substituição por um Body Squeegee ou Rodo Corporal, formado por: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 148)

aquecedor de pé frio

Não importa se é no interior de São Paulo ou na Califórnia — dois lugares com invernos nada rigorosos —, sempre tem alguém que sofre com os pés frios durante o inverno. Das diversas invenções aplicáveis a pés frios, o Heating Apparatus for Boots or Shoes [Aparato de Aquecimento para Botas ou Sapatos] é uma solução mais high-tech do que aquele aquecedor a baforadas que apresentamos nos primórdios desta patética série. Embora não seja tão sofisticado quanto o pé condicionado, esse sistema de aquecimento pedal é bastante promissor, sendo formado por: (mais…)

Patentes Patéticas (nº. 147)

Fig. 3

Com ou sem Copa do Mundo, com ou sem ou caos nos aeroportos, fazer viagens aéreas num país de dimensões continentais é bastante cansativo. Por mais confortáveis que sejam, as aeronaves modernas estão longe de serem um lounge. Dormir é sempre uma boa maneira de aproveitar as várias horas de voo entre uma cidade e outra — ou entre continentes e oceanos, em voos internacionais. Um travesseirinho confortável cairia bem, mas para Samuel Young um travesseiro com função de emergência seria melhor ainda: (mais…)