As canções perdidas do Holocausto

Vista, através do arame farpado, dos barracões de prisioneiros no campo de concentração de Flossenbürg. Flossenbürg, Alemanha, 1942. [Imagem: Bildarchiv Preussischer Kulturbesitz]

Vista, através do arame farpado, dos barracões de prisioneiros no campo de concentração de Flossenbürg. Flossenbürg, Alemanha, 1942. [Imagem: Bildarchiv Preussischer Kulturbesitz]

Nos campos de concentração, arames farpados eram as barreiras que prendiam os prisioneiros judeus. Curiosamente, foram rolos de arame que gravaram suas primeiras memórias após a libertação.

Enquanto avançavam pelos territórios ocupados pela Alemanha Nazista nos estágios finais da II Guerra Mundial, as Forças Aliadas puderam ver, ao vivo, os horrores de campos de concentração, muitos dos quais abandonados às pressas. Cientes da importância do achado, os militares aliados registraram a chocante descoberta em filmes — alguns dos quais foram usados mais tarde como prova no Julgamento de Nuremberg. No entanto, nenhum desses registros cinematográficos dava voz aos sobreviventes do Holocausto. (mais…)

O que andei vendo no Netflix em maio

No mês do Dia da Toalha estive azarado feito um Arthur Dent. Ainda que a Terra não tenha sido destruída (por enquanto), meu carro me deixou na mão durante uma viagem e, como não tenho dinheiro para consertá-lo, me vi andando tanto que ganhei uma lesão no calcanhar direito. Também tive problemas com um grupo de trabalho na faculdade. Apesar de tudo, pude ver boas produções sobre o impacto de um massacre escolar numa comunidade americana, as lutas contra os preços abusivos de medicamentos contra a AIDS, os esforços para recuperar os veteranos traumatizados pela II Guerra, e observei as experiências de ficar cego, resgatar refugiados da Alemanha Nazista, ter filhos e conhecer o Japão. (mais…)

O que andei vendo no Netflix em março

Março foi um mês agitado para mim: comecei a frequentar as disciplinas do Mestrado em Mídia e Tecnologia da UNESP-Bauru e meu local de trabalho foi assaltado há alguns dias. Apesar de tudo, considero que tive uma quantidade satisfatória de documentários. Entre as recomendações deste mês, temos filmes sobre feminismo, boxe feminino, refugiados, detetives, desastres naturais e humanos e arquitetura e construção. (mais…)