“Brasilidade”

Ontem participei de um evento patrocinado pela Coca-cola para os blogueiros do hub de blogs Viva Positivamente o tema do encontro foi “Brasilidade” e contou com a colaboração do Luiz Algarra para facilitar nosso bate-papo e com a palestra do Maurício Krubusly contando todo seu conhecimento sobre o Brasil falando um pouco do trabalho dele naquele quadro do Fantástico chamado “Me leva Brasil”.

Foi uma delícia passar o dia falando do Brasil, do que é o Brasil, o que é ser brasileiro com pessoas super antenadas.

E pensando sobre o assunto o que seria essa brasilidade tão na moda nos últimos tempos? A primeira coisa que eu pensei foi sem dúvida a miscigenação das raças. Eu mesma sou um exemplo dela, pai chinês, mãe descendentes de italianos e judeus. E quem não tem uma miscelânea dessas nas suas veias? Italianos, portugueses, negros, índios, espanhóis, japoneses… Acredito que é por causa dessas misturas todas que somos o que somos, para o bem e para o mal.

Agora uma coisa que é bem brasileira é a nossa biodiversidade e acredito que isso seja unanimidade, quem não concorda que isso representa o nosso país da melhor forma? O Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta. Esta variedade de vida que é mais de 20% do número total de espécies da Terra, coloca o Brasil no lugar de principal nação entre os 17 países de maior biodiversidade.

Achei esse infográfico (mas não sei qual a fonte, meu amigo Amaral já desvendou pra mim) que fala da biodiversidade brasileira e seus biomas.

 

Mas o motivo desse encontro foi promover a campanha da Coca-cola de fazer o mascote da Copa do Mundo ser o mais brasileiro de todos os brasileiros e para isso dará a todos a oportunidade de mostrar um pouco de sua brasilidade ao ícone mais emblemático dos jogos antes de sua revelação ao grande público.  As pessoas por meio do site poderão postar textos, fotos ou vídeos fazendo algo bem brasileiro.

Cartão verde da Coreia do Sul

Durante a Rio+20 um dos stands dos países no Parque dos Atletas que eu mais visitava era o da Coreia do Sul, por ser fã da revolução educacional que eles fizeram eu fiquei super interessada em conhecer mais sobre o que eles pensam sobre meio ambiente.

Entre os amigos voluntários conheci o André que fez um semestre lá na Coreia durante a graduação e o que ele contou sobre o país no quesito ambiental não é das coisas mais empolgantes 🙁 Assim como qualquer outro lugar do mundo (com raríssimas exceções) meio ambiente não é a prioridade deles e nem sempre as decisões levam a melhor solução ambiental em conta (coisas da democracia?).

De tanto ir no stand eu ganhei um pen drive com vários documentos e vídeos e um dos vídeos que eu vi me deixaram meio “assustada” seguem:

Por que eu fiquei assustada? Ele é um pouco complicado por que não tem legenda, mas não dá uma sensação de consuma a vontade, desde que seja com selo verde tudo bem. Economia verde é consumir produtos verdes e só? Nem passa perto da redução de consumo ou repensar hábitos? Me decepcionei um pouco com isso, mas…

Ai ontem lendo a Página 22 vi a entrevista do presidente do Instituto de Tecnologia e Indústria Ambiental da Coreia do Sul (Keiti, na sigla em inglês) falando do cartão verde do país.

E aí os videos abaixo fizeram mais sentido.

Um mascote fofo (que eu ganhei de pelúcia) pedindo para as pessoas economizarem água e energia.

Será que um cartão desses cria consciência nas pessoas? Pensando na forma de consumir talvez faça as pessoas escolherem melhor o que consomem e como consomem, mas será que isso evolui para consumir menos, que na minha opinião é o mais importante de fato? Alguém conhece algum coreano (a)?

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