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Parece ser um mouse para cegos, com botões em braille — mas não é! Ou talvez seja um rato massagista — é quase isso! É um mouse “para terapia eletrônica”, ou seja, para fazer acumpuntura enquanto você trabalha procrastina na interwebz.

Patenteado nos Esatdos Unidos sob número 6.847.846 em 25 de janeiro de 2005, esse periférico foi criado para supostamente curar seu usuário pela “aplicação dos antigos princípios chineses da acumpuntura”. É um exemplo típico de progresso conservador. Conservador mesmo, pois apesar de contar com uma roda e conexão USB, o dispositivo não é ótico!

A cura vem não pelas agulhadas, mas por algo mais moderno: “um forte pulso de corrente elétrica” proveniente do computador e aplicada em pontos de acumpuntura na mão do usuário. Se preferir, é possível estimular outros pontos de acumpuntura no corpo através das extensões (nº. 17). Parece perfeito para você que é um navegador masoquista — ou talvez seja o equipamento ideal para empresas que odeiam a internet.


0 comentário

Julia-Sama · 5 de setembro de 2011 às 23:04

>O dia que inventarem um mouse aquecido, ficarão bilhonarios.

Patentes Patéticas (nº. 117) | hypercubic · 3 de agosto de 2013 às 20:30

[…] mais relaxante que um pequeno choquinho, não é mesmo? Uma ideia que acabaria sendo aplicada a mouses. Mas a primeira a pensar nisso e aplicar o conceito a “instrumentos de escrita” foi uma mulher […]

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