V.3, N. 2, 2017

Há uma língua da ciência? (V.3, N. 2, 2017)

Existe uma língua da ciência? Alguns cientistas defendem que a matemática, com suas fórmulas e seus símbolos unívocos, seja a língua universal. Aliás, parece ser essa a ideia mais difundida nos filmes de ficção científica em que o interlocutor é extraterrestre. Mas o que significa...

Cafundó: língua e memória quilombolas (V.3, N. 2, 2017)

 Em setembro de 2016, o IEL promoveu o colóquio “Revisitando o Cafundó: Língua(s), História(s) e Cultura(s)”,  como parte das comemorações dos 50 anos da UNICAMP. O evento reuniu linguistas, historiadores e antropólogos para discutir os estudos desenvolvidos nos últimos 35 anos sobre a comunidade do...

Preocupações em torno à edição genética (V.3, N. 2, 2017)

Coloquemos primeiramente o senso comum para funcionar. De imediato surgem uma série de perguntas básicas: Quais são os efeitos de larga escala das manobras de interferência genética? Consideremos, por exemplo, a questão do ZIKA/DENGUE. A proposta é editar a informação do DNA e gerar no laboratório...

Inovação educacional na área de ensino de geociências (V.3, N. 2, 2017)

 Iremos refletir sobre alguns exemplos de inovação educacional no Brasil e no mundo, os quais podem contribuir para um ensino mais eficaz das geociências. Para início de conversa indico a tese de doutorado do Prof. Ronaldo Barbosa, docente do Programa de pós graduação em Ensino...

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