Dragões unindo Ciência e Arte

Imagem original da ilha de DesktopBackground.org; Dragões criados por Rhayssa Terra de Faria.

Uma mistura de dragões, ciência e arte? É isso mesmo? Mas será que essa é uma combinação possível? Pois é… não só é possível, como pode oferecer inúmeras possibilidades incríveis! Abra sua mente e venha conhecer os bastidores de “Nas Asas do Dragão – Dragon World Experience”, uma peça de teatro interativa desenvolvida por alunos do Instituto de Biologia da UNICAMP para alunos do Ensino Médio do programa Ciência & Arte nas Férias 2018! Você vai poder conferir desde os preparativos até a realização desta divertida atividade!


 

1. Resumo da oficina “Nas Asas do Dragão – Dragon World Experience:

Antes de mais nada, vou começar resumindo o que exatamente foi esta atividade:

De modo geral, a peça de teatro/jogo que criamos visava permitir aos alunos do programa Ciência & Arte nas Férias entrarem em contato com desafios enfrentados pelos cientistas no mundo moderno por meio de uma divertida jornada rumo à criação de um dragão. Ao serem inseridos em uma peça de teatro interativa, eles tinham a oportunidade de compreender como as alterações no manual de instruções da vida, o DNA, contribuíram para a geração da grande diversidade de vida existente na natureza.

Diversos tópicos científicos de áreas como Biologia do Desenvolvimento, Genética, Evolução, Biodiversidade e Conservação eram abordados ao longo da peça. Além disso, os próprios jovens atuavam como personagens e tinham suas habilidades testadas no divertido jogo da sobrevivência! Este jogo envolvia testes de conhecimentos, testes de habilidades e também uma mistura de acaso e seleção natural.

Após um desfecho surpreendente da narrativa de ficção, os monitores da oficina provocavam importantes reflexões nos participantes. Eram abordados temas como: os possíveis impactos éticos e ambientais resultantes da atividade profissional dos Biólogos; a importância das pesquisas de laboratório para o progresso da ciência; além da importância da preservação da biodiversidade.

A seguir, você poderá conferir com maiores detalhes como foi o nascimento dessa ideia e o desenrolar das atividades:

 

2. A origem da ideia de “Dragon World Experience”:

Para começar a entender de onde surgiu essa ideia aparentemente maluca de fazer uma peça de teatro interativa que envolve dragões, personagens, fantasias e jogos, recomendo que você dê uma espiada no post “Como criar seu dragão“, que conta como foi a disciplina de Biologia do Desenvolvimento para os alunos do curso de Ciências Biológicas da Unicamp, em 2017. Essa disciplina teve um formato bem diferente que possibilitou aos alunos exercitarem toda sua criatividade! Um dos grupos de trabalho, formado pelos alunos Camila, Mariana, Nathan e Rhayssa, apresentou seu projeto final em forma de um teatro muito inspirador!

(Fotos de Carolina Frandsen Pereira da Costa)

A ideia inicial era a criação de uma montanha-russa super tecnológica que levasse os participantes pelos caminhos da criação de um dragão! Depois disso, com o apoio da Profa. Lúcia e da monitora Carolina (esta que vos fala! hehehe), esses alunos aceitaram o desafio de amadurecer e adaptar as ideias para levar o projeto adiante! Agora o objetivo seria atingir o público de fora da Universidade. A ideia de utilizar a figura dos dragões de forma lúdica para motivar e atrair o interesse dos jovens para a ciência permaneceu, mas com algumas adaptações.


 

3. O programa Ciência & Arte nas Férias (CAF-2018):

No meio do ano de 2017, Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp (PRP) abriu uma chamada para que professores e pesquisadores enviassem seus projetos para participar do XVI CIÊNCIA & ARTE NAS FÉRIAS.

Havia a possibilidade de submissão de dois tipos de projetos:

  1. Projeto de atividade individual: Visa receber os estudantes diariamente nos laboratórios, durante o período de 3 de janeiro a 2 de fevereiro de 2018, das 8h30 às 17h30, exceto às quartas-feiras, quando serão realizadas as atividades em grupo (oficinas), para a realização de um projeto de iniciação à pesquisa.
  2. Projeto de atividade em grupo (oficinas): O laboratório ou grupo de pesquisa receberá aproximadamente 45 alunos a cada quarta-feira do período do programa (10, 17 e 24/01 e 31/01/2018) para desenvolver atividades em grupo.

3.1. A inscrição do nosso projeto no CAF-2018:

Quando descobrimos a possibilidade de desenvolver um projeto de atividade em grupo (oficina), ficamos muito entusiasmados! Então, com o apoio da Profa. Lúcia Elvira Alvares, decidimos adaptar o projeto criado pelos alunos durante a disciplina de Biologia do Desenvolvimento para inscrevê-lo no programa! Nossa intenção era fazer com que nosso projeto pudesse contribuir para atingir o principal objetivo do CAF:

“O Programa CAF-2018 tem como objetivo despertar jovens talentos para a pesquisa científica e atividades artísticas e envolvê-los, desde cedo, em atividades práticas onde haja contato com os desafios atuais da ciência, a metodologia do trabalho científico, o ambiente humano dos laboratórios de Pesquisa e as diferentes formas de expressão artística.”

Sabendo disso, fizemos várias reuniões com direito a muita criatividade e empolgação, e conseguimos escrever nosso projeto “Dragon World Experience” e inscrevê-lo para participar do programa Ciência & Arte nas Férias! Abaixo listamos os objetivos que gostaríamos de atingir com nosso projeto:

3.2. Principais objetivos propostos:

  1. Utilizar a figura dos dragões de forma lúdica para atrair o interesse dos jovens para a ciência, e mais especificamente para áreas como Biologia do Desenvolvimento, Genética, Evolução, Biodiversidade e Conservação;
  2. Colocar os alunos em contato com exemplos lúdicos e divertidos de desafios que os pesquisadores enfrentam nessas áreas, além de alguns dos principais conhecimentos envolvidos;
  3. Possibilitar a compreensão de que o processo do desenvolvimento é um importante elo entre o genótipo e o fenótipo dos animais, e que alterações nesse processo são essenciais para geração da diversidade das formas e funções existentes na natureza;
  4. Trazer ao público reflexões sobre o papel do Biólogo, o funcionamento da metodologia científica, os possíveis impactos éticos e sociais resultantes dessa atividade profissional, e sobre a importância da conservação das espécies e da biodiversidade.

 

4. Os preparativos da oficina:

Poucas semanas depois da inscrição, veio o resultado: nosso projeto foi selecionado!!! Continuamos então com nossas reuniões de grupo e fomos amadurecendo nossas ideias iniciais. Também tivemos que nos adaptar bastante para conseguir resolver problemas de logística que foram surgindo. As ideias foram ficando melhor estruturadas enquanto preparávamos um roteiro detalhado do teatro, com as falas dos personagens e as instruções para todas as atividades.

Fizemos então a compra dos itens necessários para preparar os materiais do jogo e as fantasias, começamos a montar os slides, fazer ensaios, e muito mais! O mês de dezembro de 2017 foi muito intenso para toda equipe, pois foi quando conseguimos fazer a maior parte dos preparativos! Desde o começo nós mesmos vivenciamos uma verdadeira combinação de Ciência e Arte nas Férias! Confira abaixo alguns registros desses momentos:


 

5. Atividades da oficina “Nas Asas do Dragão – Dragon World Experience”:

Parte 1. Nas Asas do Dragão – O Início (encenação teatral)

Personagens:

Icarus Wingson (Nathan Drumov Gonçalves Simioni):

O personagem Ícarus é um jovem sonhador, tatara-tataraneto de Darwin, fascinado por dragões, que sonha em usar as teorias do tatara-tataravô para se tornar ainda mais lendário na história da ciência através da criação de um dragão. Por ser jovem, usa gírias de vez em quando, apesar de querer tentar manter a pose de jovem bilionário.

Cientista geral (Camila Lidiane de Morais):

Espalhafatosa, animada, apresenta novas ideias, se diverte e se encanta com a ciência! Faz a apresentação do Icarus Wingson para os alunos, e também fala sobre informações gerais da ciência.

Cientista da área de Bioinformática (Carolina Stefano Mantovani):

Estagiária nerd de Bioinformática, usa óculos, tem um laptop em que fica toda hora fazendo simulações computacionais, consultando informações e passando os slides; Está sempre reforçando suas explicações científicas com frases como: “pelos meus cálculos / os artigos que li mostram que…”. Fala sobre estudos e informações envolvendo computadores.

Cientista de laboratório (Fernanda Cristina da Veiga):

Responsável pela parte mais prática do trabalho, fala com propriedade sobre estudos e informações envolvendo experimentos em laboratório. Fica atrás de uma bancada contendo itens de laboratório (luvas + rack com tubos de ensaio contendo líquidos coloridos).

A primeira parte do teatro consistia na contextualização da ideia de criação de um dragão pelo jovem bilionário Icarus Wingson. Durante os diálogos de Icarus com suas cientistas, diversas informações científicas eram apresentadas para discutir a possibilidade de criação de dragões.

Temáticas abordadas: 

  • O pensamento científico e seus métodos;
  • Noções biológicas básicas sobre modificações genéticas nos animais;
  • Apresentação da estrutura da “árvore da vida” e como os cientistas estudam e organizam as relações filogenéticas (de parentesco) entre os animais;
  • Importância da escolha adequada de um organismo-modelo nas pesquisas científicas;
  • A evolução dos três diferentes tipos de asas entre os vertebrados (aves, morcegos e pterossauros);
  • Importância do DNA (o “manual de instruções” da vida) e do desenvolvimento embrionário para a geração da grande diversidade de seres vivos;
  • Os avanços científicos proporcionados pela Bioinformática (exemplo de alinhamento do DNA).

Ao final desta parte, quatro dragões candidatos eram apresentados (Figura abaixo). Eles eram os possíveis resultados de alterações genéticas nos embriões dos organismos-modelo (lagarto ou ave), segundo simulações computacionais. A ideia agora era testar as habilidades desses dragões em uma simulação de sobrevivência na ilha de Icarus Wingson. Somente após testar quais seriam os candidatos melhor adaptados aos ambientes da ilha é que seriam escolhidas as melhores características para a criação de dragões em laboratório.

Quatro candidatos (Niger, Viridis, Albus e Ruber) obtidos após simulações computacionais fictícias. Eles seriam os possíveis resultados de mudanças genéticas nos embriões dos organismos-modelo para a criação de dragões.

 

Parte 2. Dragon World Experience – O Jogo da Sobrevivência

Após uma pequena pausa para o lanche, os alunos deveriam retornar para a segunda parte da oficina, a fim de testar as habilidades dos dragões no Jogo da Sobrevivência, na sala IB12 do Instituto de Biologia (Figura abaixo). No início das atividades da etapa anterior, cada aluno já havia recebido uma fita de alguma das quatro cores: preta, verde, branca ou vermelha. Essas cores determinavam qual era o grupo de dragões do qual eles deveriam fazer parte nesta etapa do jogo.

Organização esquemática da sala IB12, no Instituto de Biologia da Unicamp, para o “Dragon World Experience – O Jogo da Sobrevivência”.

 

Personagens:

Narradoras (Mariana Franciscão Costa e Rhayssa Terra de Faria):

Durante o jogo, liam um roteiro previamente preparado sobre todas as etapas que os dragões devem superar ao longo da simulação. Cada etapa simulava os principais desafios que os dragões enfrentariam caso fossem criados em laboratório e colocados no mundo real.

Demais monitoras (Maria Gabriela Ferreira Mulato, Helena Augusto Gioppato e Carla Maneira da Silva) e Cientistas:

Dividiam-se para ajudar os alunos a vestirem as fantasias, para marcar os pontos no placar do jogo e para auxiliar na organização e animação de cada um dos quatro grupos de alunos.

Dragões (alunos fantasiados):

Alguns alunos participavam do Jogo da Sobrevivência representando os quatro diferentes tipos de dragões. Eles precisavam testar suas chances de sobrevivência durante a simulação na ilha de Icarus Wingson. Deviam tomar decisões, mostrar suas habilidades e às vezes contar com a sorte nos diferentes ambientes em que transitavam pela ilha. A ideia é que eles cumprissem os diferentes desafios que poderiam aparecer ao longo da vida de um dragão.

Populações de dragões (alunos dos grupos):

Enquanto os “dragões” jogavam, os demais alunos dos grupos representavam os demais membros da população daqueles dragões. Para que também participassem e ajudassem a dar pontos para seus dragões, eles precisavam ficar atentos para cumprir algumas tarefas de perguntas e respostas sempre que solicitado ao longo do jogo, e também ajudar seus dragões em determinadas ocasiões.

As cinco fases do Jogo da Sobrevivência que deveriam ser encaradas pelos dragões (alunos fantasiados). Cada casa do jogo representava uma dessas fases.

Temáticas abordadas:

  • Malformações que podem ocorrer durante o desenvolvimento embrionário – o exemplo da ciclopia;
  • A necessidade de aquecimento dos animais filhotes e as diferenças entre animais endotérmicos e ectotérmicos;
  • Desenvolvimento de patas e asas nos animais tetrápodes;
  • Táticas de sobrevivência dos animais na natureza: camuflagem, mimetismo, aposematismo;
  • A importância da alimentação adequada e exemplos de mudanças nos animais de acordo com a dieta;
  • Exemplos de dimorfismo sexual, seleção sexual, competição e dança do acasalamento;

 

Parte 3. Conclusões (encenação teatral)

Após muita diversão, interação e aprendizado ao longo do Jogo da Sobrevivência, informações sobre as vantagens e desvantagens de cada um dos dragões eram levadas para que a cientista da área da Bioinformática pudesse analisar. Ela iniciava então algumas simulações computacionais para escolher as melhores características para poder criar os dragões em laboratório. Começava então a última parte do teatro.

A reviravolta:

No momento em que Icarus Wingson se mostrava ansioso para saber o que suas cientistas iriam concluir, ocorria uma reviravolta no enredo. As pesquisadoras não permitiriam a continuidade das simulações computacionais e futuros experimentos para a criação do dragão! Elas interrompiam a apresentação para esclarecer que, como Biólogas, elas deveriam defender uma ciência ética e responsável. Era preciso conseguir conciliar o avanço da ciência com a preservação do meio ambiente e da biodiversidade.

Icarus, muito surpreso, continuava insistindo para tentar convencê-las a criar um dragão para ele. Afinal, esse sempre havia sido seu sonho de infância, e ele tinha o dinheiro para fazer o que quisesse! Entretanto, aos poucos Icarus começava a compreender sobre as possíveis consequências da criação de um dragão. Entre elas, a possibilidade de causar um desequilíbrio ambiental e prejudicar outras espécies.

A experimentação animal nas pesquisas científicas:

Com relação a experimentação animal, as cientistas reforçavam que ainda há casos em que ela é essencial para a ciência. Por exemplo: para estudar os melhores tratamentos para diversas doenças e para o desenvolvimento vacinas. Mas elas explicavam que todos os pesquisadores precisam seguir rígidos protocolos de ética para garantir o bem-estar animal. Além disso, antes de mais nada, as finalidades dos estudos precisariam ser muito bem esclarecidas e aceitas pela comunidade científica.

Consciência, ética e pensamento crítico:

Para encerrar, eram passados dois vídeos: um mostrando a beleza da biodiversidade e a importância da preservação e cuidados com as espécies existentes; e outro mostrando diferentes dragões da ficção, reforçando que eles deveriam permanecer em nossa imaginação, onde poderiam continuar a “viver” totalmente livres. A mensagem final transmitida era a seguinte:

“Seja lá qual a for a profissão que vocês escolherem, esperamos que sejam profissionais conscientes, críticos e éticos, pensando sempre nas possíveis consequências de seus atos antes de tomar qualquer decisão!”

Temáticas abordadas:

  • Pensamento crítico, ética na experimentação animal e biossegurança;
  • Preservação da biodiversidade.
  • Evolução e seleção natural;

 

Seleção de fotos das atividades:

Seleção de fotos tiradas pela Profa. Lúcia Elvira Alvares e pela fotógrafa Carolina Frandsen Pereira da Costa ao longo das semanas de oferecimento da atividade “Nas Asas do Dragão – Dragon World Experience”, para alunos do Ensino Médio participantes do programa Ciência & Arte nas Férias 2018.

 

Confira todas as fotos:

Todas as 256 fotos tiradas ao longo das 4 semanas de oficina podem ser encontradas no seguinte link, na página do Facebook do Ciência & Arte nas Férias!

 


 

6. Dragões unindo Ciência e Arte – reflexões finais:

A criação, os preparativos e a apresentação da peça interativa/jogo “Nas Asas do Dragão – Dragon World Experience” possibilitou a integração de oito alunos de graduação e pós-graduação do Instituto de Biologia da Unicamp de forma muito próxima e colaborativa. Sem dúvidas, esta foi uma oportunidade excepcional para a formação pessoal e profissional de todos. Juntos, buscamos atingir o objetivo de proporcionar uma experiência inesquecível aos alunos do Ensino Médio participantes do CAF-2018, numa legítima combinação de Ciência e Arte!

Apresentamos nossa peça interativa/jogo para 4 grupos de 35 alunos participantes do CAF-2018, e pelas respostas que recebemos dos alunos e dos monitores participantes, concluímos que conseguimos atingir nosso objetivo! Além disso, como resultado de tanto empenho e capricho no desenvolvimento da nossa oficina, saímos até em uma matéria no site da Unicamp: “Alunos do ensino médio nas asas do dragão”! Isso nos deixou muito contentes e certos de que todo o nosso esforço valeu a pena. Além disso, um breve relato sobre a oficina também foi divulgado no site do Instituto de Biologia da Unicamp.

Enfim, a combinação de Ciência e Arte que conseguimos criar foi muito motivadora, tanto para os criadores, como para os participantes! Enxergamos em nossa atividade uma forma inovadora de divulgação científica, e seria muito interessante se pudéssemos apresentar nossa peça para outros grupos também, em outras oportunidades, para testar sua repercussão. Esperamos (e nos esforçaremos para) que iniciativas como essa possam crescer e atingir ainda mais públicos.


 

7. Agradecimentos:

Primeiramente, agradeço à PRP-Unicamp, pela confiança e pela oportunidade de participar do programa Ciência & Arte nas Férias 2018, e a toda equipe de suporte do CAF-2018, que sempre foi muito solícita em nos fornecer informações e prestar esclarecimentos sempre que necessário, para o melhor andamento possível das atividades. Além disso, agradeço à FAEPEX pelo auxílio financeiro que permitiu a concretização da nossa oficina.

Obrigada também a todos do Espaço de Apoio ao Ensino e Aprendizagem (EA2), que ofereceram grande suporte durante a preparação dos materiais da oficina durante todo o mês de dezembro; ao Apoio Acadêmico do IB pelo suporte e por disponibilizar as salas de aula para realização das atividades; à Marina Andresa Cruz pela paciência e ajuda na reserva das salas; à Raquel Gomos Hatamoto por possibilitar a publicação da matéria no site do IB e pela divulgação interna; à Patricia Lauretti e Antoninho Perri, da Assessoria de Comunicação da Unicamp, pela produção da matéria e publicação no site da Unicamp.

Também agradeço imensamente à Marina Alves Fontoura pela grande ajuda que nos deu com a fantasia das asas de aves; ao Angelo Mantovani por toda a ajuda com as asas de morcego; à Julia Franco pela consultoria artística sobre as asas dos dragões; à Aldicléia Maneira pela ajuda na confecção das caudas dos dragões; e ao Jhonathan Rafael Julião pelo auxílio na cobertura fotográfica em um dos dias de oficina.

Por fim, agradeço especialmente à Profa. Lúcia Elvira Alvares pelo apoio e pela confiança desde o surgimento da ideia do projeto, e a todos os alunos do IB/Unicamp envolvidos no preparo das atividades, desde a compra dos materiais, confecção das fantasias, preparo e montagem da estrutura do jogo e dos slides, participação e dedicação nos ensaios, até a execução de fato das atividades programadas para os alunos durante as quatro semanas de CAF:

Camila Lidiane de Morais, Mariana Franciscão Costa, Nathan Drumov Gonçalves Simioni e Rhayssa Terra de Faria (graduandos em Ciências Biológicas/UNICAMP), Maria Gabriela Ferreira Mulato, Helena Augusto Gioppato e Carla Maneira da Silva (mestrandas do Instituto de Biologia/UNICAMP), Carolina Stefano Mantovani, Fernanda Cristina da Veiga e também nossa fotógrafa Carolina Frandsen Pereira da Costa (doutorandas do Instituto de Biologia/UNICAMP).


 

O que você achou dessa iniciativa? Deixe seu comentário!

Se você for professor, pesquisador ou aluno de graduação ou pós-graduação:

Espero que a “Dragon World Experience” tenha contribuído para inspirá-lo a criar atividades inovadoras também! Se você tiver interesse em conversar sobre isso, adoraria poder trocar algumas ideias e experiências!

Se você for aluno do Ensino Fundamental ou Médio:

Você gostaria de ter a oportunidade de participar de uma atividade assim? Quem sabe não podemos levar esta atividade até sua escola, ou trazer sua turma para participar aqui na Unicamp?

 

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