Sacolas Plásticas e reportagens

Uma coisa que eu aboli das minhas idas ao supermercado é trazer sacolas plásticas pra casa. Sempre levo minhas sacolas de pano que são bem mais práticas de carregar. Infelizmente quando saio de casa sem a pretensão de ir ao supermercado e acabo parando lá tento trazer o mínimo de sacolas possível. Quando compro coisas pequenas quando estou andando ou passeando sem rumo, se o objeto que eu comprei cabe na minha bolsa, não aceito sacolas também.

Eis que me surpreendo com uma reportagem do Fantástico falando da resistência das sacolas plásticas dos supermercados. Um teste do Inmetro reprovou todas as sacolinhas dizendo que não são suficientemente resistentes, que não agüentam o peso que anunciam agüentar e etc. Assista aqui.

Em nenhum momento eles falaram para as pessoas usarem outro tipo de sacola, se 80% das pessoas que vão a supermercado vão a pé ou de ônibus por que não sugerir para as pessoas irem de mochila? Além de ser muito mais ecológico é muito mais fácil de carregar a mercadoria. Acho que o supermercado não tem obrigação nenhuma de nos dar sacolas, nem das sacolas serem resistentes e de excelente qualidade.

Bom, o que mais me surpreendeu foi a falta de coerência das reportagens num mesmo programa. Não sei se foi semana passada ou quando foi, naquela série “Mundo de Valentina” foi discutido o lixo (aqui), o quanto de lixo produzimos na nossa vida e espaço que ele ocupa., uma reportagem super educativa e que ajuda as pessoas a se sensibilizar sobre o assunto.

Um programa que mostra uma reportagem que se preocupa tanto com o lixo gerado como não fala nada quando trata de sacolas plásticas? Um objeto que causa inúmeros problemas para a natureza? Desde a decomposição infinita no ambiente até morte de animais no mar por asfixia e intoxicação. É, a Globo ta precisando de umas aulinhas de sustentabilidade, ou seria só de coerência, mesmo?

O Itaú e a sustentabilidade

O Itaú tá començando a investir pesado na sustentabilidade. Acaba de lançar o Projeto Amanhã (www.projetoamanha.com.br) que é um concurso cultural com o objetivo de incentivar as pessoas a mostrar sua interpretação sobre o amanhã explorando temas ligados à sustentabilidade, em forma de vídeo ou foto.

A imagem mais criativa será publicada nos principais jornais do País e o melhor vídeo será veiculado na TV depois da meia-noite, “quando o hoje já é amanhã”.

Nisan Guanaes fará parte do júri de ambas categorias.

Vai ser interessante ver que idéia as pessoas tem sobre o assunto, bom, na realidade só vamos ver os melhores trabalhos, mas é sempre bom ver que existe mais gente pensando sobre o assunto.

Vamos participar? Já comecei a ter as minhas idéias… 🙂

Natura

Eu lendo o livro Ecoeconomia e me tornando mais pessimista a cada dia resolvo comprar num sebo uma edição de 2005 da Havard Business Review que fala de Responsabilidade Social.

Resolvi ler a entrevista dos presidentes da Natura entitulada “Natura: mais do que estratégia, é filosofia”. Poxa, fiquei tão contente de saber que existe uma empresa brasileira com presidentes que pensam da forma como eles. Isso fez meu otimismo aumentar e acreditar que mudanças estão de fato acontecendo, apesar do ritmo lento.

Seguem dois trechos da entrevista realmente me impressionaram…

Uma situação hipotética: como explicar ao acionista que um produto rentável foi descontinuado porque algum de seus componentes tinha impacto negativo sobre o meio ambiente?Guilherme Peirão Leal: Descontinuamos e assumimos as perdas econômicas. Não temos nenhum problema em dizer isso aos acionistas, pois é a consistência de nossas ações que garante os resultados, o valor presente dos resultados futuros. Então, essas perdas não são perdas, são investimentos na coerência, que constrói o valor da empresa. Tem um exemplo concreto: há alguns anos descontinuamos produtos que usavam um componente chamado alfa-bisabolol…

Numa outra passagem…

Guilherme Peirão Leal: No auge da crise Argentina, a Natura, que ainda é uma empresa pequena por lá, publicou um anúncio no Clarín dizendo algo assim: “Somos cúmplices da sociedade Argentina nesse momento de transição, não vamos dolarizar nossos preços e vamos construir um processo com a sociedade Argentina para superar essa crise.” Isso foi recebido de uma maneira muito positiva pela sociedade Argentina, foi um momento de inflexão da Natura na Argentina, na hora em que ela publicamente assumiu um compromisso de estar com a sociedade.

Por toda a entrevista Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos afirmam e mostram que a sustentabilidade é a filosofia de vida da empresa. Para eles a cosmética é um instrumento de maior intimidade com o corpo, para aprofundar a possibilidade de auto-aceitação, de auto estima, de amor próprio. Seria esse um motivo por não usar celebridades em suas campanhas publicitárias? Alias, após 35 anos de construção de imagem sustentável você consegue imaginar uma top model super famosa fazendo campanha pra Natura?

É tão interessante perceber que há um compromisso deles que vai além do resultado econômico. É óbvio que ele não é esquecido, mas a construção do negócio vai muito além disso. Guilherme Leal afirma que ter como objetivo ser o segundo maior do mundo não inspira um colaborador, eles preferem dizer: “Venha fazer parte de um desafio, queremos mudar o mundo” dando é claro, a parcela que lhes cabe de contribuição.

Depois que li essa entrevista tive vontade de jogar todos meus cremes da Victoria´s Secrets que trouxe dos EUA no lixo e continuar só usando Natura como sempre fiz, mas também não seria correto o disperdício. Com certeza agora vou usar produtos Natura com orgulho de além de ser uma empresa brasileira com produtos de excelente qualidade, ser uma empresa sustentável.

China

Recebo toda semana um clipping de notícias ambientais feito pela Marilena Lino de A. Lavorato. O clipping da semana de 17 a 21/06 falava essencialmente da China, segue um breve resumo que vem antes das notícias:

“A China liderou o ranking das noticias da semana. A começar pela conquista do título de maior emissora mundial de dióxido de carbono, o principal dos gases do efeito estufa, passando os EUA. Como se não bastasse, a população de Pequim está há mais de uma semana sem ver o sol envolta em uma espessa fumaça provocada por queimadas que os agricultores da região estão fazendo após suas colheitas. O caso é tão sério que, e em alguns lugares se proibiu até mesmo de fumar na rua. Diante de tantos problemas ambientais, a China teve a inusitada idéia de contratar seus “melhores narizes” para lutar contra a poluição. Pessoas com olfato apurado vão atuar como atuar detectores de problemas e ajudar a desenhar um panorama mais preciso da qualidade do ar. Uma profissão diferente onde seus profissionais serão “auditados” a cada 03 anos em virtude do olfato perder a sensibilidade com a idade. Se os narizes vão funcionar a contento ainda não sabemos, mas que os chineses foram criativos, isto sem dúvida.”

Isso me choca num tanto, mas num tanto… Quando os chineses, ou quem sabe o mundo, vai perceber que o crescimento assim não vai nos levar muito longe? Aliás o mais longe que podemos ir é a extinção da raça humana. Em pleno século 21 em que discutimos o aquecimento global uma nação retrocede ao início da Revolução Industrial na Inglaterra? A população sem ver o céu por uma semana não faz você lembrar do fog inglês? Vamos deixar os mesmos erros dos países desenvolvidos se repetir nos países ditos em desenvolvimento? Que raios de desenvolvimento é esse? Não conseguimos aprender nada? É muito triste isso, não consigo pensar em outra palavra, tristeza. Ver que o ser humano não consegue aprender com os erros alheios e continua fazendo as mesmas besteiras, ver que o dito “crescimento econômico” está acima de tudo, não importando se vai sobrar alguém aqui pra usufruir dele.

Tem uma estória que ouvi já tem um tempo sobre a China que sempre me deixou muito preocupada. Um amigo do meu pai foi pra China trabalhar na montagem de uma plataforma pra Petrobrás, isso tem mais ou menos uns 10 anos (provavelmente mais), logo na entrada do porto da cidade que ele estava hospedado via-se uma enorme faixa com os dizeres: “Se você tem problemas de meio ambiente no seu país, venha pra cá”. Dá para acreditar que eles tiraram essa faixa de lá?

Recentemente ouvi outra estória sobre a China, dessa vez da minha professora do MBA cujo irmão tinha acabado de voltar de lá. Ele contava que crianças em Pequim, com 10-11 anos de idade nunca tinham visto a lua, as estrelas no céu por conta da poluição no céu!! Não me surpreende agora essa notícia que tem uma semana que o céu está encoberto por lá…

O que será do Planeta com ações tão sutis da China? Afinal com mais de 1 bilhão de habitantes (praticamente 25% da população mundial) , quaisquer ações deles tem reflexo no resto do Planeta. A cada dia que passa estou mais preocupada, muito preocupada. E pelo que conheço dos chineses (meu pai é chinês) não será tarefa fácil convencê-los que o crescimento deles vai ter de tomar outro rumo se quisermos continuar nesse Planeta.

Workshop

Divulgando o evento que eu vou participar como palestrante!

Projetando para um Design Sustentável é um workshop organizado pelo Senac Santa Cecília que vai acontecer dia 05/07/07.

Segue a programação.

9 horas – Café de boas vindas e credenciamento

9h30 – palestra “Design Sustentável”
Como inserir o conceito de sustentabilidade em projetos de arquitetura e design, e assim contribuir para uma sociedade mais justa e saudável.

Palestrante: Silvia Grilli, designer de produtos com especialização na indústria moveleira pelo Istituto d’ Arte da Toscana e titular da Studesign Projetos, empresa de desenvolvimento de produtos com clientes em todo o Brasil. Entre seus prêmios estão o “Troféu IBAMA Móveis” e “Design 1996”.

10h30 – palestra “O Design Social”

Palestrante: Ivo Pons, doutorando formado em Desenho Industrial pelo Mackenzie, onde atua como professor. Participou das Bienais Internacionais de Design na França, do Brasil Faz Design, do Design Natureza, do grupo Recicle-se(r) e coordena o projeto Design Possível em parceria com a Universidade de Firenze.

11h30 – palestra “Um modelo de negócio baseado na sustentabilidade”
As técnicas e políticas do manejo sustentável, e as diferenças entre “matéria-prima de reflorestamento” e “matéria-prima certificada”. Apresentação do case da empresa Ecoleo apresentado na 1ª Revenda de Produtos Certificados da América Latina.

Palestrante: Karla Aharonian, publicitária com especialização em marketing e gestão da sustentabilidade. Tem uma longa experiência como gerente de produtos da cadeia móveis/design e, atualmente, atua como gerente de negócios da Ecoleo.

12h30 – intervalo para almoço livre

14 horas – palestra “Como amarrar o conceito de sustentabilidade com o Ecodesign”
Apresentação do case Multiciclagem Reciclados, empresa de diversos produtos remanescentes de reciclados pós-consumo, como garrafas PET, EVA, caixas de leite tipo longa vida e outros. Entre seus clientes estão empresas comprometidas com a sustentabilidade, como Grupo Accor, Correios, Pirelli e Petrobrás.

Palestrante: Manoel Padreca, advogado por formação e especialista em Engenharia Química Ambiental. Atua como professor de Direito Ambiental e é pesquisador em resíduos sólidos, atuando nos últimos 30 anos em pesquisa e desenvolvimento em empresas do comércio e indústria de resíduos, do pré e pós-consumo.

15 horas – palestra “Eco-desenvolvimento e Sustentabilidade”
Como as políticas voltadas para o eco-desenvolvimento e sustentabilidade refletem no mercado de arquitetura e design.

Palestrante: Claudia Chow, geóloga formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro e está cursando MBA com ênfase em meio ambiente pela Fundação Getulio Vargas. Além disso, mantém um blog com notícias e artigos sobre sustentabilidade e meio ambiente no endereço http://ecodesenvolvimento.blogspot.com.

16 horas – palestra “Cidade Sustentável como base para uma arquitetura sustentável”
A cidade é a grande receptora das ações de arquitetos, engenheiros e paisagistas. Não basta uma arquitetura e interiores das edificações de forma sustentável, as cidades também devem responder e atender as questões ligadas ao conceito de sustentabilidade. Afinal, são as cidades que refletem de forma mais direta a nossa melhoria de qualidade de vida.

Palestrante: João Carlos Correia, arquiteto urbanista, mestre em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas e doutorando em Planejamento Urbano e Regional pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Atua como professor do Centro Universitário de Araras com atividades profissionais voltadas para o planejamento de cidades.

Evento: workshop “Projetando para o design sustentável”
Quando: 5 de julho, das 9h30 às 17 horas
Onde: Senac Santa Cecília – Auditório
Alameda Barros, 910 – Santa Cecília
São Paulo – SP
Quanto: R$ 60,00
Informações: (11) 2178-0200

Mensagens sobre aquecimento global

Os Homens azuis estão no Brasil com apresentações em São Paulo. Não sabia quem eram até meu irmão procurá-los na internet e descobrir alguns videos no You Tube. Eles fazem “barulhos” interessantes e achei um video deles alertando para o aquecimento global. É interessante, bem curtinho.

Um lar de desperdício

Descobri esse programa no blog Folha Verde e resolvi mostrar aqui também.

Eu abomino reality shows que mostram pessoas confinadas num local e fazem um culto ao ócio. Agora, esse tipo de programa que tenta melhorar o comportamento das pessoas é bem interessante porque eu acredito que temos muito a aprender com os erros alheios para não os cometer.

Assisti o programa pelo Youtube (links abaixo) e fiquei chocada com o que vi. Sempre ouvi dizer que existiam pessoas que ligavam seu aquecedor no máximo e transformavam suas casas em verdadeiros Caribes, pessoas que lavam suas roupas com a temperatura máxima e pessoas que disperdiçam muita comida, mas ver crianças que trocam de roupa n vezes por dia, luzes acessas em casa durante as 24 horas do dia foi um choque. Tudo bem que existe o fator cultural que não podemos fazer tudo igual aqui e lá, mas algumas coisas são pra pensar.

Aqui no Brasil são poucas as pessoas que lavam a roupa com água quente (de fato eu não conheço ninguém que faça isso), alguém aqui morre por causa disso? Aliás, durante o tempo que eu morei na Europa eu nunca lavei minhas roupas com água quente (por uma questão de princípios mesmo), por que cargas d’água um brasileiro quando vai pra lá precisa lavar a roupa com água quente? Aliás lavar as roupas com água quente não parece pior para as roupas? Afinal, desbota a cor mais rápido, danifica o tecido mais rápido…

Deixar as crianças trocarem de roupa quantas vezes quiserem durante o dia… Me pergunto se isso é comum ou essa família que é bizarra, pois esse tipo de comportamento simplesmente não entra na minha cabeça. Deixar as crianças saírem no quintal de meias?? Entendo que lá faz frio e não dá pra deixá-las descalças, mas e calçados? Me revolta profundamente ver coisas do tipo.

Luzes acessas durante do dia é até possível de acreditar pois no inverno nos países do hemisfério norte a incidência de luz solar é baixa, mas não tem necessidade de ser todas as luzes da casa, né?

Não posso deixar de dizer que ver comportamentos do tipo me revoltam profundamente. Tomara que com esse programa algumas pessoas consigam realmente mudar seu comportamento porque não faz sentido desperdiçar por conta de caprichos e comportamentos descabidos.

Filmes publicitários

Nos dias 24 a 26 de abril aconteceu em São Paulo o Sustentável 2007, o Congresso Ibero Americano sobre desenvolvimento sustentável.

O evento reuniu 3300 participantes e mais de 20 mil visitantes.

No site do evento você pode fazer downloads das apresentações do congresso e encontrar muitas informações.

Achei hoje os 3 vídeos publicitários do evento e gostei bastante. Acho muito legal como em apenas 30 segundos se pode dizer tanta coisa.

O meio ambiente no rádio

Você sabia que a Rádio Eldorado tem um programa dedicado ao meio ambiente? Ouvindo rádio (coisa que raramente faço), sem querer descobri o programa e achei bem interessante a abordagem deles: meio ambiente, música e cidadania. O programa chama-se Planeta Eldorado.

Não ouvi o programa inteiro, mas achei o máximo o tema já ter chego em mais um meio de comunicação e ter mais uma forma de ser divulgado e difundido. No programa que ouvi, eles falaram de pegada ecológica e a abordagem ambiental dessa edição do SPFW, a locutora Patrícia Palumbo parece bem envolvida e preocupada com o assunto.

O programa já ganhou um prêmio do Ministério do Meio Ambiente com uma série realizada sobre a água. As matérias trançavam um panorama geral sobre a situação dos recursos hídricos, apresentando a problemática, além de possíveis soluções.

Parabenizo a Radio Eldorado por uma iniciativa tão ímpar.

Você pode ouvir o programa às sextas, às 11h, na Radio Eldorado 92,9 FM. E aos sábados, às 12h, Radio Eldorado 700 AM.

É sempre bom lembrar que…


A cada 9 ou 10 segundos, o equivalente a um campo de futebol desaparece da Amazônia.
A cada minuto a Terra perde 21 hectares de florestas, equivalente a 42 campos de futebol.
A cada minuto 50 toneladas de solo fértil são levadas pelo vento.
A cada minuto 10 mil toneladas de CO2 são lançadas na atmosfera.
A cada hora 685 hectares de terra produtiva, equivalentes a 1370 campos de futebol, se transformam em deserto.
A cada dia 250 mil toneladas de ácido sulfúrico (chuva ácida) caem no Hemisfério Norte.
A cada dia a populacao mundial aumenta 200mil pessoas (já descontados os mortos).
O mundo já está processando anualmente 26 bilhões de toneladas de recursos naturais, a maior parte deles finitos ou a um ritmo bem acima da sua taxa de renovação. Mesmo assim, todos os governos planejam aumentar exponencialmente o consumo e a extração dos recursos naturais, ignorando que eles são finitos.
Cerca de 12% das pessoas que vivem em países ricos estão abaixo da linha de pobreza.
Dados do Banco Mundial sobre miséria indicam que 2,8 bilhões de pessoas, quase a metade da população mundial, sobrevivem com uma renda inferior a US$2 por dia.
Aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas não tem acesso à água potável.

Acho interessante sempre lembrar as pessoas desses dados. Apesar de constantemente eles estarem na mídia parece que poucas pessoas realmente se chocam e comecam a fazer alguma coisa pra tentar mudar a situacao e tentar causar um menor impacto.

Esses dados eu retirei do livro que estou lendo chamado Ecoeconomia do Hugo Penteado (que já citei aqui no Blog) que ainda não terminei a leitura, mas so por esses dados acho que vale a pena pois ainda existem muitas pessoas no mundo que precisam se sensibilizar disso e perceber que as coisas não podem continuar do jeito que estão. Até quando vamos ter a ilusão que os recursos naturais são infinitos? E que o Planeta está eterna e inteiramente ao nosso dispor?

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